segunda-feira, 11 de maio de 2009
20 dúvidas frequentes sobre o registro de marcas
Nove entre dez empresas e pessoas físicas em dúvida sobre o processo e os requisitos para o registro de marcas no Instituto Nacional de Propriedade Industrial (INPI) fazem mais ou menos as seguintes perguntas:
1. Já tenho meu registro na Junta Comercial. Preciso registrar a marca?
Sim. O registro na Junta Comercial tem abrangência estadual; a marca registrada no INPI tem abrangência nacional. Além disso, o registro da marca no INPI pode cancelar o registro na Junta Comercial.
2. Qual a vantagem de ter uma marca registrada?
Basicamente a marca é registrada de forma defensiva ou ofensiva. Ou seja, você pode registrar uma marca para evitar que alguém tente impedi-lo de usá-la (caso das pequenas empresas) ou para evitar que os outros usem essa marca (geralmente estratégia de empresas médias e grandes).
Só uma marca registrada pode gerar receita através de licenciamento, franquia ou venda.
3. Se tiver problemas eu mudo de marca, certo?
Errado. Você pode até mudar de marca, mas isso não evita que você responda pelo uso que fez da marca registrada de outra empresa. Nesses casos, é comum que o titular da marca exija indenização, além da mudança imediata da marca.
Só na mudança de marca você já tem prejuízo: imagine ter que mudar todos os impressos, veículos, fachada, placas, carimbos e até o registro na Junta Comercial.
4. Mas o nome da minha empresa é o meu sobrenome. Então não preciso me preocupar, certo?
Errado. Um dos maiores erros é imaginar que, sendo seu sobrenome, não há riscos. Existem outros parentes com o mesmo sobrenome; muitos talvez você nem conheça e nada impede que um deles tenha uma empresa no mesmo ramo que o seu. Então é importante que você proteja sua marca antes que outro o faça, e o impeça de usá-la.
5. Fiquei sabendo que existe outra empresa com o mesmo nome (marca) que uso. Então não posso registrar minha marca?
Talvez. No Brasil as marcas são registradas por classes. São 45 classes diferentes, que reúnem produtos ou serviços com afinidades. Então podemos ter a marca “Continental” registrada para uma empresa na classe de Cigarros e para outra na classe de Eletrodomésticos e assim por diante.
Se a empresa citada estiver usando a marca para outro produto ou serviço, é bem possível que você possa proteger sua marca. Além disso, se o uso for para a mesma atividade mas você tiver como provar que usa a marca há mais tempo, também há chance. É preciso estudar o caso detalhadamente.
6. Custa caro registrar uma marca?
Não. Para pedir o registro de uma marca você gasta uns mil reais. É um investimento baixo, comparado ao risco de poder ser impedido de usá-la e ainda estar sujeito a ser processado e ter que pagar uma indenização. Para microempresas, entidades sem fins lucrativos e pessoas físicas, várias taxas têm redução de 50%.
7. Mas se eu não registrar, qual pode ser meu prejuízo?
É difícil quantificar um problema que pode até nem acontecer, mas vamos tentar: se você não registrar, mas alguém fizer isso e sua empresa pode ser processada por uso indevido de marca e o autor do processo poderá solicitar indenização. Essa indenização varia entre 3% e 5% do faturamento bruto de sua empresa nos últimos cinco anos.
Caso ele somente solicite que você pare imediatamente de usar, isso pode ser exigido com um, dois ou mais dias, a critério do proprietário da marca (cabe ao juiz concordar ou não com esse prazo). Você terá que desembolsar os valores referentes à impressos, fachada, notas fiscais, veículos adesivados etc.
Veja mais conteúdos como esse em Microsoft Pequenas Empresas
8. Quem pode registrar uma marca?
O INPI estabelece que para o registro da marca você deverá exercer licitamente a atividade para a qual pretende proteger a marca. Por exemplo, se você pretende registrar uma marca para proteger artigos do vestuário, deverá provar que exerce essa atividade. Geralmente isso é feito através do objetivo social descrito no contrato social da sua empresa, por isso geralmente as marcas são registradas por pessoas jurídicas.
