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domingo, 7 de junho de 2009

Branding para pequenas empresas

Para aqueles que estão se introduzindo no mundo do empreendedorismo, o design de marca pode parecer algo distante ou simplesmente caro para o momento, já que os impostos e as taxas devoram grande parte do orçamento criativo de que se dispõem estes corajosos salvadores da economia nacional, nos primeiros anos de atividade.

Mas ouçam: o design pode ser decisivo para seu negócio dar certo. E a pergunta surge: Será que estou fazendo isso certo?

O mais importante para um design de marca é identificar, informar e conectar. E mesmo que não seja feito por um “designer profissional” ele deve seguir certas regras para não se tornar um problema de comunicação para a empresa.

Menos é mais.

Esta é a primeira regra, menos informação é absorvida mais rapidamente. Uma imagem é melhor que um texto, uma palavra é melhor que uma frase, e por fim, uma cor é melhor que cinco.

Na hora de criar, seja simples, não use letras rebuscadas e ornamentos que só enfeitam e nada dizem. Uma marca deve ser direta, forte e elegante por mais despojado que seja o seu ramo de negócio.

Outro cuidado, muito importante, porém deixado de lado pela maioria dos queridos entusiastas do desenho, é a aplicação da marca. Estou falando em como a marca aparecerá num ícone e depois em um outdoor ou ainda no baú de um caminhão. Como irá se portar sobre texturas e fundos coloridos?

Agora vamos falar um pouco sobre sua marca nas coisas. Comecemos pelo cartão de visitas, ou “personal card” em inglês. Como o nome já diz, é um cartão pessoal e deve ser usado, em visitas, “reuniões, apresentações pessoais e etc.” e serve simplesmente para dizer “Eis aqui como achar a mim e à minha empresa”. Um cartão bem diagramado e que consiga apresentar algo a mais que o faça ser diferente dos outros três mil da caixinha do seu fornecedor ou cliente será decisivo para a escolha da sua empresa e não a da concorrente. Capriche no papel, no corte e se já tiver uma marca bonita e bem desenhada, será meio caminho andado.

Uma dica preciosa:

Mala direta: não envie, a menos que seja muito, mas muito necessária de forma que não haja outra maneira. Certifique-se que estejam realmente esperando sua mala direta chegar, e que esta será muito bem recebida, caso contrário, não mande, use o dinheiro num novo balcão ou num novo uniforme para seus funcionários. Isso pode funcionar muito melhor que sua mala direta junto com um monte de lixo acumulado em caixas de correio.

O Site.

Mas afinal, o que é isso? Bom, se está pensando em ter um site ou se já tem um, e está refletindo sobre sua real eficácia, a melhor maneira de chegar a alguma conclusão é se perguntar: por que alguém entraria no site da minha empresa?

No começo da internet houve uma explosão de sites cujo objetivo era apresentar a empresa, como num folder institucional online. Esta internet seria um casamento de um vídeo institucional de treinamento com um cartão de visitas todo bonitinho. Bom isso de fato funcionou durante certo tempo como instrumento de divulgação e era um importante diferencial. Já faz uns 15 anos que não é mais assim. O site institucional serve para mostrar o que sua empresa faz, para quem faz, como faz, certo?

Errado! Serve também para mostrar como seus funcionários se sentem fazendo o que fazem, como sua empresa transforma a vida da comunidade em que está inserida, a opinião da sua empresa sobre o futuro, o meio ambiente e até mesmo posicionamento político, mostrar como estão antenados com o mundo e sempre buscando informações que os ajude inovar cada vez mais melhorando o atendimento, seus produtos e a vida como um todo.

Um site pode ser muito mais que um simples casamento sem festa.

Por Leandro Reis

Sua Marca, Seu Sucesso

Quanto vale a sua marca?

Você já pensou nisso. Hoje as empresas focam sempre a fixação de uma marca, que fique na memória do consumidor.

Mas, como sua marca é lembrada.

A uma certa distorção entre a visão do consumidor e a visão da diretoria. As empresas fazem o marketing muito bem, porém na prática a visão é totalmente outra.

Os Bancos tem marcas bem lembradas, altamente valorizadas, que coloca a empresa como uma empresa ética, que respeita seu cliente, que resolve os problemas rapidamente, etc.

Ai vamos fazer uma pesquisa na lista do Procon, onde está os maiores números de reclamações?

Surpresa: no setor financeiro; então porque isto acontece.

Acontece por fatos simples, às empresas estão vendendo uma imagem que não condiz com as atitudes que ela faz no dia a dia, o publico interno (leia-se funcionários) não estão falando a mesma linguagem de quem criou a marca, e isto pode afetar e muito a sua empresa.

A criação de uma marca tem que ter um envolvimento global de todos na sua empresa.

Do setor de produção até na área comercial, todos devem vender a mesma imagem.

De nada vai adiantar gastar milhões construindo uma marca, se seus funcionários não vendem isto.

Avalie bem, quanto vale a sua marca?

A sua marca condiz com os serviços prestados? É real o que você prega?. Responda a estas perguntas e você poderá ter um diagnostico melhor da visão que os consumidores tem da sua empresa.

Hoje a marca deve focar-se em vender serviços de qualidade, mostrar a missão da sua empresa, mostrar o respeito pelo seus consumidores, mostrar a ética junto a seus colaboradores, mostrar sua ajuda para a sociedade, construir uma marca com forte identidade visual e acima de tudo agregar valores para seus consumidores. E isto parece cada vez mais distante da sua empresa.

A marca é um dos recursos mais eficientes para desempatar a mesmice dos produtos e serviços, então não fique parado, invista.

Pense nisso.

Invista não só na criação da marca, mas também na fidelização desta marca, no comprometimento com seu consumidor e a faça de uma forma respeitável.

Não deixe que seu consumidor perca a confiança na sua empresa, confiança uma vez perdida nunca mais é restabelecida.

por: Carlos Eduardo Melo dos Reis

sábado, 6 de junho de 2009

Mudar ou não mudar a marca?

É mesmo necessário mudar?Alina Wheeler (2006, Desiging Brand Identity) cita 6 justificativas de mudança que acho fundamental aplicar como cartilha para uma real avaliação da necessidade de mudança. Mudar por mudar - porque um dos sócios não gosta ou porque as cores não agradam, enfim, por justificativas pessoais definitivamente não estão nessa lista.

As possibilidades são:
  • Uma nova empresa, um novo produto
  • Mudança de nome (que obviamente também não deve ser uma ação gratuita)
  • Revitalização da marca
  • Revitalização da identidade corporativa
  • Criação de um sistema integrado de identidade visual
  • Fusão da empresa

As empresas possuem uma história e mudar a marca vai repercutir de alguma forma interna e externamente. Funcionários e colaboradores precisam estar engajados no processo - seja por participarem efetivamente das mudanças e crescimentos internos ou seja por verem a empresa crescer. Clientes, fornecedores e concorrentes precisam perceber que a empresa mudou. Enfim, a mudança da marca é um parte de um processo maior.

Mas muitas vezes essa mudança interna não é premente. Acontece apenas que a empresa se dá conta de que aquela marca desenvolvida num primeiro momento talvez não de forma profissional ou sem sua devida importância, possui falhas. Mas como a empresa tem sua história e sua marca já é conhecida pelos seu público e, principalmente, como não é o caso de uma mudança estrutural (na maioria das vezes sim, de crescimento), mudar radicalmente a marca talvez não seja a opção mais adequada.

Para esses casos então vale uma revitalização da própria marca, da sua identidade corporativa ou a criação de um sistema completo e integrado de identidade visual que una produtos e serviços em uma mesma linha de design bem como alinhe toda a comunicação da empresa. Isso significa modernizar a marca, seus traços, talvez cores e certamente aplicações. Mas nestes casos guardar semelhança com a marca antiga talvez seja o maior desafio para a empresa que estará cuidando desta tarefa: mudar sem perder a referência.

fonte: renatazilse.blogspot.com

Slogans Brasileiros

Slogans geralmente refletem o conceito de uma marca, mas muitas vezes deixam marcas em um conceito. Os slogans cumprem importante papel para a fixação da imagem da marca.

Originariamente a palavra slogan vem do gaélico, língua falada pelo povo celta, e significava "grito de guerra". Muitos se tornam ícones de uma marca

Grandes slogans são feitos por grandes publicitários, mas nem sempre para grandes marcas.