9. Então uma pessoa física não pode registrar marca?
Sim, em alguns casos. Os profissionais liberais, por exemplo, podem comprovar facilmente o exercício da atividade. Então advogados, engenheiros, arquitetos, dentistas, contabilistas e muitos outros podem registrar marcas. Mas esse registro deve ser vinculado à atividade que exercem; um engenheiro não pode registrar uma marca para o “produto” cimento ou para confecções; somente para “serviços de engenharia”.
10. São só essas profissões que podem registrar marcas como pessoas físicas?
Não. Como dissemos antes, a exigência do INPI é que você comprove que exerce a atividade licitamente. Então, se você for, por exemplo, organizador de eventos e tiver registro como autônomo na prefeitura da sua cidade, poderá fazer o registro da marca dos eventos que criou.
Essa regra vale para outras atividades também. Outra exceção é para os agricultores inscritos no Incra, que podem registrar marca para todos os produtos relacionados à atividade agropecuária - cereais (arroz, milho, feijão etc.); carnes (aves, suínos, bovinos, peixes etc.); legumes e verduras.
11. Qual a proteção que tenho ao registrar uma marca?
O registro da marca garante ao seu titular o direito de exploração comercial da marca, o direito de impedir que terceiros imitem, reproduzam, importem, vendam ou distribuam produtos com sua marca sem sua autorização.
12. Então, ao registrar a marca “Continental” para eletrodomésticos, terei a marca protegida e ninguém poderá usá-la, certo?
Errado. Você terá a marca protegida e ninguém poderá usá-la na atividade ou produto para o qual você pediu o registro. Outras atividades ou produtos podem até ter uma marca igual à sua. Veja a marca “Continental”, por exemplo. É registrada para eletrodomésticos para uma empresa, cigarros para outra, hotéis para outra, transportadora e vários outros segmentos, sempre para empresas diferentes.
13. Não entendi. Então qual é a função do registro de uma marca?
Simples: a marca é registrada para evitar que os consumidores comprem produtos ou serviços de outra empresa achando que estão comprando da sua marca. A principal função do registro de marcas é evitar que o consumidor seja iludido, enganado. Por isso há a possibilidade de registro de marcas iguais em classes diferentes por empresas diferentes. O cliente que deseja uma lavadora Continental não vai se confundir com um pneu Continental.
14. Então se uma marca (mesmo famosa) não tiver registro para um determinado produto ou serviço, posso registrá-la?
Calma, existem exceções. Marcas muito conhecidas recebem uma proteção especial do INPI, mas isso não é nenhuma irregularidade, lobby ou coisa assim. É simplesmente a manutenção do mesmo princípio que guia o registro da marca - “evitar que o consumidor se confunda”. Imagine ter uma marca Farmácia Gerdau. Certamente todos pensariam que tem vínculo com a Gerdau S/A, certo? E uma lanchonete Coca-Cola? Confecções MacDonald’s?
15. Minha empresa vende tapetes. Minha marca é Rei dos Tapetes. Posso registrá-la?
Sim! Mas, atenção, toda marca que é “evocativa” (que engrandece suas qualidades) ou “descritiva” (descreve o produto ou serviço) é considerada marca fraca. Ou seja, ela pode ser registrada por sua empresa, mas outras poderão registrá-la também, porque ela não tem o que comumente chamamos de “características distintivas”. É uma marca tão diretamente ligada ao produto que não pode ser exclusiva de nenhuma empresa.
16. Então não vale a pena registrar esse tipo de marca?
Depende. Se você tem um logotipo que o diferencia e, dentro da região onde atua, é reconhecido, vale a pena sim. Lembre-se que a marca tem função defensiva também. Ou seja, neste caso você fará o registro para evitar que outra empresa a registre e o impeça de usar sua própria marca.
17. Posso registrar como marca nome de personagens de histórias em quadrinhos ou do cinema?
Não. Apesar de muitos deles não estarem registrados em nenhuma das 45 classes previstas no INPI, existe uma restrição na própria Lei de Marcas (lei 9.279) que proíbe que títulos ou personagens protegidos pelo direito autoral sejam registrados como marca, salvo com consentimento do autor. Esse tipo de erro é especialmente mais comum em conjuntos musicais, bandas de rock etc.
18. Qual é o “prazo de validade” de um registro de marca?
No Brasil o registro de marca é concedido por períodos de dez anos e pode ser renovado indefinidamente. Mas o titular da marca tem que solicitar a renovação do seu registro durante o nono ano de vigência do registro, caso contrário ele pode perder a marca.
19. Se eu não renovar minha marca, alguém poderá registrá-la em seu nome?
Sim. Esse é um problema muito comum, especialmente quando a empresa entra em processo de falência é freqüente a perda de prazo. Além desses casos, muitas vezes a empresa simplesmente perde o interesse na marca e abandona o produto/serviço. É uma excelente oportunidade para que alguém que procura por uma marca nova.
Essas marcas, abandonadas, estão legalmente livres para que qualquer um as registre. Muitas delas ainda têm forte apelo de mercado e consumidores fiéis.
20. E as marcas mistas, devo registrá-las?
Sim. As marcas mistas, também chamadas de logomarcas ou logotipos, são fundamentais para a diferenciar seu produto ou empresa dos demais.
Quando você tem somente o registro da marca nominativa, tem somente o texto. Se um pirata copiar seu logotipo com outro texto, somente com o registro da marca mista você terá como de proteger. Se você tem o registro na forma nominativa apenas, pode ter problemas com um concorrente que imite seu logo e escreva nele um nome parecido.
Encontrei esta matéria no Ifd Blog
autor: Rudinei Modezejewski
fonte: webinsider
domingo, 3 de maio de 2009
Os termos corretos para o design brasileiro
Por Gilberto Alves Jr.
O design é uma profissão nova e por isso padrões ainda não existem ou estão sendo produzidos e difundidos. Não temos padrão para quase nada, desde salário até saber o que é e o que deixa de ser a profissão. Entre esses padrões que ainda não existem, está o padrão terminológico. Em profissões antigas os termos estão bem claros e não há dúvidas sobre eles, mas no nosso caso, sempre temos que estudar um termo novo para verificar se a utilização dele é correta ou não.
Justamente por causa dessa falta de paradigmas alguns profissionais e professores utilizam e difundem termos que não são os melhores para determinados objetos. Um deles e talvez o mais polêmico é o logotipo.
Vira e mexe temos a mesma discussão sobre esse termo, não só aqui na [dG] mas também nas agências, com os colegas, com clientes etc. Por isso eu penso que seja muito importante sermos bastante sérios a este respeito, para o bem e o crescimento dessa profissão. Então vamos analisar alguns termos e sua raiz etimológica para ver se estão corretos ou são só vícios de linguagem.
Logomarca, um erro
Muito utilizado principalmente por publicitários e marketeiros, este termo tem se difundido também entre os profissionais do design para se referir ao logotipo. Muita gente diz que está errado, outros dizem que está correto, alguns defendem o neologismo, outros afirmam que é uma aberração, mas só a pesquisa nos trará luz à questão.
Logomarca como neologismo
Neologismo é a criação de um nome novo para alguma coisa, ou um novo significado para um nome velho. Para que a "logomarca" seja um neologismo, temos que admitir que é um termo novo ou que é um termo antigo que está sendo tomado por um novo significado. Sim, admito que "logomarca" é um termo novo, mas isso não significa que seja correto empregá-lo como sinônimo de logotipo. Qualquer palavra pode ser um termo novo para algum objeto, desde que o povo a utilize para este mesmo objeto ou sentido. Mas isso não significa que esteja correto. A menos que seja uma forma conotativa da palavra, o que não é o caso da logomarca, desde que este termo é utilizado para um único tipo de objeto e significado. Então, não podemos aceitar o termo logomarca simplesmente por ser um neologismo.
Sentido etimológico do termo
O termo logomarca é formado pela união de "Logo" e "Marca".
Logo, vem do grego Lógos. Significa palavra, uma narração ou pronunciamento, verbo, conceito, idéia. Mas não palavra como esta é falada ou escrita, mas o significado dela, ou seja o conceito. Reforço ainda o conceito de Logos dizendo que o termo "palavra" puro e simples no grego é Lexi.
Marca, vem do germânico Marka. Quando traduzimos do germânico, ou mesmo do português ou inglês para o latim temos o termo Signum, que traduz-se claramente para significado. E mesmo no português, e no uso moderno da palavra marca significa tudo aquilo que uma empresa representa. Sendo assim, logomarca é um termo redundante: significado do significado. Assim vemos porque não podemos utilizar este termo para falar sobre um Logotipo.