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ÁGUA SÃO LOURENÇO - A água da boa mesa.
AIR FRANCE - Fazendo do céu o melhor lugar da terra.
ALBANY (sabonete) – Para Quem é Diferentemente Lindo.
ALL STAR - O tênis de todas as estrelas.
ALMADÉM – Almadém, vinho que tem alma até no nome.
ALWAYS – A proteção que mexe com você.
AMERICA ONLINE (AOL) – Fazendo a Internet mais fácil.
AMERICAN AIRLINES - Algo de especial no ar.
AMERICAN EXPRESS – Não saia de casa sem ele.
AMERICAN EXPRESS – Você reconhecido.
AMERICAN EXPRESS - Ser um associado tem seus privilégios. (Standard)
AMERICANAS.COM – As Lojas Americanas na sua Casa.ANIMAL PLANET – Isso pega!
APPLE – Pense diferente.
AQUARIUS FRESH – Seu corpo faz festa com Aquarius Fresh. (2007)
ARNO – Você Imagina, Clic, a Arno Faz.
ARTEX - Viver com arte. (Dpz)
ASSOLAN – O Fenômeno que não pára de crescer.
AVON - A gente conversa, a gente se entende.AXN – Desafia o perigo!
AXN – A vida é uma aventura.
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BADEN BADEN (Cerveja) – Cerveja feita à mão.BAMBA - É cor. É Brasil. É Bamba no pé.
BAMERINDUS – O tempo passa, o tempo voa e a poupança Bamerindus continua numa boa.
BAMERINDUS - Uma força pro seu dinheiro.
BAMERINDUS - O banco da nossa terra.BAND-AID – Cura 2 vezes mais rápido.BAND NEWS FM – Em 20 minutos, tudo pode mudar.
BANCO DO BRASIL – O tempo todo com você.
BANCO DO BRASIL (internet banking) – O banco do seu bolso. (2006)
BANCO DO BRASIL – Todo seu.
BANCO REAL – O banco da sua vida.
BANCO REAL – Fazendo mais que o possível.
BANCO REAL - O banco que faz mais por seus clientes. (almap)
BANCO SAFRA – Tradição Secular de Segurança.
BANK BOSTON – Simplesmente Primeira Classe.
BARILLA – Onde tem Barilla, tem Itália.
BATAVO – Produtos puros de origem.
BAUDUCCO – Torradas Bauducco. Da família Bauducco para sua família.
BAUDUCCO (Maxi Goiabinha) - 90 calorias com gostinho de 900.
BAUDUCCO (Panettone) - O mais panettone dos panettones.
BAYER – Se é Bayer é bom. (1922)BECEL – A maneira mais gostosa de controlar o colesterol. (Lintas)
BIC - BIC, é assim que se escreve.
BIG SUPERMERCADOS - Campeão de preços baixos.
BIS – Quem pede um pede Bis.
BLACK & DECKER (ferro) - A fera de passar.
BLISS - A bebida saudável. (DPZ)
BLOCKBUSTER – Hoje é dia de sofá.
BMW – Puro Prazer de Dirigir.
BNDES – O Banco do Desenvolvimento.
BOB'S - Gostoso como eu gosto.
BOB`S – Gostoso é no Bob`s.
BOEING - Tornando o mundo menor.
BOHEMIA – Há 150 anos o mesmo prazer.
BOHEMIA – O mesmo prazer desde 1853.
BOHEMIA – A primeira e melhor cerveja do Brasil.
BOLACHA NEGRESCO – Justifica Tudo.
BOMBRIL – Tem 1001 Utilidades.
BOOMERANG – Sua infância está de volta.
BOSCH - Tecnologia para a vida.
BRADESCO – Colocando Você Sempre à Frente.
BRADESCO – Completo. (2005)
BRADESCO – Sempre à frente.
BRADESCO - Quem tem, tem mais.
BRAHMA – Refresca Até Pensamento. (1999, F/Nazca)
BRAHMA – A número 1. (1991)
BRAHMA - Brahma – O Brasil conquistando o mundo.
BRAHMA LIGHT – Calorias de Menos. Gostosa Demais.
BRAHMA (Chopp) - Se o bar é bom o chopp é Brahma.
BRASTEMP – Não Tem Comparação.
BRASTEMP – Não é nenhuma Brastemp.
BRASTEMP - Seja Autêntico.
BRITISH AIRWAYS - A companhia aérea favorita do mundo.
BUNGE – Do campo à sua mesa.
BURGER KING – A Gente Faz do Seu Jeito.
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C&A – Abuse e Use C&A.
C&A - O poder da moda.
C&A - Tá na moda. Tá na mão, tá na C&A.
C&A - Prazer em conhecer.
CAFÉ DO PONTO – Paixão por café.
CAFÉ DO PONTO - O ponto alto em café.
CAFÉ PILÃO – O café forte do Brasil.
CAFÉ SELETO - O gostinho da vida.
CAIXA – Para Você. Para todos os Brasileiros.
CAIXA – Vem para Caixa você também.
CAIXA - Quem poupa na caixa, não se assusta com nada.
CALOI – Não esqueça minha Caloi.
CAMEL - O sabor de uma nova aventura.
CAMPARI – Só ele é assim.
CARBONELL – O azeite do seu coração.
CAREFREE - Sensação de frescor o dia todo, todos os dias.
CARLTON – Um raro prazer. (DPZ)
CARREFOUR – É lá que a gente vai encontrar. (2004)
CARREFOUR – Sempre o menor preço.
CAREFREE - Sita o bem-estar de ser mulher.
CAREFREE - Porque é bom ser mulher todos os dias. (Y&R)
CASAS BAHIA – Dedicação Total a Você.
CASAS BAHIA – Quer pagar quanto?
CASAS PERNAMBUCANAS - Tudo para sua casa.
CASAS PERNAMBUCANAS - Da nossa casa para sua casa.
CASTOR – Um sonho de colchão.
CASTROL - Quem mais entende de óleo no mundo. (DPZ)
CENTRUM – Completo de A à Zinco.
CEPACOL – Boca Saudável, Hálito Puro.
CEPACOL – Cepacol, o Bond Boca.
CERAS DOMINÓ – Pise sem dó que a cera é Dominó.
CERVEJA ANTARCTICA – Boa! Só se for Antarctica.
CERVEJA CARACU - Para quem tem um fraco por cerveja forte. (Standard)
CERVEJA ITAIPIVA – A pura cerveja de Petrópolis.
CERVEJA ITAIPIVA – Não tem comparação.
CERVEJA MALT 90 - O prazer de ser bem feito. (Standard)
CERVEJA NOVA SCHIN - Experimenta! Expermenta!
CERVEJA NOVA SCHIN – Ou seja: cerveja. (2007)
CERVEJA SOL – Nem fraca nem forte. No ponto. (2006)
CERVEJA SOL – A cerveja no ponto.
CERVEJA XINGU – Tudo menos o óbvio.
CHAMBINHO - Chambinho vale uma declaração de amor.
CHAMBINHO - O queijinho do coração.
CHANDELLE - Quem experimenta não troca por nada. (Dpz)
CHANDON – A Vida Borbulha Com Chandon.
CHEVROLET – Conte Comigo.
CHEVROLET – Andando na Frente.
CHEVROLET - Tecnologia a serviço do homem. (DPZ)CHEVROLET PRISMA – Seu primeiro grande carro.
CHICLETES ADAMS - Caixinhas de emoções. (J. W. Thompson)
CHILLI BEANS – Para todas as espécies.
CHINELOS RIDER – Dê férias para seus pés. Use Rider.
CHOPP BRAHMA – Se o bar é bom o chopp é Brahma.
CHRYSLER PT CRUISER – Nasceu para ser diferente.
CICA – Bons produtos indica.
CIGARRO CAPRI - Definitivamente fino. (DPZ)
CIGARRO CONTINENTAL - Preferência nacional. ( DPZ)
CIGARRO CHANCELLER - O fino que satisfaz.
CIGARRO CHARM – O importante é ter Charm.
CIGARRO DERBY – O sabor que conquistou o Brasil. (1993)
CIGARRO HOLLYWOOD – O Sucesso. (MPM)
CIGARRO PLAZA - Uma classe a mais.
CINEMARK – É mais que cinema. É Cinemark.CINEMARK – Sempre a melhor diversão.
CITIBANK – Só o melhor para você.
CITIBANK - O banco que tem orgulho de seus clientes.
CITIBANK – Realiza com você.
CITROËN - Você não imagina tudo o que a Citroën pode fazer por você.
CITROËN – Imaginação em tudo.
CLARO – Claro que você tem mais.
CLARO – A vida na sua mão. (2006)
CLIGHT - Clight, escolha o que dá sabor à vida. (2005, Ogilvy & Mather)
CLOSE UP – Fale de perto com Close Up.
CNA – Inglês. Definitivo.
CNN – Seja o primeiro a saber.
COCA-COLA - A pausa que refresca. (1942)
COCA-COLA – Coca-Cola é isso aí. (1982)
COCA-COLA – Sempre Coca-Cola. (1993)
COCA-COLA – Emoção pra Valer. (1989)
COCA-COLA - Isso é que é.
COCA-COLA – Viva o que é bom.
COCA-COLA - Gostoso é Viver.
COCA-COLA - Curta Coca-Cola. (2000)
COCA-COLA – Viva o lado Coca-Cola da vida. (2006)
COCA-COLA DIET - O sabor de viver em forma.
COCA-COLA LIGHT – Calorias de Menos. Sabor de Mais. (2005)
COFAP – O melhor amigo do carro e do dono do carro.
COLGATE – Sorriso saudável, sorriso Colgate.
CONFETI - Volte à infância com Confeti, o verdadeiro. (2005, Ogilvy & Mather)
CONGA – Ta no Pé, Ta na Moda.
CONGA - O calçado apropriado para a escola e com a sola que não descola. (1961)
CONHAQUE DREHER – Deu duro, tome um Dreher.
CONSUL – Amiga da Gente.
CONSUL – Põe na Consul.
COPAG – Tenha Sempre à Mão.
COPEL - Especialista em colchões.
COPPERTONE – A marca da sua pele.
CORISTINA D - Se a gripe te pegou logo ali na esquina, tome Coristina.
COSMOS (relógios) - É só uma questão de tempo.
CREDICARD – O melhor da vida.
CVC - Sonhe com o mundo. A gente leva você.
CUECA TRIFIL - Sai a costura. Entra o conforto.
CULTURA INGLESA - Se você gosta mas não entende, você precisa de cultura.
CULTURA INGLESA - O inglês que você nunca esquece.
CURSO DE VESTIBULAR ETAPA – Mais de você em você mesmo.
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DAN' UP - Tome uma atitude que alimenta. Beba Dan’Up .
DANETTE - O creme cremoso da danone. (Almap)
DANONE – Sua dose diária de saúde.DANONINHO – Vale por um bifinho.
DEMOCRATA – A Diferença Está nos Detalhes.
DENOREX – Parece mas não é.
DESODORANTE AVANÇO – Com avanço elas avançam.DHL EXPRESS – Daqui pra lá e de lá pra cá, sem complicação.
DIAMANTE NEGRO - Viver é bom, com diamante negro é melhor. (Lintas)
DIÁRIO DE S. PAULO – Informação que você usa.
DIET COKE - O sabor de viver em forma. (McCann)DINERS CLUB – Com Diners tudo é possível.
DINERS CLUB - Ter é poder.
DIRECTV – O mundo é seu.
DOLLY GUARANÁ - Dolly, Dolly Guaraná, Dolly Guaraná, o sabor brasileiro.
DORIANA - Os elogios são para você.
DORIL – Tomou Doril, a dor sumiu.
DORITOS – Você vai ficar maluco por ele.
DROGÃO – Saúde ao seu alcance.
DRY CLEAN – Muito mais que uma lavanderia.
DU LOREN – Você não imagina do que uma Du Loren é capaz.
DU LOREN – O primeiro sutiã a gente nunca esquece.
DUCHAS CORONA – Um banho de alegria, num mundo de água quente.
DULCORA ( drops) - O sabor que a gente jamais esquece.
DUMONT – O primeiro a cada segundo. (W/BRASIL)
DURACELL - Mais econômica por hora de uso.
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EDITORA ABRIL - Faz parte da sua vida.
ELECTROLUX – Pensando em você. (2006)
ELMA CHIPS – É impossível comer um só.
EMBRATEL – Faz um 21.
EPSON – Imagem sem Limites.
ESPN – Líder Mundial em Esportes.
ESPN BRASIL – Informação é o nosso esporte.
ESTADÃO - A diferença é que o Estadão funciona.
ESTADÃO – É muito mais vida num jornal.
ESTADÃO - O jornal de quem pensa ÃO.
ESTRELA - O amor tem razões que só a estrela conhece. (Better)
ETNA – Design ao seu alcance.
EXTRA HIPERMERCADOS – O hipermercado da família brasileira.
EXTRA HIPERMERCADOS – Mais barato, mais barato. Extra.
EXTRATO DE TOMATO ELEFANTE – O mais amado do Brasil.
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FABER-CASTELL – Sua companhia para vida toda.
FANTA - Beba Fanta. Fique Bamboocha. (2005, Ogilvy & Mather)
FIAT – Movidos pela Paixão.
FIAT - Siga esta marca. (MPM)
FIAT IDEA! – É hora de você ter um.
FIAT PALIO - Tá na hora de rever seus conceitos.
FIAT PALIO - Novo Palio. Impossível ficar indiferente.
FIAT PUNTO – Você no comando. (2007)
FIAT STILLO – Ou você tem, ou você não tem.
FININVEST – Quem disse que não dá? Na Fininvest dá.FIRESTONE – Máxima segurança em pneus.
FIRESTONE - A vida roda melhor num firestone.
FISK – Evoluir sempre faz a diferença.
FOLHA DE S. PAULO - Um bom jornal todos os dias.
FOLHA DE S. PAULO – Não dá para não ler.
FOLHA DE S. PAULO - De rabo preso com o leitor.
FOLHA DE S. PAULO - O jornal que mais se compra e que nunca se vende. (W/Brasil)
FORD – Desempenho total. (1963)
FORD – Fazendo seu caminho melhor.
FORD – Deixe um Ford Surpreender Você.
FORD - Viva o novo. (2006)
FORD - Um passo a frente. (J. W. Thompson)
FORD RANGER – Você encarando de frente.
FORD TAURUS – Um carro à frente do seu tempo.
FORD (Pick Up) – Raça forte.
FORESTIER (vinho) - O vinho de corpo e alma.
FOTOPTICA - Não troque de cara, troque de ótica.
FRALDAS JOHNSON - Bebê muito mais sequinho por dentro e por fora.
FRAN’S CAFÉ – Estilo e Arte de servir café.
FREE – Pelo menos alguma coisa a gente tem em comum. (Standard)
FREE – Questão de bom censo. (Standard)
FUTURA – O canal do conhecimento.
FX – O que o homem vê.
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GAROTO – Qualidade em chocolate.
GATORADE – Com Gatorade você mais longe. (2006)
GATORADE – A sede acaba. Você continua. (2000)
GATORADE - Quem bebe gatorade, Não pede água.
GE – Imaginação em Ação.
GELATINA ROYAL – Abra a Booooooooca é Royal. (JWT)
GILLETTE - A sua melhor imagem.
GLEID – Criado pela natureza. Colhido por Gleid.
GLOBO – A gente se vê por aqui. (2000)
GLOBO – O que pinta de novo, pinta na tela da Globo.
GLOBO – Globo e você, tudo a ver.
GLOBO NEWS – A vida em tempo real.
GLOBO NEWS – Sempre que for preciso.
GNT – Informação que forma opinião.
GOL – Aqui todo mundo pode voar.
GOL – Linhas aéreas inteligentes.
GOLDEN CROSS – O importante é ter saúde.
GOLDEN CROSS – Uma vida toda com você.
GOLDEN CROSS - Saúde em primeiro lugar.
GOODYEAR – Nas Asas da Goodyear.
GOODYEAR - O importante é chegar bem.
GRADIENTE – O Primeiro Mundo no Brasil.
GRADIENTE - A melhor imagem do melhor som.
GRANERO – Pensou mudança, pensou Granero.
GRAPETTE - Quem bebe grapette, repete.
GUARANÁ ANTARCTICA – Este é o sabor.
GUARANÁ ANTARCTICA – O Original do Brasil.
GUARANÁ ANTARCTICA – Guaraná Antarctica e você. Ninguém Faz Igual. (2005)
GUARANÁ ANTARCTICA – É o que é. (2007, DM9DDB)
GUARANÁ ANTARCTICA ICE – O guaraná que gela a goela. (2007, DM9DDB)
GUARANÁ KUAT – Abra a Kbeça.
GUARANÁ TAÍ - Gostoso com um beijo. (DPZ)
GUMEX – Duralex, sedlex, nos cabelos só Gumex.
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HÄAGEN-DAZS – O mundo se derrete por ele.
HALLS – Ação refrescante.
HAVAIANAS – As Legítimas.
HAVAIANAS – Todo Mundo Usa.
HAVAIANAS – Legítimas só Havaianas.
HAVAIANAS – Não deforma, não tem cheiro, não solta as tiras.
HAVOLINE - O bom-bom da texaco. Bom de gasolina. Bom de álcool. (Standard)
HBO – Não é TV, é HBO.
HELLMANN’S – A verdadeira maionese.
HERING – Eu uso Hering desde sempre.
HERING – O básico do Brasil.
HIPERMERCADOS BIG – Campeão de preços baixos.
HIPOGLÓS - Proteção e carinho à flor da pele.
HONDA (MOTOCICLETAS) – Asas da Liberdade.
HONDA (CIVIC) - Deixe a pessoa que você era para trás. New Civic - Restart.
HONDA (CIVIC) - Além de tudo, é lindo.
HOPE (calcinhas) - Um sonho de calcinha .
HOPE (calcinhas) - A calcinha que mexe com a cabeça dos homens.
HOPI HARI – O País mais divertido do mundo.
HOPI HARI – A Emoção da Descoberta.
HP – Finalmente o computador ficou pessoal.
HSBC – Pode entrar que o mundo é seu.
HSBC – Seu mundo de serviços financeiros.
HSBC – No Brasil e no Mundo.
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IG – O mundo é de quem faz.
INTELIG – Saia da rotina, ligue 23.
IPIRANGA – É Ipiranga por preço de comum.
IPIRANGA - Apaixonados por carro como todo brasileiro.
ITAMBÉ – O melhor do leite para sua família.
ITAÚ – Feito Para Você.
ITAÚ - O Itaú está onde você precisa. (DPZ)
ITAÚ - Seu banco na era digital.
ITAÚ - Quem pensa, tem!
ITAÚ PERSONALITÉ – Perfeito para você.
ITAÚCARD– Só ele tem um Itaú de vantagens.
ITAUTEC - De olho no futuro.
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JEEP – Só Existe Um.
JOHNSON & JOHNSON – A vida inteira com você.
JONTEX – O Mais Seguro.
JORNAL DO BRASIL - O jornal que esclarece o Brasil.
JORNAL DA TARDE - JT, informação sem complicação. (2006, Leo Burnett)
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KAISER – A cerveja nota 10. (1998)
KAISER – Uma Grande Cerveja. (DPZ)
KASINSKI (motocicletas) – Arte em motos.