Logotipo, um possível padrão
Nunca vi absolutamente ninguém dizer que este termo está errado. Mas mesmo assim, vamos analisá-lo para ter certeza disso. Esta palavra é formada pela união dos termos "Logo" e "Tipo". "Logo", como já foi explicado, significa o conceito, idéia ou significado de uma palavra.
Tipo, do grego týpos. Em inglês traduzimos para type, que para o português significa tipo, gênero; figura; sinal, símbolo; modelo, amostra, maquete. É aí que mora o perigo: é muito mais difícil estudar qualquer assunto em português do que em inglês porque temos muitos significados para uma mesma palavra. Tipo neste caso significa um sinal ou símbolo, uma figura, um desenho. Exemplo: as vogais como "a", são tipos (símbolos gráficos) dos sons que emitimos.
Para este mesmo termo, temos ainda dois outros correspondentes em grego. Se você procurar um bom léxico inglês-grego, e procurar o termo logotype (tudo junto, não um depois o outro) você vai ver que symplegma e logotypos têm o mesmo significado já explicado acima. Aliás, poderíamos mesmo adotar como um neologismo o termo "symplegma". Imagina só o seu diretor de arte dizendo: "hum, esta symplegma não está como o cliente pediu"!
Sendo assim logotipo é: o símbolo visível de um conceito. Este termo é perfeito para o que ele significa pois é justamente o que fazemos. Temos uma empresa cliente que nos dá um conceito (logo) a trabalhar, e nós somos incumbidos a fazer um símbolo gráfico (tipo) para este conceito. Este tipo pode ser somente um desenho, sem nenhuma letra para se ler, ou somente as letras do nome da empresa mas desenhadas de forma que mostrem o conceito. Ou pode ser um desenho e o nome da empresa, juntos, mostrando o símbolo gráfico de um conceito ou logotipo.
Sinal gráfico, uma alternativa coerente
Alguns mestres de programação visual e outros profissionais estão trazendo este novo termo, este sim um bom neologismo, para o meio. Sinal, do latim Signum, significa tudo que faz lembrar ou representar alguma coisa, ou seja um significado ou conceito.
Gráfico, do grego Grafikos, significa alguma coisa colorida, pintada, desenhada, uma representação visual de algo. Seria um sinônimo de typos, porém com uma conotação de cor, colorido e menos de um símbolo gráfico, ainda que tendo sim este significado. Sendo assim, sinal gráfico significa também: o símbolo visível de um conceito.
Identidade visual, muito bom se usado corretamente
Este é outro termo utilizado por alguns designers, tem um significado bem claro e objetivo. Identidade é o conjunto de peculiaridades de uma pessoa, coisa ou empresa. Visual, o que se pode ver. O problema desse termo é que ele não enfoca o conceito, a idéia, a palavra. Mas significa, no ramo do design, as peculiaridades gráficas de uma empresa. Essas individualidades visuais são muito mais abrangentes que somente o logotipo, pois abrangem o site, os cartões de visita, os carros, uniformes, enfim, todo aparato visual de uma empresa.
O termo correto, sempre!
Como já disse, somos já membros de um corpo de profissionais que sofrem bastante com a confusão que a sociedade ainda faz conosco, por ser o design uma profissão nova. O mínimo que podemos fazer é ser coerentes ao falar de um dos mais importantes ramos de atividade do design que é a logotipia.
Abraços,
Gilberto Alves Jr.
fonte: designgrafico.art.br
domingo, 26 de abril de 2009
Logomarca? Porque sim e porque não
Por Guilherme Sebastiany
Em onze anos de atuação em design de marcas, vi todo tipo de argumento pró e contra o termo “logomarca”. Este artigo não pretende colocar um ponto final no assunto, nem levantar mais uma bandeira, mas sim para jogar um pouco de luz na discussão.
Para tanto, selecionei alguns dos argumentos mais comuns utilizados em ambos os lados para avançar a discussão.
1. “Logomarca não existe, é coisa de publicitário”
Durante as aulas de programação do curso da FAUUSP, no 3o ano, pela primeira vez ouvi um professor afirmando que “logomarca” era “coisa de publicitário” e um termo equivocado que, até então, eu como muitos alunos, utilizávamos.