KELLOGG’S – O melhor para você em cada manhã.
KELLOGG'S - Um bom dia começa com a ernegia.
KELLOGG’S (sucrilhos) – Desperte o tigre em você. (J. W. Thompson)
KIA MOTORS – O poder de surpreender.
KIBON – É Gostoso e Faz Bem.
KIBON – Isso sim é diversão!
KIBON - O alimento disfarçado de sorvete. (Young e Rubican)
KITKAT – Faça uma pausa com KitKat.
KNORR – Knorr é melhor. (Leo Burnett)
KODAK - Compartilhe Momentos. Compartilhe a Vida.
KOLYNOS – Kolynos de bem com a vida.
KOLYNOS - Alivio refrescante. Ah!
KOPENHAGEN – Os Mais Finos Chocolates.
KRI (chocolate) - O chocolate do barulho. (Norton)
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LA BASQUE – O Melhor Sorvete Que Existe.
LACTA - Lacta, pequenos momentos de grande felicidade.
LACTA - Tá na boca da gente.
LACTA - Mais sabor na sua páscoa.
LACTA - Onde a Lacta bota ovos, a Páscoa fica muito mais gostosa.
LANCE – O diário dos esportes.
LUFTAL – Contra os gases, use o original.
LEE JEANS – Não é a Lee que é diferente, as outras é que são iguais.
LEGO - Todo dia uma nova brincadeira.
LEITE MOÇA - Você faz maravilhas com leite moça.
LEITE MOÇA – As Maravilhas de Sempre.
LEROY MERLIN – Espírito Construtivo.
LEVI'S - Uma idéia comprada desde 1850.
LISTERINE - Boca limpa de verdade.
LIVRARIA CULTURA - Ler para ser.
LIVRARIA SICILIANO – Ler ou não ser.
LIZA (Óleo) - Ingrediente obrigatório em sua receita.
LOCALIZA NATIONAL (locadora automóveis) - Sinal verde para você alugar um carro.
LOJAS AMERICANAS – Grandes marcas, preços baixos, todos os dias.
LOJAS MARISA - De mulher para mulher, Marisa.
LOJAS RENNER - Você tem o seu estilo. A Renner tem todos.
LUBRAX - Nosso óleo, nossa terra, nossa gente. (Almap)
LUPO – A meia da loba. (Talent)
LUSITANA - O mundo gira e a Lusitana roda.
LUX – O Sabonete das Estrelas.
LUX – Nove em cada dez estrelas usam Lux.
LUX - Suavidade para toda família.
LYCRA – Se tem, Cai bem.
LYCRA – Nada se move como Lycra.
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M&M`S - É o chocolate que derrete na sua boca e não na sua mão.
MAGGI – O caldo nobre da galinha azul.MALHAS MALAWEE – Gostosa como um abraço.
MANAH – Com Manah, adubando dá.
MANDIC – A Internet em Pessoa.
MARABRAZ – Preço menor ninguém faz.
MARLBORO – Venha para onde está o sabor. Venha para o mundo de Marlboro.
MASH – A cueca que ‘mexe’ com você.
MASTERCARD – Existem coisas que o dinheiro não compra. Para todas as outras existe Mastercard.
MATE LEÃO - Use e abuse.
MAZOLA (Óleo) - Vida saudável pede Mazola.
MCDONALD'S - Este é o momento, que gostoso que é, MacDonald’s.
MCDONALD’S – Gostoso como a vida dever ser.
MCDONALD’S – Amo Muito Tudo Isso. (2003)
MELHORAL – Para você ficar legal, tome Melhoral.
MELHORAL - Melhoral, Melhoral, é melhor e não faz mal.
MELHORAL - Contra dor não tem igual.
MELITTA – Tudo por um bom café.
MELISSA - Melissa, o plástico na sua forma mais sedutora. (2003)
MERCEDES-BENZ – O Futuro do Automóvel.
MESBLA - O melhor pra você.
MESBLA - Prazer em servir.
MICROSOFT – Seu Potencial. Nossa Inspiração.
MILA - A Margarina que veio do milho.
MILKA – A mais tenra tentação.
MITUSBISHI PAJERO – O Mundo é 4x4.
MMARTAN – A moda que veste a sua casa.
MON BIJOU - Me aperta, me cheira, me chama de Mon Bijou.
MORTADELA MARBA – A melhor fatia do mercado.
MSN – É melhor com a borboleta.
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NATIONAL GEOGRAPHIC CHANNEL – Você nem imagina.NATIONAL GEOGRAPHIC CHANNEL – Você assiste antes no National Geographic Channel.
NATU NOBILIS – O mais escocês dos brasileiros.
NATURA – Bem Estar Bem.
NEGRESCO (bolacha) - Justifica Tudo.
NESCAFÉ – Bons momentos pedem um bom café.
NESCAFÉ – Nescafé é mais café.
NESCAU – Nescau, gostoso como uma tarde no circo.
NESCAU – Energia que dá gosto.
NESTLÉ – Nestlé faz bem.
NESTLÉ – Nossa vida tem você.
NESTON - Existem mil maneiras de preparar Neston, invente uma!
NET – O mundo é dos NETs.
NET – Sempre um bom programa.
NEUTROX II (Xampu) - O salva-vidas do seu cabelo.
NEXTEL – Direto. Esse é o nosso jeito.NINHO FASES – Preparando seu filho para a vida.
NISSAN SENTRA - O sedã que veio para mudar o sedã.NOKIA – O mundo todo só fala nele.
NOSSA CAIXA – Mais que um banco. O Nosso Banco. (2006)
NUGGET – Vida longa para seus sapatos.
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O BOTICÁRIO - Você pode ser o que quiser. (2005)
O BOTICÁRIO – Frascos de natureza.
O BOTICÁRIO – Natural do Brasil.
O GLOBO – Faz diferença.
O.B. – Faz parte da sua natureza.
O.B. - A proteção total da mulher. (DPZ)
O.B. - A liberdade de ser você.
OI – Simples assim.
OLD EIGHT – O bom uísque se conhece no dia seguinte.
OLLA PRESERVATIVO – Faça do jeito certo. Faça com Olla.
OLYMPIKUS - Invente seu jogo.
OMINO - Você entra e fica à vontade.
OMO – Porque se sujar faz bem. (2003)
OMO – Só OMO lava mais branco.
OMO – OMO faz, OMO mostra.
OMO – Melhor que OMO só OMO.
OMO - Dá o branco total radiante.
ORAL B – A marca mais respeitada pelos dentistas.
ORLOFF – Pense em você amanhã, exija Orloff hoje.
ORLOFF - Eu sou você amanhã.
ORTOPÉ – Ortopé, ortopé. Tão bonitinho.
OSRAM - A marca da luz.
OUTBACK STEAKHOUSE – Explore este sabor.
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PALMOLIVE (xampu) – Cabelos bonitos naturalmente.PANASONIC – Marca mundial de confiança.PÃO DE AÇÚCAR – Do jeito que você quer, do jeito que você gosta.
PÃO DE AÇÚCAR – Lugar de gente feliz.
PARMALAT – Porque nós somos mamíferos.
PARMALAT LEITE – O melhor de A a Z.
PARKER (caneta) – Uma Parker se reconhece nos detalhes.
PASTILHAS VALDA – O alívio para sua garganta. (1939)
PASTILHA VICK - Diga adeus ao bichinho do rrhan-rhan.
PEDIGREE – Cachorro é tudo de bom.
PENALTY – Marca de profissional.
PEPSI – O sabor da nova geração.
PEPSI - O sabor de vencer.
PEPSI – Arrisque mais. Viva mais.
PEPSI TWIST – Todo o sabor de Pepsi com um toque de limão.
PERDIGÃO - O nosso maior segredo é você.
PERFEX - O braço direito da dona de casa. (Lintas)
PERSONAL (papel higiênico) - O branquinho macio.
PETROBRÁS – O desafio é a nossa energia.
PETTYBON - O macarrão da mama.
PEUGEOT - Dirija esse prazer.
PEUGEOT - Para que o automóvel seja sempre um prazer.
PEUGEOT - Peugeot. Emoção em movimento.
PEUGEOT 307 - Até o que já é perfeito pode ficar melhor.
PFIZER – Trabalhamos pela vida.
PHEBO – Um banho de sabonete.
PHILCO – Tem coisas que só a Philco faz pra você.
PHILIPS – Fazendo sempre melhor.
PIRASSUNUNGA 51 – Uma boa idéia.
PIRELLI – Potência não é nada sem controle.
PLAYBOY – As melhores coisas da vida.
PLAYCENTER - Viva esta emoção.
PONTO FRIO – Você pode comprar melhor.
POOL – Você Veste. Elas Atacam.
PULLMAN - Os melhores pedaços do dia.
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QUAKER - Sua vida com mais vida.
QUIK – Faz do leite uma alegria.
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RÁDIO BAND NEWS - Em 20 minutos, tudo pode mudar.
RÁDIO BANDEIRANTES – A rádio que briga por você.
RÁDIO CBN – A rádio que toca notícias.
RAINHA – Esporte é Prazer.
RAINHA – Pratique esta marca.
RAINHA - Você só tem um corpo. Cuide bem dele.
RAYBAN - Atrás de um Ray-Ban, sempre tem um nome famoso.
RAYOVAC - A pilha do gato.
RED BULL – Red Bull Te Dá Asas.
REDE BANDEIRANTES – Prazer em ver, Band. (2005)
REDE RECORD – A caminho da liderança.
REDE RECORD - Aqui, o espetáculo é a vida. (2003)
REDE TV – A rede que mais cresce no Brasil.
REANULT – Criador de Automóveis.
RENAULT - Não se contente com pouco. Quem tem Renault tem mais carro.
REPÓRTER ESSO – O primeiro a dar as últimas.
RESTAURANTE FASANO - Atual, desde 1902.
REVISTA CASA CLAUDIA - A revista para você morar bem.
REVISTA CLAUDIA – Independente, sem deixar de ser mulher.
REVISTA CONTIGO – A Revista que Conta.
REVISTA ÉPOCA – Todos os lados da notícia.
REVISTA ISTOÉ – Independente.REVISTA ISTO É DINEHRIO – A revista semanal de negócios.
REVISTA MANCHETE - Aconteceu, virou manchete.REVISTA PLACAR – Futebol, Sexo e Rock & Roll.REVISTA PLACAR – Quem ama futebol não vive sem Placar.REVISTA QUATRO RODAS – Uso obrigatório.
REVISTA SUPERINTERESSANTE – Quem lê é.
REVISTA VEJA - VEJA, indispensável para o país que queremos ser. (2009)
REVISTA VEJA – Quem lê Veja entende os dois lados. (2004)
REVISTA VEJA – Indispensável. (1998)
REXONA – Com Rexona sempre cabe mais um.
REXONA - Sempre cabe mais um quando se usa Rexona. (Lintas)
REXONA – Rexona não te abandona, nunca.
RHODIASOL - O inseticida que não brinca em serviço.
RIACHUELO - Riachuelo faz seu estilo.
RIACHUELO - Passar na Riachuelo faz toda a diferença.
RIACHUELO - Você não sabia que podia tanto. (2008)
ROLEX - Só chega à perfeição quem pratica a perfeição.
RUFFLES – A Batata da Onda.
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SABESP – Eficiência em cada gota.
SABÃO EM PÓ ACE - Ah, se todo branco fosse assim.
SABÃO EM PÓ CAMPEIRO - Lava mais, por muito menos.
SADIA – S de saudável, S de Sadia.
SADIA – Para uma vida mais gostosa.SADIA – Com amor a vida é mais Sadia.
SAGATIBA – A cachaça além da cachaça.
SAL CISNE - A pitadinha que faz a diferença.
SAL DE FRUTA ENO - O bem estar instantâneo.
SAMELLO - Não pise em falso. Docksiders é Samello.
SANDÁLIAS IPANEMA - As anatômicas só a Ipanema tem. (2007)
SANDÁLIA SAMOA - Ponha seu pé numa boa. (J. W. Thompson)
SANTANDER BANESPA – Inovando para você crescer.
SANTANDER – O valor das idéias.
SBP – Terrível contra os insetos. Contra os insetos.
SBT – Na nossa frente, só você.
SBT - Quem procura acha aqui.
SBT - Liderança absoluta do segundo lugar. (W/BRASIL)SEAT – O europeu de sangue quente.
SEBRAE – Parceiro dos brasileiros.
SEDA - Liberte toda a beleza dos seus cabelos. (1968)
SEDEX - Mandou, Chegou.
SEIKO - Escolha na hora certa.
SEMP TOSHIBA – Nosso negócio é diversão.
SEMP TOSHIBA – Os nossos japoneses são mais criativos que os japoneses dos outros.
SEMPRE LIVRE - Proteção em todos os sentidos.
SHELL - Líder mundial em lubrificantes.
SHELL – Sempre em movimento.
SHOPPING CENTER NORTE – O shopping da família.
SHOPPING IGUATEMI – Sua vida passa por aqui.
SKOL – A cerveja que desce redondo.
SKOL - Skol. Tá na roda? Tá redondo.
SKY TV – A TV sem limites.SKY TV – A maior invenção da TV desde a invenção da TV.
SKY TV – TV é isso.
SONHO DE VALSA – O amor tem esse sabor.SONY ENTERTAINMENT TELEVISION – 100% ATITUDE.SONY VAIO – Projetado para viajar.
SPORTV – O canal campeão.
SPRITE – Imagem não é nada. Sede é tudo. Obedeça sua sede.
SPRITE - Sede não é nada, imagem é tudo.
SPRITE – As coisas como são. (2007)
STELLA ARTOIS – Valor Inestimável.
SUBMARINO – A gente vai mais fundo.
SUBMARINO – Pode imaginar. Aqui tem.SUFLAIR – Você se desmancha por ele.
SUFLAIR - O chocolate diferente.
SUKITA – Quem bebe Sukita não engole qualquer coisa.
SUKITA - A laranja da Brahma.
SUNDOWN – O sol na medida certa.
SUVINIL – Para não pintar arrependimento, acerte na lata.
SUVINIL – A melhor tinta do Brasil.
SUZUKI – Eu levo a vida num Suzuki.
SCHWEPPES – Pura ou com amigos. Mas sempre em grande estilo.
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TAM – Um estilo de voar.TAM – Você nasceu para voar.
TECHNOS- O suíço mais pontual do mundo. (Standard)TECNISA – Mais construtora por m².
TELECINE – O Melhor do Cinema.TELECINE – Isto é Cinema.
TELEFONICA – Super 15, o herói do seu bolso.
TEMPERO SAZON – Quem ama usa.
TERRA – Qual é a sua? (2005)
TERRA - A Internet mais sua do que nunca.
TETRA PAK – Protege o que é bom.TETRA PAK – Mais que a embalagem.
TEXACO – Tecnologia de cinco pontas.
THE HISTORY CHANNEL – Onde o passado se torna presente.
TIC TAC – Sabor e Refrescância em menos de 2 Kal.
TIGRE – Quem faz com Tigre faz para sempre.
TIGRE - Inovando para construir melhor. (2003, Talent)
TILIBRA – Do jeito que você pensa.
TIM – Viver Sem Fronteiras.
TINTAS CORAL – Mudar faz parte da vida.
TODDY - O Chocolate que liga.
TODDY - Sabor que alimenta .
TODDYNHO - O seu companheiro de aventuras.
TOPPER – A marca oficial do brasileiro.
TOPPER – Futebol é coisa séria.
TOSTINES – Fresquinho porque vende mais. Vende mais porque é fresquinho.
TOYOTA COROLLA - Meu carro é número 1. Corolla: paixão mundial.
TRANSBRASIL - Brasil é com a gente.TRIDENT – Protege os dentes. Sorria, É Trident.
TRY ON – Pra quem faz esporte só por esporte.
TV CULTURA – Mais que televisão, é Cultura. (2006)
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ULTRAGAZ - Semana Sim, Semana não, Ultragaz no seu portão?
UNIBANCO – Nem Parece Banco. (F/Nazca Saatchi & Saatchi, 2005)
UNIBANCO – Bancando seus sonhos.
UNIBANCO – O banco único.
UNIBANCO – O único 30 horas com você.
UNIBANCO - Você poupa dinheiro e esbanja inteligência. (W/Brasil)
UNIDAS (aluguel de carro) – Os melhores quilômetros de sua vida.
UNINOVE – A Uninove é 10!
UOL – O Melhor Conteúdo.
US TOP - O mundo trata melhor quem se veste bem. (Talent)
US TOP - De um jeito ou de outro todo mundo usa. (Talent)
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VALISÉRE – Se eu fosse você só usava Valisére.
VALISÉRE - O primeiro Valisère a gente nunca esquece. (W/Brasil)
VALMET - O trator da nossa terra. (Colucci)
VALOR ECONÔMICO - Quanto mais você lê, mais você tem.
VARIG - A Pioneira.
VARIG - Acima de tudo, você.
VARIG - Varig, Varig, Varig!
VARIG – É mais que voar.
VARIG - A maneira mais elegante de voar.
VASP - Onde você voa com quem gosta. (Almap)
VASP – Viaje bem, viaje Vasp.
VASP - Tudo para ter você a bordo.VELHO BARREIRO – Chama o velho que vem coisa boa.
VELHO BARREIRO - Quem toma, sabe. Quem sabe, toma. (Leo Burnett)
VALISÉRE - Se eu fosse você, só usava Valisère.
VINÓLIA – Uma sensível diferença.
VISA – Porque a vida é agora.
VISA – Em todos os momentos.
VISA - O seu cartão definitivo. (J. W. Thompson)
VISA ELECTRON – Funciona como cheque, só que melhor.
VIVO – É você em primeiro lugar.
VIVO – Sinal de qualidade.
VITASAY - A marca do vencedor. (Angello Pacheco)
VOLKSWAGEN – Perfeito para sua vida. (Almap BBDO)
VOLKSWAGEN – Você conhece, você confia. (Almap BBDO)
VOLKSWAGEN FOX – Compacto para quem vê. Gigante para quem anda.VOLKSWAGEN GOL – Use sem dó.VOLKSWAGEN PARATI – A station mais jovem do país.
VOLKSWAGEN POLO – O mundo inteiro dirige o mesmo carro.
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ZORBA – A todo movimento.
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WALITA – Faz com carinho.
WALITA - A gente se vira por você.
WICKBOLD – O nome do pão.
WICKBOLD – Quem mais entende de pães especiais.
WIZARD - Inglês com liderança.
-
YAMAHA - Tecnologia sem fronteiras.
YPÊ - Dúvida por quê? Sabão é Ypê.
-
3M – Inovação.
5 à SEC – Suas roupas em boas mãos.
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Última atualização em 20/5/2009

fonte: Mundo das Marcas

Um site corporativo é mais uma mídia para fazer negócios.

Um dos principais problemas de desenvolvimento de sistemas interativos é o entendimento da questão “foco no usuário”. Usuários são pessoas: clientes, consumidores, pacientes, leitores, convidados, termos que variam de acordo com o tipo de negócio em questão. Esse é o ponto. O foco deve ser no negócio e não mais no sistema (primeira fase da internet) ou no “usuário” de uma maneira genérica (segunda).

Veja, a internet é o principal veículo de comunicação, já vimos isso. Também o mais barato e certamente o mais direto. Sendo o objetivo principal business, o que o site precisa é: vender um produto, vender um conceito, atender, fornecer conteúdo etc. Para isso é necessário saber o que os leitores do seu site querem fazer ali – que algumas vezes pode ser diferente do que ele faria indo pessoalmente a sua empresa ou fazendo contato por telefone.

Em métodos aplicados no desenvolvimento de sistemas interativos para entendimento de pessoas extraídos da ergonomia, procuramos analisar a “tarefa do usuário” durante o uso num determinado dispositivo. E não são tarefas genéricas, mas reais retiradas de um questionário preliminar ou algum outro método, mas sempre pautados na estratégia do produto. A partir da observação e análise das pessoas durante o desempenho dessas tarefas é que nos faz de fato entender se o sistema está atendendo ou não suas necessidades.

Quando falo “sempre pautados na estratégia do produto” quero dizer que nenhuma pesquisa ou método deva ser aplicado a partir de uma receita de bolo, com questões pré-definidas retiradas de algum papa da usabilidade. Um site é uma mídia que deve vir orientada por uma estratégia de comunicação e marketing. Vai vender? Por quê? Pra quem? Vai entregar no mundo inteiro? Quem compra o produto? Só com esse delineamento (essas perguntas não encerram a pesquisa) é possível estabelecer o perfil das pessoas que devem ser testadas e as tarefas que poderão desempenhar. Jamais acredite em profissionais que digam “seu site deverá servir para todos, de qualquer idade, sexo, cultura ou religião”. Isso não é verdade.

Tendo essas questões sobre quem usa e o que estes poderão fazer no site, fica mais fácil delineá-lo. E menores são as chances de erro. E principalmente: maiores são as chances de fechar um negócio, seja ele qual for: escolher a configuração de um veículo, comprar um roteador wireless, saber o endereço de uma clínica, conhecer os clientes de uma empresa, checar a idoneidade etc etc.

Agora, o que pouco se comenta é que isso deve ser um trabalho constante. Pessoas mudam: de opinião, endereço, classe social, nível educacional, estado civil, estilo de vida, hábito de consumo... E isso deve estar em constante avaliação, não apenas no desenvolvimento desse sistema interativo. Sites que possibilitam um relacionamento freqüente com seus clientes também devem armazenar, cruzar e extrair informações valiosas para a empresa, alguns exemplos:

O cliente XPTO compra semanalmente R$ 100,00 em média num supermercado virtual e uma vez por mês gasta R$ 200,00. Por quê, você sabe responder?
Uma paciente de uma clínica fez uma cirurgia e precisa fazer uma revisão 6 meses depois. Quem vai lembra-la dessa nova consulta?
Um dado médico indica em media 5 pacientes para uma clínica por mês. Ele recebe algum tipo de benefício? A empresa tem esse cruzamento?

Isso tudo não se descobre com um questionário ou uma pesquisa de satisfação. Se descobre com registro e mineração de dados. Um sistema bem preparado para “observar” hábitos de uso e uma estratégia de avaliação desses dados bem feita garantem ações futuras eficazes num relacionamento de longo prazo. Importante é não perder a chance de descobrir (e registrar) informações a respeito desse cliente que entrou pra comprar, ler, se informar. Poucas são as empresas que se preocupam com isso. São informações valiosas que estão indo pelo fio diariamente.

Em vez de gastar milhões com uma pesquisa de satisfação de seus clientes, leitores, compradores, enfim, “pessoas”, invista um pouco mais no desenvolvimento desse sistema interativo e prepare-o para colher informações constantes sobre eles. Depois muitas ações poderão surgir daí como por exemplo uma promoção especial para acompanhar uma compra rotineira, um lembrete de consulta, um “top ten” de pessoas indicantes de um dado estabelecimento, um convite exclusivo para uma premiére do filme esperado etc.

Dica: se sua empresa ainda não faz um registro de acesso dos usuários – armazenando informações sobre suas tarefas desempenhadas no sistema, se possível identificando individualmente cada pessoa – uma fonte de informação bem bacana é a análise de logs fornecida pelos provedores. Na maioria delas é possível ver, por exemplo de onde os usuários vem e pra onde vão antes e depois do seu site, quais as páginas mais acessadas, o tempo médio que as pessoas ficam nelas etc. Uma análise bem feita desses logs já traz resultados bem interessantes.

por: Renata Zilse
fonte: blog dmppontobr

Vamos falar da sua marca?

Falar de marca hoje tem um nome: branding. Embora mais um termo em inglês sem tradução e que condensa conceitos que certamente já conhecemos, esse deve-se guardar uma especial atenção. É um assunto relacionado a gestão, marketing e design e todas as empresas devem pensar e trabalhar nisso.

Está acontecendo essa semana no MAM (no Rio) o Brazil Design Week, um evento excelente totalmente voltado para o mundo corporativo – os clientes dos escritórios de design, na verdade – realizado pela Abedesign, uma associação brasileira de empresas de design. Só uma passadinha pelos stands já vale a visita. São 38 expositores – entre instituições como a própria Abedesign, a Firjan, o Sebrae e vários escritórios de design – que mostram a excelência do design brasileiro.

Devemos reconhecer que os estrangeiros perceberam a excelência do design antes de nós. Já está mais do que na hora dos empresários – infelizmente ainda não tão presentes no evento – olharem para dentro do próprio país para localizar a empresa de design que melhor se alinhe e atenda suas necessidades relacionadas à marca.

Mas que questões são essas?

Temos sentido nesses últimos dez anos um amadurecimento no mercado brasileiro. Pequenas empresas (ou algumas vezes até grandes, mas pouco conhecidas) alcançam patamares de faturamento e status internacional nunca vistos. Certamente impulsionadas pela economia interna, hoje mais forte e promissora, mas também pela própria necessidade de sobrevivência.

Essa virada se deu através de um trabalho forte de marca: desde processos internos (incluindo pessoas) até a “experiência” de marca junto ao seu público (não mais tratados como “consumidores”).

Alguns exemplos foram dados nas palestras de Lincoln Seragini (Seragini/Farné), Luciano Deos (Gad), Ronald Kapaz (Oz) e Ana Couto (Ana Couto Design), de empresas que passaram por esse processo e hoje estão em uma posição garantida no mercado: Bandeirantes Brinquedos, Oi, Claro, Ampla, Alpargatas, Hortifruti e outras. Todas investiram numa coisa: design.

Sim! Falar de marca é falar de design, mas da maneira mais primitiva e conceitual do termo: desenvolvimento de soluções. E design, como todos apontaram, é a profissão (eu diria até o “negócio”) do século XXI. As empresas podem investir muito em propaganda – tentando empurrar goela abaixo do seu público coisas vazias – mas é no investimento em design que está a receita do sucesso. Com desenvolvimento de soluções corretas, adequadas, usáveis, úteis, causadoras de experiências positivas e também bonitas. Aliás, o “belo” foi tratado por Kapaz como a conjunção de todos esses atributos, aquilo que “dá forma à alma”.

“Século XX: a propaganda é a alma do negócio. Século XXI: o design é a alma do negócio.” (Seragini)

Segundo Kapaz, “uma disfunção de identidade causa uma dor estética”. Investir em design é antes de mais nada entender (e na maioria das vezes repensar) a própria empresa. Seu posicionamento estratégico, seus processos, políticas internas, pessoas e motivações, fornecedores, tecnologia, equipamentos, capacitações, capacidades financeiras e logística etc. Enfim, entender a “dor” da empresa, conversar muito com seus sócios, gerentes e também representantes de todas os níveis hierárquicos. Sentir o seu dia-a-dia. Entender a “sensação” que sua marca causa nas pessoas que a consomem.

É importante entender que “marca não é só visual: está em todas as dimensões sensoriais” (Deos) e que uma pesquisa concreta hoje (design innovation) envolve disciplinas como antropologia (Seragini)!

“Produtos são feitos em fábricas. Marcas são feitas e existem apenas na cabeça do consumidor” (Deos).

Pensar a marca da empresa é analisar a fundo toda a sua história, como chegou onde chegou, como funciona atualmente e onde pretende chegar. É determinar suas estratégias de diferenciação – ainda que sua estratégia não seja inovação (exemplo da Pepsi).

Segundo Luciano Deos, as estratégias de diferenciação podem ser:

    • Tecnologia: envolve esforço e investimento
    • Processos: logística
    • Inovação: ato contínuo
    • Marca: experiência vivida pelas pessoas que a absorvem (para não usar o termo “consomem”).


“80% do valor de mercado das companhias correspondem aos ativos intangíveis e marca é o ativo intangível de maior valor”. Basta olharmos para Google, Coca-Cola, Nike e outras tantas marcas conhecidas por praticamente todas as pessoas no mundo que mais do que identificarem seu logotipo, percebem e sentem o que elas representam – cada um a sua maneira (de acordo com cultura, idade, classe social), mas certamente com a sua filosofia como real “identidade corporativa”. Porque possuem um “posicionamento único, claro e diferenciado”.

Ronald Kapaz soltou algumas frases para reflexão, que escrevo aqui mas infelizmente não consegui anotar todas as fontes:

“Pensar é desenhar em sua mente”
“Não existem fatos, só interpretações” (Nietzsche)
“Não vemos as coisas como são. Vemos como nós somos.” (Anais Nin)

Se o design é a profissão do momento, que empresas e empresários reconheçam o seu real significado para que um trabalho de marca possa ser construído a partir da sua essência. [Webinsider]

Diga quem consomes e te direi quem és

Nova rede social Drimio agrupa usuários em torno de suas marcas preferidas - produtos, serviços, websites e qualquer conjunto de logotipos que ajudem a definir um grupo de pessoas e sua personalidade. Faz sentido.

Por JC Rodrigues

No último mês de maio foi lançada no Brasil mais uma rede social. Até aí nenhuma novidade e nenhum motivo para alarde, mas desta vez o componente de união entre os usuários são as marcas, algo tão trivial que me pergunto porque ninguém pensou nisso antes (de uma forma tão específica).

É isto que o Drimio faz - agrupa usuários ao redor de marcas de produtos, serviços, websites, enfim, qualquer conjunto de logotipos que ajudem a definir um grupo de pessoas e sua personalidade.

Segundo o próprio site, sua iniciativa é definida como “…a primeira rede social brasileira focada no relacionamento entre consumidores por meio das suas afinidades com as marcas.”

Particularmente sempre cito em aulas a incrível capacidade que certas marcas têm de criar um vínculo emocional tão grande com as pessoas (não necessariamente consumidores) que estas pessoas se tornam verdadeiros defensores das verdades criadas por trás destas empresas das quais são fãs.

Quem nunca se viu num congestionamento olhando para a maçãzinha da Apple grudada no carro da frente (mesmo que o máximo que o cidadão tenha é um iPod shuffle de 4Gb)? Quem nunca escutou “eu queria tanto trabalhar no Google” (sem saber as algumas metas “agressivas” que a empresa tem com seus funcionários)? Enfim, quem nunca encontrou alguém que amasse ou aspirasse tanto a uma empresa, marca ou produto de forma a ignorar qualquer informação disfórica que possa surgir sobre esta empresa, marca ou produto na mídia. É o sonho de todo publicitário.

Em uma experiência interessante, mostro para um grupo de 90 alunos diversos logotipos e/ou fotos de marcas e peço para que eles digam a primeira palavras que lhes vêm à mente.

Após a seção de brainstorm, apresento questionamentos ou argumentos que façam com que eles confrontem estas ideias pré-determinadas de forma consciente, quer dizer, que pensem duas vezes na existência daquela associação direta entre o termo e a marca. Claro que a intenção destes questionamentos/argumentos é justamente esta, fazê-los refletir sobre o porquê de tal alegação e não promover ou denegrir a empresa em questão.

Apple

(apenas logotipo): “inovação”, “design”, “tecnologia”.

Quando questionados sobre a marca, a reação é interessante: todos gostariam de ter um produto Apple (”um laptop”, “o iPhone”); ainda que menos de 5% deles saibam efetivamente operar um sistema operacional Mac ou apresentar argumentações racionais que justifiquem esse desejo (não, eu não espero que você dê argumentações racionais nos comentários do artigo).

Google

(apenas logotipo): “dominar o mundo” (é sempre o mais citado), “fácil”, “útil”, e variações como “não vivo sem”.

Interessante que aspectos relacionados aos produtos da empresa em si são rapidamente substituídos por uma euforia coletiva quando surge se fala na questão de trabalhar na empresa. Os e-mails com fotos dos escritórios do Google ao redor do mundo fazem brilhar os olhos dos estudantes universitários; pouquíssimos deles, contudo, consegue explicar o que exatamente fazem os funcionários do Google quando estão trabalhando e não jogando pinball.

Harley-Davidson

(propositadamente mostrando um modelo Deluxe): “liberdade”, “estrada”, “motona”.

Claro que a pergunta seguinte foi “Então você tem uma Harley? Já teve? Já andou numa, pelo menos? Você anda de moto?”, seguido de “Não, não, não…e não!”. Por que você gostaria de ter uma dessas então?

Fiat

(mostrando a foto de um Uno Mille 96 e o mais recente logotipo da montadora, em vermelho)

Neste momento cria-se um nó na cabeça dos pupilos; enquanto alguns remetem à idéia da “Fábrica de Italianos Atrapalhando o Trânsito”, propositadamente influenciados pela foto do Uno Mille 96, outros já associam a marca à tecnologia automotiva, uma geração acostumada com o Stilo Connect e Punto Jet e não, como a minha, que imediatamente revive lembranças daquele 147 surrado.

CCE

(apenas novo logotipo): “velha”, “conserta-conserta-estrada”, “começou-comprando-errado”.


Desculpem-me, mas esta marca é uma uninimidade na animosidade do grupo; quando questionados se possuem um produto CCE ou quando foi que o compararam, percebe-se que, entre 90 jovens-adultos de vinte e poucos anos, apenas três ou quatro efetivamente têm um produto da empresa e, ainda assim, comprado quando eles ainda usavam fraldas.

Na sequência questiono: “Mas vocês não acham que, após quase 20 anos, a empresa poderia ter se re-inventado totalmente? Destruído as fábricas antigas, mudado tudo e agora ter produtos de qualidade?”. Argumentação inútil, se é CCE, é ruim, dizem.

O caso desta marca dá ainda mais margem à discussão quando percebe-se que a campanha de comunicação institucional promovida pela empresa ignora totalmente esta consciência coletiva abordando como conceito criativo a questão da empresa ser brasileira (com pessoas tocando pandeiro sobre uma trilha musical tropicaliente). Desculpem, qual mesmo a relevância da empresa ser brasileira se os produtos são ruins? (esse é o questionamento quando o filme da campanha é apresentado ao grupo).

Preconceitos

Mas por que, afinal de contas, existem estes pré-conceitos com relação às marcas e como isso é catalisado pelo meio digital?

A paixão por marcas ao ponto de torná-las um símbolo do que o define como pessoa traz uma contraposição de motivos. Por um lado a necessidade de diferenciar-se de outros a partir da divulgação de uma personalidade fundamentada em valores intrínsecos de marcas.

Uma pessoa com a maçã colada no porta-malas do carro é “cool”, “moderna” (com “inovação”, “design”, “tecnologia”), como adolescentes com camisetas de suas bandas preferidas ou a estampa do Corinthians (São Paulo, Palmeiras, Santos, São Bento) no peito.

A auto-afirmação reforçada por uma marca forte o faz diferente e, em certos aspectos, sentir-se melhor do que aqueles que não são “inovação”, “design”, “tecnologia”.

Similar aos exemplos acima, também há a (forte) necessidade de pertencimento a um grupo, cujos valores são definidos também pelas marcas que carregam. O grupo dos macmaníacos, que sabem como fazer isso, isso e aquilo (enquanto os outros não sabem); o grupo dos Nike-runners, que se encontram no parque do Ibirapuera à noite para uma corridinha rápida de 15km; assim como os Corinthianos (São Paulinos, Palmeirenses, São Bent..) e como os fãs da banda XPTO, apoiam-se nas marcas para definirem seus iguais e, como parte do que as define como pessoas, defendem efusivamente suas posições e gostos.

Outro ponto relevante: boa parte destas empresas não gasta milhões em mídia para alcançar 90% de cobertura com frequência 7 no break da novela-3; quando foi a última vez que você viu uma página dupla do Google na Veja, Época ou Exame? E aquele spot da Apple na rádio XYZ?

Um coisa é certa: não existe marca forte à médio/longo prazo se seus produtos não surpreenderem sempre o consumidor.

Mas não deveria ser assim sempre? Sim, se não fosse a propaganda .

Usar a máquina da comunicação para criar uma marca é fácil, basta ter dinheiro; por sua vez, para criar marcas amadas por consumidores ao ponto de associarem sua vida pessoal aos valores que promovem é preciso menos propaganda e mais produtos. Fale menos e faça mais.

Já fui questionado com relação a alguns produtos que cuidei do “por que você não faz propaganda?”. Não quero aqui crucificar uma classe, mas, em alguns casos como estes que vivenciei, a resposta é “porque não preciso”; e mais, se fizer acabaria estragando um senso de propriedade que os próprios consumidores desenvolveram com relação ao produto.

São tão ligados a ele que trabalham a seu favor como se não houvesse por trás uma operação comercial, uma empresa. A comunicação, neste caso, é sempre voltada a estes influenciadores e amplificadores da mensagem. Uma vez que a mensagem replicada não mais saiu da empresa, ela ganha em credibilidade e perde um pouco do aspecto negativo da publicidade tradicional (empresa falando bem de seus produtos para consumidores).

O boca-a-boca e a construção de marcas já existe desde que o primeiro homem das cavernas começou a grunhir (argumentando que seu pedaço de mamute era mais gostoso que o do outro). A grande diferença hoje está na catalisação dessa mensagem. A internet colocou o grunhido num megafone. Para ilustrar este fato, passei parte de minha aula contando de um problema que sigo tendo com a empresa de móveis Dell Anno, que descontou meu cheque há três meses atrás e até agora nada de me dizerem quando vão entregar uma sala nova.

Compartilho os contratos, cópia do cheque, todos os documentos, conto como atenderam bem no início mas, logo após meu cheque ser descontado, ignoraram completamente minha existência, perderam meu projeto quando o vendedor que cuidava do meu pedido saiu da empresa, não me retornam ligações. Enfim, caso para o Celso Russomano.

Ao final destes cinco minutos de destruição de uma empresa, comento: “acabei de influenciar 90 pessoas com base no meu relato real, com todas as provas e argumentações sobre sua veracidade; meu próximo passo é usar o meio digital para replicar este meu descontentamento e frustração para quem quiser ler, atingindo, talvez mil, dez mil, um milhão de pessoas que identificaram-se com minha situação”. E aí…

Neste momento empresas estão pensando: como gerar fãs da marca e evitar que se crie uma consciência coletiva negativa sobre minha marca. Ou como reverter uma situação negativa já estabelecida. Assunto para próximo texto - alguma idéia?

Vale uma observação final: este texto não visa iniciar uma discussão inflada sobre qual melhor marca, apenas relata algumas experiências no sentido de identificar como uma consciência coletiva criada a partir da mídia social (no seu aspecto mais puro) corrobora para a imagem de uma marca e como as empresas devem se preocupar com isso.

Não estou julgando este feedback e se você, leitor, não concordar com algum comentário porque a marca que você tanto ama foi desmerecida, não se sinta ofendido, magoado ou me envie e-mails; afinal, quem sou eu para criticar quem você é, quer dizer, as marcas que você gosta?

fonte:[Webinsider]

Diga quem consomes e te direi quem és

Nova rede social Drimio agrupa usuários em torno de suas marcas preferidas - produtos, serviços, websites e qualquer conjunto de logotipos que ajudem a definir um grupo de pessoas e sua personalidade. Faz sentido.

Por JC Rodrigues

No último mês de maio foi lançada no Brasil mais uma rede social. Até aí nenhuma novidade e nenhum motivo para alarde, mas desta vez o componente de união entre os usuários são as marcas, algo tão trivial que me pergunto porque ninguém pensou nisso antes (de uma forma tão específica).

É isto que o Drimio faz - agrupa usuários ao redor de marcas de produtos, serviços, websites, enfim, qualquer conjunto de logotipos que ajudem a definir um grupo de pessoas e sua personalidade.

Segundo o próprio site, sua iniciativa é definida como “…a primeira rede social brasileira focada no relacionamento entre consumidores por meio das suas afinidades com as marcas.”

Particularmente sempre cito em aulas a incrível capacidade que certas marcas têm de criar um vínculo emocional tão grande com as pessoas (não necessariamente consumidores) que estas pessoas se tornam verdadeiros defensores das verdades criadas por trás destas empresas das quais são fãs.

Quem nunca se viu num congestionamento olhando para a maçãzinha da Apple grudada no carro da frente (mesmo que o máximo que o cidadão tenha é um iPod shuffle de 4Gb)? Quem nunca escutou “eu queria tanto trabalhar no Google” (sem saber as algumas metas “agressivas” que a empresa tem com seus funcionários)? Enfim, quem nunca encontrou alguém que amasse ou aspirasse tanto a uma empresa, marca ou produto de forma a ignorar qualquer informação disfórica que possa surgir sobre esta empresa, marca ou produto na mídia. É o sonho de todo publicitário.

Em uma experiência interessante, mostro para um grupo de 90 alunos diversos logotipos e/ou fotos de marcas e peço para que eles digam a primeira palavras que lhes vêm à mente.

Após a seção de brainstorm, apresento questionamentos ou argumentos que façam com que eles confrontem estas ideias pré-determinadas de forma consciente, quer dizer, que pensem duas vezes na existência daquela associação direta entre o termo e a marca. Claro que a intenção destes questionamentos/argumentos é justamente esta, fazê-los refletir sobre o porquê de tal alegação e não promover ou denegrir a empresa em questão.

Apple

(apenas logotipo): “inovação”, “design”, “tecnologia”.

Quando questionados sobre a marca, a reação é interessante: todos gostariam de ter um produto Apple (”um laptop”, “o iPhone”); ainda que menos de 5% deles saibam efetivamente operar um sistema operacional Mac ou apresentar argumentações racionais que justifiquem esse desejo (não, eu não espero que você dê argumentações racionais nos comentários do artigo).

Google

(apenas logotipo): “dominar o mundo” (é sempre o mais citado), “fácil”, “útil”, e variações como “não vivo sem”.

Interessante que aspectos relacionados aos produtos da empresa em si são rapidamente substituídos por uma euforia coletiva quando surge se fala na questão de trabalhar na empresa. Os e-mails com fotos dos escritórios do Google ao redor do mundo fazem brilhar os olhos dos estudantes universitários; pouquíssimos deles, contudo, consegue explicar o que exatamente fazem os funcionários do Google quando estão trabalhando e não jogando pinball.

Harley-Davidson

(propositadamente mostrando um modelo Deluxe): “liberdade”, “estrada”, “motona”.

Claro que a pergunta seguinte foi “Então você tem uma Harley? Já teve? Já andou numa, pelo menos? Você anda de moto?”, seguido de “Não, não, não…e não!”. Por que você gostaria de ter uma dessas então?

Fiat

(mostrando a foto de um Uno Mille 96 e o mais recente logotipo da montadora, em vermelho)

Neste momento cria-se um nó na cabeça dos pupilos; enquanto alguns remetem à idéia da “Fábrica de Italianos Atrapalhando o Trânsito”, propositadamente influenciados pela foto do Uno Mille 96, outros já associam a marca à tecnologia automotiva, uma geração acostumada com o Stilo Connect e Punto Jet e não, como a minha, que imediatamente revive lembranças daquele 147 surrado.

CCE

(apenas novo logotipo): “velha”, “conserta-conserta-estrada”, “começou-comprando-errado”.


Desculpem-me, mas esta marca é uma uninimidade na animosidade do grupo; quando questionados se possuem um produto CCE ou quando foi que o compararam, percebe-se que, entre 90 jovens-adultos de vinte e poucos anos, apenas três ou quatro efetivamente têm um produto da empresa e, ainda assim, comprado quando eles ainda usavam fraldas.

Na sequência questiono: “Mas vocês não acham que, após quase 20 anos, a empresa poderia ter se re-inventado totalmente? Destruído as fábricas antigas, mudado tudo e agora ter produtos de qualidade?”. Argumentação inútil, se é CCE, é ruim, dizem.

O caso desta marca dá ainda mais margem à discussão quando percebe-se que a campanha de comunicação institucional promovida pela empresa ignora totalmente esta consciência coletiva abordando como conceito criativo a questão da empresa ser brasileira (com pessoas tocando pandeiro sobre uma trilha musical tropicaliente). Desculpem, qual mesmo a relevância da empresa ser brasileira se os produtos são ruins? (esse é o questionamento quando o filme da campanha é apresentado ao grupo).

Preconceitos

Mas por que, afinal de contas, existem estes pré-conceitos com relação às marcas e como isso é catalisado pelo meio digital?

A paixão por marcas ao ponto de torná-las um símbolo do que o define como pessoa traz uma contraposição de motivos. Por um lado a necessidade de diferenciar-se de outros a partir da divulgação de uma personalidade fundamentada em valores intrínsecos de marcas.

Uma pessoa com a maçã colada no porta-malas do carro é “cool”, “moderna” (com “inovação”, “design”, “tecnologia”), como adolescentes com camisetas de suas bandas preferidas ou a estampa do Corinthians (São Paulo, Palmeiras, Santos, São Bento) no peito.

A auto-afirmação reforçada por uma marca forte o faz diferente e, em certos aspectos, sentir-se melhor do que aqueles que não são “inovação”, “design”, “tecnologia”.

Similar aos exemplos acima, também há a (forte) necessidade de pertencimento a um grupo, cujos valores são definidos também pelas marcas que carregam. O grupo dos macmaníacos, que sabem como fazer isso, isso e aquilo (enquanto os outros não sabem); o grupo dos Nike-runners, que se encontram no parque do Ibirapuera à noite para uma corridinha rápida de 15km; assim como os Corinthianos (São Paulinos, Palmeirenses, São Bent..) e como os fãs da banda XPTO, apoiam-se nas marcas para definirem seus iguais e, como parte do que as define como pessoas, defendem efusivamente suas posições e gostos.

Outro ponto relevante: boa parte destas empresas não gasta milhões em mídia para alcançar 90% de cobertura com frequência 7 no break da novela-3; quando foi a última vez que você viu uma página dupla do Google na Veja, Época ou Exame? E aquele spot da Apple na rádio XYZ?

Um coisa é certa: não existe marca forte à médio/longo prazo se seus produtos não surpreenderem sempre o consumidor.

Mas não deveria ser assim sempre? Sim, se não fosse a propaganda .

Usar a máquina da comunicação para criar uma marca é fácil, basta ter dinheiro; por sua vez, para criar marcas amadas por consumidores ao ponto de associarem sua vida pessoal aos valores que promovem é preciso menos propaganda e mais produtos. Fale menos e faça mais.

Já fui questionado com relação a alguns produtos que cuidei do “por que você não faz propaganda?”. Não quero aqui crucificar uma classe, mas, em alguns casos como estes que vivenciei, a resposta é “porque não preciso”; e mais, se fizer acabaria estragando um senso de propriedade que os próprios consumidores desenvolveram com relação ao produto.

São tão ligados a ele que trabalham a seu favor como se não houvesse por trás uma operação comercial, uma empresa. A comunicação, neste caso, é sempre voltada a estes influenciadores e amplificadores da mensagem. Uma vez que a mensagem replicada não mais saiu da empresa, ela ganha em credibilidade e perde um pouco do aspecto negativo da publicidade tradicional (empresa falando bem de seus produtos para consumidores).

O boca-a-boca e a construção de marcas já existe desde que o primeiro homem das cavernas começou a grunhir (argumentando que seu pedaço de mamute era mais gostoso que o do outro). A grande diferença hoje está na catalisação dessa mensagem. A internet colocou o grunhido num megafone. Para ilustrar este fato, passei parte de minha aula contando de um problema que sigo tendo com a empresa de móveis Dell Anno, que descontou meu cheque há três meses atrás e até agora nada de me dizerem quando vão entregar uma sala nova.

Compartilho os contratos, cópia do cheque, todos os documentos, conto como atenderam bem no início mas, logo após meu cheque ser descontado, ignoraram completamente minha existência, perderam meu projeto quando o vendedor que cuidava do meu pedido saiu da empresa, não me retornam ligações. Enfim, caso para o Celso Russomano.

Ao final destes cinco minutos de destruição de uma empresa, comento: “acabei de influenciar 90 pessoas com base no meu relato real, com todas as provas e argumentações sobre sua veracidade; meu próximo passo é usar o meio digital para replicar este meu descontentamento e frustração para quem quiser ler, atingindo, talvez mil, dez mil, um milhão de pessoas que identificaram-se com minha situação”. E aí…

Neste momento empresas estão pensando: como gerar fãs da marca e evitar que se crie uma consciência coletiva negativa sobre minha marca. Ou como reverter uma situação negativa já estabelecida. Assunto para próximo texto - alguma idéia?

Vale uma observação final: este texto não visa iniciar uma discussão inflada sobre qual melhor marca, apenas relata algumas experiências no sentido de identificar como uma consciência coletiva criada a partir da mídia social (no seu aspecto mais puro) corrobora para a imagem de uma marca e como as empresas devem se preocupar com isso.

Não estou julgando este feedback e se você, leitor, não concordar com algum comentário porque a marca que você tanto ama foi desmerecida, não se sinta ofendido, magoado ou me envie e-mails; afinal, quem sou eu para criticar quem você é, quer dizer, as marcas que você gosta?

fonte:[Webinsider]

sábado, 16 de maio de 2009

Criando Nomes - Naming

MODELO JOSÉ ROBERTO MARTIINS DE CRIIAÇÃO DE NOMES

Inúmeras pesquisas têm demonstrado que os nomes próprios são mais difíceis de
lembrar, o que já não acontece com os substantivos, que em geral possuem
associações conhecidas pela maioria das pessoas. Por exemplo, carro, caneta e poste
são palavras conhecidas pela maioria das pessoas, cujos significados não requerem
esforços maiores de esclarecimento e, portanto, funcionam como identificações a priori
das “coisas” denominadas. São, portanto, substantivos. Você acha que eles podem ser
“marcas”?

Lingüistas, psicólogos e profissionais internacionais de naming têm proposto
mecanismos que visam entender os meios que facilitam a criação e o processo de
associação entre os nomes e as coisas, fatos, lugares, pessoas etc. Esse desafio é
particularmente relevante quando se pretende desenvolver nomes para empresas,
produtos e serviços, onde as associações ainda não foram formadas pelos futuros
consumidores.

Criar nomes é uma tarefa difícil. As pessoas normalmente desejam nomes “novos” e
“diferenciados” para os seus propósitos comerciais, mas elas não conseguem se
“desgrudar” dos substantivos e das associações que possuem. Em um país onde são
registradas cerca de 100 mil marcas a cada ano, conforme as estatísticas do INPI (que
mostram mais de um milhão de marcas já registradas no país), é quase impossível
criar nomes sem que o cliente se desprenda das associações óbvias geradas pelos
substantivos com os quais ele se habituou.

Facilitando as Associações

Devemos aceitar que os nomes “verdadeiramente” novos estejam desprovidos de
associações, assim como devemos esperar que as impressões e sentimentos em
relação a esses nomes (ou palavras) só possam surgir a partir da massificação dos
novos conceitos, o que só se pode obter através do posicionamento inteligente de
marca de cada novidade. O uso adequado da propaganda e demais esforços de
marketing são, portanto, cruciais.

Por exemplo, uma “árvore” é uma árvore e todo mundo sabe como ela deve se parecer,
onde pode ser encontrada e quais características deve possuir. Nenhuma pessoa sã
precisa ser doutrinada para aprender que uma árvore é um vegetal com raízes, tronco
e copa, de preferência verde e frondosa. Mas, e as palavras “omo” e “coca-cola” ? Do
que se tratam? O que significam? Onde podem ser aplicadas? Quais benefícios
possuem e significam?

Certo, hoje quase todo mundo já sabe que Omo e Coca-Cola são “nomes de marcas”
de sabão em pó e refrigerante, assim como a maioria também reconhece que o status
dessa associação custou muito tempo e dinheiro às empresas que desenvolveram
esses nomes.

Sabemos que tempo e dinheiro são elementos cada vez mais raros para a maioria das
empresas. Por isso, nosso objetivo é criar nomes que facilitem o processo de
associação pelos consumidores. Além de encurtar o tempo de reconhecimento das
marcas (e o início das vendas), outro benefício atraente é a economia dos recursos em
comunicação.

Como nascem os “nossos” nomes?

Os componentes de um nome dependem do sistema de linguagem de cada país, além
do compromisso de posicionamento de cada empresa para si mesma ou para os seus
produtos e serviços. Todavia, os hábitos culturais também contam. Por exemplo, os
norte-americanos são mais susceptíveis que os brasileiros à “informação visual” das
palavras, e, por isso, nomes como “Pentium 4” e “WD 40” são referências nas suas
categorias já que denotam visualmente as características ou atributos dos produtos de
tecnologia e eficiência.

Já os asiáticos se sentem mais confortáveis com as representações visuais (incluindo
as cores) dos nomes (lexicográficas), talvez em virtude das características de sua
escrita, onde detalhes muito sutis podem mudar por completo a interpretação de um
ideograma.

Acreditamos que os povos de língua latina são igualmente influenciados pelos
maneirismos norte-americanos, somado ao feeling oriental. Isso significa que os nomes
devem transmitir “conforto visual” (fazer sentido com as experiências cognitivas do
público em foco) e possuir uma imagem coerente com essa imagem, o que explica em
parte a importância que os brasileiros dão aos logotipos, “símbolos visuais dos nomes”.
Vários estudos comprovam que existe uma certa flexibilidade para distinguir o
significado visual dos nomes do significado da palavra. Por exemplo, uma empresa
pode adotar a tartaruga como símbolo, e mesmo assim não ser percebida como uma
empresa lenta. Agregar um ou mais elementos de força ao nome e desenho, pode
compensar as associações naturais à tartaruga transformando-a em um personagem
rápido, dinâmico ou de grande longevidade, sua outra característica. Esse é um
recurso comum para a maioria dos designers, normalmente pouco reconhecido pelos
clientes conservadores.

O nome, embora novo e diferenciado, deve facilitar a relação do consumidor com a
nova marca. Parte do nosso talento reside na capacidade de conseguirmos antever a
reação experimental do consumidor com a nova palavra.

Como fazemos nomes para o mercado, de imediato não esperamos que o consumidor
entenda ou aprove os nossos nomes através de pesquisas de opinião. Como estamos
criando “palavras e associações novas”, é de se esperar que o consumidor não
disponha de todos os meios cognitivos para se sentir confortável com um nome que ele
provavelmente nunca ouviu antes, pelo menos associado ao novo produto ou serviço.

2006 José Roberto Martins

fonte: Global Brands

Branding

O que é marca?

Podemos dizer que marca é a união de atributos tangíveis e intangíveis, simbolizados num logotipo, gerenciados de forma adequada e que criam influência e geram valor. Marca é um sistema integrado complexo, que promete e entrega soluções desejadas pelas pessoas.

O que é branding?

Branding é o conjunto de ações ligadas à administração das marcas. Tomadas com conhecimento e competência, essas ações levam as marcas além da sua natureza econômica, passando a fazer parte da cultura, influenciando e simplificando as nossas vidas, num mundo de relações cada vez mais confusas, complexas e desconfiadas.

Então por que é importante fazer branding?

Porquê, tendo sua marca uma atuação mundial ou uma apenas local, você deve buscar a otimização do valor dela em relação ao faturamento gerado. Branding não é um trabalho fácil, e não se trata apenas de criar logotipos, desenhar embalagens e bolar propaganda que afague o ego dos envolvidos.

Ao cuidar de branding, atuamos na criação, desenvolvimento, administração e comunicação de marcas.

Muitas empresas já investiram fortunas em comunicação, sem que suas marcas parassem de se enfraquecer, perdessem margens de lucro, participações de mercado e, pior, a confiança dos seus públicos. Essas empresas se desvalorizaram.

Ao iniciarmos uma consultoria estratégica e de branding, atuamos como orientadores das organizações, apoiando sua recuperação e orientando todas as etapas do planejamento estratégico, contribuindo para que a marca entre ou permaneça na galeria daquelas que venceram o disputado jogo do mercado.

O mundo está mudando de forma muito rápida, mas todas essas transformações só vêm reforçar a importância e o destaque que as marcas têm e terão no futuro. A marca não deve apenas ser boa de imagem, precisa, sobretudo, gerar riqueza desde a relação honesta e eficaz com o consumidor, o qual é o juiz, e todos os esforços de branding devem focá-lo.

fonte: Global Brands

Nada mais furado do que lista de marcas valiosas

Do jeito que é feita, a avaliação do valor das marcas das empresas não serve para muita coisa. O futuro são as avaliações e ativos (tangíveis e intangíveis) em tempo real.

Por José Roberto Martins

As marcas AIG, Bear Stearns, Lehman Brothers, Merrill Lynch, entre outras, têm aparecido no noticiário com bastante frequência, mas não pelas razões que as colocaram entre as marcas mais valiosas do mundo, em listas publicadas por importantes veículos.

Pelo contrário, se houvesse uma lista das marcas que já produziram os maiores prejuízos da história do capitalismo mundial, AIG, Lehman Brothers e Merrill Lynch estariam seguramente no topo dela.

As listas de valor das marcas ajudam a celebrar marcas reconhecidamente importantes, além de vender consultoria de avaliação das próprias marcas.

Listas são até úteis. Mas, num estágio ideal, elas deveriam demonstrar as taxas de risco de marcas importantes, o que seria realmente útil. Mas isso já existe, inclusive em escala muito maior. São as notas concedidas pelas agências de ratings, hábeis na construção de métricas reconhecidas pelo mercado.

Embora as agências de ratings também não estejam conseguindo provar a sua utilidade, especialmente para os pequenos investidores que acreditaram nas notas dadas a certas empresas, consultorias inventaram ratings de marcas, os quais a utilidade é ainda mais questionável.

Qual seria a utilidade dos ratings de marcas? A quem ele ajudará? Só podem existir duas possíveis utilidades. Ou eles ajudam os donos das marcas a perceberem riscos para o negócio, ou eles orientarão os consumidores.

Outro exemplo recente vem da Sadia, a qual chegou a celebrar algumas vezes a sua “posição valiosa” nos rankings. Na atual crise, a qualidade do seu atendimento aos investidores, contudo, deixou a desejar no quesito confiança. Itaú e Bradesco igualmente gostam de celebrar tais listas. Ainda em 2008, o Bradesco comemorou o fato de ser a “marca mais valiosa”. É preciso recordar o valor da marca Unibanco em tais rankings.

Os pesquisadores que investem tempo nessas listas sabem que os seus esforços têm limites muito extensos. Para que as marcas sustentem no mundo real a valorização que apregoam, deveriam também reconhecer nas suas avaliações os inúmeros fatores tangíveis e intangíveis que afetam as organizações que controlam as marcas, como a confiança.

Alguns pesquisadores têm afinado o discurso, e recentemente passaram a reconhecer a influência e valor dos demais ativos intangíveis por trás das marcas. Portanto, não deve surpreender que em breve vejamos as listas de avaliação de marcas desaparecerem e darem lugar às listas de avaliação de ativos intangíveis.

Sem um trabalho abrangente de avaliação, que demonstre diversos recursos de análise pelos interessados, as listas de avaliação de marcas serão apenas um recurso de autopromoção, e que será comprado por empresas que esgotaram os seus recursos inteligentes de comunicação.

Por conta de situações dessa natureza é que os investidores continuam recebendo indicações de que as coisas vão bem, quando absolutamente todos só querem mesmo é fantasiar a realidade.

Diante disso, podemos concluir que nem todas as listas são inúteis. Eventualmente elas são produzidas por equipes profundamente ocupadas em contribuir com o mercado.

Serão úteis, nesses casos, quando forem capazes de fornecer recursos valiosos para a tomada de decisões e a antecipação de riscos graves.

Por exemplo, teria sido útil uma lista que instigasse os compradores de CDBs dos extintos Banco Nacional, Banco Santos sobre a real condição desses papéis, e que se aprofundassem suas pesquisas a respeito do comportamento dos bancos nos bastidores.

Além disso, é necessário destacar que a GlobalBrands acredita no valor contextual dos ativos intangíveis (incluindo as marcas).

Isso significa que o seu valor só pode ser determinado em conjunto, especialmente para efeitos de divulgação, e até da promoção de imagem. As marcas só podem ser segmentadas dos demais intangíveis através de avaliações individuais, onde são revelados e avaliados segredos comerciais, industriais e de relacionamentos, os quais não são captados pelas listas públicas.

O futuro são as avaliações e ativos (tangíveis e intangíveis) em tempo real.

De fato, tudo indica que não há outra saída. [Webinsider]

Mas o que é branding, afinal?

dO termo branding é mal compreendido e está sendo usado para explicar qualquer coisa. No entanto, atrair consumidores para a sua marca é o trabalho mais relevante que um profissional de marketing pode fazer.

Por Monica Sabino

De uns tempos para cá, em toda parte começou a aparecer o termo branding, a buzzword preferida dos marketeiros. Tudo é uma questão de branding, ações de marketing viraram ações de branding, as justificativas de se estourar o orçamento deste mês são, sem dúvida, um problema de branding, e até algumas agências de design viraram agências de branding.

No começo desse mês, eu li no Branding Strategy Insider esse post, que fala sobre como o branding está precisando trabalhar no seu próprio branding.

Eu explico. O abuso do termo não é exclusivo dos brasileiros, e tem causado irritação e frustração nos outros profissionais (que não os de marketing) nas empresas. Porque na prática, como o termo branding está sendo usado para explicar qualquer coisa, tem virado piada e sinônimo de blá-blá-blá. Quando foi que a palavra virou algo misterioso que não sabemos bem a que se refere?

Uma marca ou brand é a percepção dos consumidores sobre um produto, serviço, experiência ou organização. Não o que os profissionais de marketing pensam que a marca é, mas o que ELES, os consumidores acham que ela é.

Portanto, por princípio, não existe marca em um escritório de design. Ou num boardroom. A marca está nas ruas, nas casas, sendo vivida e experimentada. O design, o sistema de identidade de uma marca, é sim, importantíssimo, crucial. É a estratégia em forma visível, como dizia o pioneiro Wally Ollins. Mas não é a totalidade do que é a marca.

Para a American Marketing Association, branding não é fazer com que um consumidor escolha uma marca ao invés da marca concorrente. É fazer com que um potencial consumidor perceba a marca como a única solução para o que ele busca. A única escolha lógica para o que ela está oferecendo. Branding é um sistema de comunicação que deixa claro porque a marca importa. É achar e comunicar algo que atraia os consumidores para a marca, ao invés de você ter que caçá-los de modos, algumas vezes, bem caros.

E não adianta ser apenas diferente. Diferente é ótimo, claro. Nossa atenção vai direto para o que é diferente. Tem que ser relevante. Tem que ser solução. E não porque eu digo, mas porque o consumidor, o usuário está dizendo.

Branding é atrair esses consumidores para a sua brand. É o trabalho mais relevante e de maior ROI que um profissional de marketing pode fazer. Branding te faz saber o que dizer antes mesmo de que você abra a boca. Portanto o diretor financeiro tem que cobrar o bom branding, porque ele aumenta as chances de retorno do investimento na marca. E não ter medo de quando o diretor de marketing usa a palavra de modo enigmático.

Da próxima vez que ouvir o termo mal-utilizado, passe a mensagem para frente. Pergunte o que o consumidor achou. Pergunte como isso torna a marca a escolha lógica. Como isso atrai os consumidores para que não se tenha que caçá-los. Para que quando formos falar de branding, falemos de verdade, que o assunto é importante. [Webinsider]

Tempos de crise? Hora de investir na marca

É na cabeça dos consumidores que se forma a imagem de uma marca forte. A confiança acontece quando são propostos atributos que o mercado ou a sociedade desejam. Quando a marca consegue vem a lucratividade de longo prazo para a empresa.
Por Cezar Bianchi

Um estudo feito pela BrandAnalytics e pelo jornal Valor Econômico mostra que as ações de empresas com nomes reconhecidos pelos consumidores podem ser uma opção defensiva na crise atual.

Grandes marcas brasileiras passaram pela crise que começou nos EUA de maneira pouco traumática, sem ganhos, mas também sem perdas, enquanto o Ibovespa caiu 7%.

Segundo o jornal, este resultado se assemelha à pesquisa internacional realizada pela Milward Brown, que mostra as marcas americanas com melhores atributos econômico-financeiros e do consumidor (como lealdade e confiabilidade, por exemplo) tendo um desempenho superior ao índice das 500 maiores empresas do mercado (Standard&Poor’s 500).

Isto não é nenhuma novidade. Em janeiro de 1998 um comparativo entre a Coca-Cola e a GM demonstrava que a montadora americana possuía um valor de ativos estimado em US$ 229 bilhões, enquanto a multinacional de refrigerantes contabilizava US$ 17 bilhões. Com base nestes números, muitos investidores escolheram a General Motors. Porém, nesta mesma data, a marca Coca-Cola era maior que o dobro do valor da GM inteira.

Analisando os dados acima podemos notar a importância de se criar uma marca forte na cabeça dos consumidores, pois é lá que se forma a imagem da empresa. Esta confiança acontece quando marcas constroem atributos relevantes ao mercado e a sociedade que garantem uma boa percepção e a continuidade dos negócios. Tudo isso, consequentemente, contribui para o equilíbrio no valor de suas ações.

Em épocas de crise, como agora, a marca se torna um porto seguro, minimizando os riscos de compra dos consumidores e investimento dos acionistas.

A gestão com foco na marca busca justamente a construção de atributos que resultem em lucratividade de longo prazo para a empresa. Estes atributos devem ser altamente reconhecíveis e relevantes aos stakeholders da empresa, além de coerentes com o posicionamento de marca, que deve ser claro e distintivo.

Portanto, os gestores devem acreditar na importância de uma marca forte (hoje em dia, o valor da marca já faz parte dos balanços anuais de algumas empresas), sobretudo para a continuidade e sobrevivência do empreendimento, mesmo que, a curto prazo, os resultados sejam subjetivos e difíceis de serem medidos.

Tendência para 2009: marcas de otimismo
Crise, recessão, conflitos e desemprego. Atualmente vivemos numa época cercada de incertezas e desconfianças, enquanto todas as previsões para 2009 mostram um cenário de turbulência. As pessoas realmente estão temerosas, mas é em momentos de crise que nascem as oportunidades.

Se analisarmos as eleições americanas e a incontestável vitória de Barack Obama, fica evidente a demanda dos eleitores por uma transformação na atitude dos seus governantes. Esperança e mudança foram as bases utilizadas na candidatura de Obama para construir um país diferente. Funcionou. A necessidade era clara e a situação/oportunidade pedia um herói no corpo de um candidato. Obama conseguiu, em escala global.

Barack Obama, com sua marca pessoal, conseguiu o que muitas corporações tentam durante décadas, conquistar defensores e seguidores de sua marca utilizando uma maneira simples, direta e muito bem alinhada às expectativas dos norte-americanos.

Enquanto seus concorrentes buscavam frases aspiracionais ou patrióticas como slogan, Obama, com seu “Change”, criou um posicionamento. Quantas marcas você conhece que conseguiram algo assim com apenas uma palavra?

Depois disso, vemos que a busca pelo lado bom das coisas vem aumentando. Grandes marcas como Pepsi, Starbucks e Coca-Cola estão seguindo esta tendência.

Generation optimistic
Primeiro foi a Pepsi, pegando carona na eleição. A empresa detectou que 95% dos americanos nascidos entre 1980 e 1990 possuem uma visão “particularmente esperançosa” sobre o futuro.

Numa campanha que está sendo chamada de “Generation Optimistic”, a empresa lançou seu novo logotipo citando palavras e frases utilizadas por Obama, como “hope”, e “yes, you can”. Além desta evidente apropriação, o novo símbolo substitui as letras “o” das palavras, exatamente como o logotipo de Obama, durante a campanha presidencial.

Foi criado, ainda, um site onde personalidades convocam os cidadãos a enviar um vídeo com sugestões para o novo presidente. “Refresh America” é uma corrente de ideias de melhores práticas e atitudes para mudar os EUA.

I’m in
Seguindo esta linha colaborativa, a Starbucks foi além. O envolvimento deixa de ser virtual e promove o voluntariado onde, efetivamente, é preciso colocar a mão na massa. A campanha pretende que as pessoas doem um pouco do seu tempo, cerca de uma hora por dia durante uma semana, com atividades para deficientes ou pessoas carentes. O filme da campanha mostra um trecho do discurso de Barack Obama onde ele convoca os americanos para uma nova era de responsabilidades.

Open happiness
Na Coca-Cola, a nova campanha apresenta o slogan “Open happiness” buscando resgatar a alegria em meio aos tempos de crise. Ela dá continuidade à visão otimista da empresa iniciada com a campanha “O lado Coca-Cola da vida” e ganha mais força agora, com o filme de lançamento, que mostra uma onda de felicidade tomando conta de uma cidade, e depois do mundo, a partir de uma garrafa de Coca-Cola.

No Brasil esta tendência ainda não se manifestou de forma clara e impactante. Há apenas casos isolados, como o do grupo UltraFarma, que decidiu manter os preços dos medicamentos comprados no mês de janeiro em suas lojas até o fim do ano, numa clara demonstração de confiança nos tempos de crise. Mesmo sendo uma decisão otimista, ela é baseada em preço, o que pode não ser bom para a marca a longo prazo.

Otimismo em tempos de crise vende, mas ele deve ser verdadeiro, começar dentro da empresa, incorporado como cultura e, só então, ser comunicado com coerência e simplicidade, somando-se aos atributos da marca.

Criar um slogan ou bordão apenas pode não ser suficiente para uma marca que possui uma imagem sem profundidade. Somente desta forma, a mudança será percebida como relevante pelos consumidores e adequada às necessidades de uma sociedade à procura de tempos melhores. [Webinsider]

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Afinal, para que serve mesmo uma marca?

Estratégias bem sucedidas de construção e gestão de marcas podem conduzir empresas grandes e pequenas a vender mais e também cobrar mais. Veja alguns passos que ajudam muito a chegar lá.


Por Fabio Fiorini

Mesmo diante de casos fantásticos e de grandes resultados em imagens e vendas, muitas pessoas têm dúvidas sobre esta questão das marcas e estratégias de branding.

Dúvidas, se realmente isto vale para todas as empresas!

Querem saber a minha opinião?

A marca e suas estratégias de branding são elementos fundamentais para as empresas ganharem cada vez mais mercado e dinheiro, através de resultados sustentáveis de imagem e vendas.

Para traduzir esta importância estratégica em fatos reais, como sempre costumo pregar, vou transcrever abaixo um trecho que um artigo publicado na Revista Consumidor Moderno, de junho de 2008. O artigo trata especificamente sobre marcas, reputação, imagens e intangíveis: um fim na confusão.

“Marcas são relevantes para o negócio e como tal têm seu valor. Sua principal contribuição para o negócio reside, variando de setor para setor, de negócio para negócio, em contribuir com dois grupos de fatores centrais do sucesso das empresas – (i) reputação e imagem e (ii) competitividade e resultados.

Marcas bem construídas e com valor e princípios alinhados ao seu posicionamento e públicos contribuem para boa reputação e imagem das empresas ao agregarem “comerciabilidade” aos produtos, serviços e à própria companhia (em função de serem mais facilmente aceitas, por serem mais facilmente reconhecidas).

Igualmente, marcas bem construídas trazem competitividade e resultados às empresas, pois significam a possibilidade de cobrar prêmios em seus preços por conta dos elementos ligados à sua diferenciação e ao posicionamento exclusivos.”

Vejam só que coisa! Vejam só que maravilha!

Para vender mais, é preciso ter uma marca bem posicionada! Se isso acontece, você pode vender mais caro. Se isso acontece você pode vender mais. Se isso acontece você será mais reconhecido e venderá mais…

Se convenceu?

Trabalhar bem a sua marca (seja uma mega, grande, media, pequena ou micro empresa) é fundamental para os resultados da sua empresa. Tenha certeza disso!

Para exemplificar com um caso real, vou fazer uma pergunta: você compra sempre a roupa mais barata ou escolhe alguma marca? Por que você escolhe no supermercado alguns produtos que são mais caros que os outros? Por que compramos um iPod, se temos MP3 players mais baratos e com mais memória?

A lista é infinita…

Trabalhar a marca não é fácil, mas é preciso começar. Veja alguns passos:

  • Saber os diferenciais da sua marca x dos seus concorrentes (faça pesquisas);
  • Saber o motivo real da compra dos seus consumidores;
  • Saber se o que você quer para a sua marca é o mesmo que seus consumidores entendem que ela é;
  • Saber se o que você quer para a sua marca é o mesmo que seus funcionários entendem que ela é;
  • Saber se suas peças de comunicação transmitem seus diferenciais;
  • Combinar tudo isso e saber se isso é responsável por aumentar suas vendas;

Este é o início de tudo para reconstruir a sua marca para que ela seja poderosa e vendedora!


Invista tempo nestas questões e verá que tem informações suficientes para transformar os resultados do seu negócio! [Webinsider]

sexta-feira, 15 de maio de 2009

Setor de marcas próprias deve crescer 15% em 2009

A maior presença dos produtos de marcas próprias nas residências do Brasil faz crescer essa indústria. Para este ano, a Associação Brasileira de Marcas Próprias e Terceirização (Abmapro) estima que o faturamento do setor cresça 15%.

No ano passado, um estudo da Nielsen mostrou que os itens de marca própria estavam presentes em quase metade das residências brasileiras (48,9%), o que equivale a aproximadamente 18 milhões de domicílios. O número de itens de marca própria cresceu 31% em 2008, alcançando um total de mais 45 mil produtos disponíveis, de acordo com o levantamento.

O movimento também é notado fora do país. Nos Estados Unidos, segundo levantamento da Lightspeed Research, 32,4% da população adquire mercadorias de marca própria.

“A crise econômica global representa uma grande oportunidade para esse nicho. Os consumidores tiraram as marcas premium do carrinho de compra, por uma questão de necessidade, e experimentaram os de marca própria, cerca de 20% mais baratos, normalmente”, afirma Neide Montesano, presidente da Abmapro.

Palestra
Para explicar e reforçar o conceito de marca própria, além de apresentar um panorama do segmento no cenário mundial, Neide fará uma palestra, neste mês, em São Paulo, durante o 25º Congresso de Gestão e Feira Internacional de Negócios em Supermercados. A executiva vai abordar temas como políticas comerciais de marcas próprias, mercado norte-americano e posicionamento de marcas, entre outros temas.

Além da palestra, a Abmapro organizou o Espaço Marca Própria, também no congresso, para facilitar a troca de conhecimentos e possibilitar novas oportunidades de negócios com os supermercadistas. O espaço, com 100 metros quadrados, reunirá empresas fabricantes de produtos de marca própria ou de terceirização, como Alca Foods, Big Foods, Emifor, Emba Lixo, Vinhos Crevelim, Flores Mágicas e Carvão Arco-Íris, Victoriano Representações.

Serviço
Apas 2009 – 25º Congresso de Gestão e Feira Internacional de Negócios em Supermercados - Palestra Marcas próprias e o novo cenário mundial
Palestrante: Neide Montesano, presidente da Abmapro – Associação Brasileira de Marcas Próprias e Terceirização
Data: 19 de maio
Horário: Das 15h às 17h
Local: Expo Center Norte - Rua José Bernardo Pinto, 333, Vila Guilherme, São Paulo/SP

fonte: Pequenas empresas | Grandes Negócios
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