Vi esta situação ocorrer em diferentes momentos, de mesas de bares, a fóruns na internet, muitas vezes com uma grande dose de preconceito. O próprio glossário da ADG reconhece o termo como existente, porém afirmando que é de uso publicitário.
No entanto, importar richas antigas de reserva de mercado para esta discussão não ajuda em nada. O uso de um termo simplesmente para delimitar fronteiras não é o ponto principal da discussão entre as diferentes visões de projetos entre designers e publicitários. Mas certamente transformou-se em uma bandeira. O que é uma pena, pois cada vez mais é na aproximação e não do distanciamento destes profissionais que trabalhos inovadores estão surgindo em parcerias benéficas para ambas as partes
2. “Logomarca não existe, é coisa de brasileiro”
Outro argumento que surge vez ou outra, é de que “logomarca” é uma manifestação tipicamente brasileira, similar ao que acontece quando os pais juntam partes de seus nomes para dar nome ao filho.
No entanto, em pesquisas realizadas para o curso online de manuais de identidade visual da Design Total, consegui acesso a imagens de manuais americanos e europeus das décadas de 70 e 80. Em alguns deles aparecem os termos “logomark” e “logomarca”.
Não posso afirmar que este é um termo importado e nem que surgiu em paralelo aqui e no exterior. Mas o que chama a atenção nestes manuais americanos das décadas de 70 e 80 não é a presença desta palavra apenas, mas de uma variedade enorme de termos usados dar formas mais diversas.
Mark, brand, brandmark, logo, symbol, logotype, logomark, trademark, tradelogo e mais uma série de outras palavras aparecem sem significado único, com os mesmos termos sendo usados hora para designar símbolo, hora logotipo, hora assinatura.
O que isso nos mostra é que a imprecisão da terminologia usada no design de marcas não é questão restrita ao Brasil.
Por outro lado, há de se notar que os manuais do final da década de 90 em diante não apresentam mais essa parafernália de termos, e que não ocorrem mais equívocos ou dissonâncias quanto ao uso de symbol para sinal gráfico e logotype ou typeface para designar sinais tipográficos.
De alguma forma essa mudança nos mostra que houve neste intervalo de tempo algum consenso ou convenção no uso de termos e significados.
3. “Logomarca existe porque eu li num livro”
Dizer que “logomarca” existe e que seu uso é correto simplesmente porque alguém publicou um livro afirmando isso também não me parece um bom argumento.
Nossa profissão é muito jovem ainda e, com raras exceções, os pioneiros do design e muitos da segunda geração possuem formações diversas: artes plásticas, publicidade, arquitetura ou mesmo engenharia e direito.
É natural neste contexto que termos úteis ao dia-a-dia sejam cunhados e passados adiante no convívio profissional e na publicação de textos e artigos. Porém o problema aqui não é estético, entre o popular e o erudito de uma profissão em formação. O que preocupa verdadeiramente é o significado. Diferentes autores que defendem o uso de “logomarca”, independente de sua formação, atribuem ao termo significados diferentes. E isso pode trazer problemas.
Já vi autores e profissionais afirmando que logomarca significa o mesmo que símbolo. Teríamos então o logotipo (sinal tipográfico) e logomarca (sinal gráfico). Outros afirmam que logomarca é a junção de um símbolo (sinal gráfico) com o logotipo (sinal tipográfico).
Ou seja, a logomarca seria o mesmo que assinatura (termo já utilizado e sem significado dúbio). E outros ainda afirmam que logomarca é sinônimo de logotipo.
Na falta de uma terminologia oficial do design, cada autor escreve o que quer e o que acha, basicamente uma reprodução do que aprenderam, ou uma tentativa de validação da forma que sempre usaram estes termos… E não há nada de errado nisso! É neste processo que os termos vão sendo cunhados, adotados e consagrados. Mas isso também abre espaço para que qualquer um escreva qualquer coisa e, uma vez publicado em um livro, para um leitor incauto, a afirmação que em um primeiro momento é apenas uma visão pessoal, toma ares de verdade.
O problema porém é que, com diferentes significados, como eu posso ter certeza de que ao falar “logomarca” o meu interlocutor compreenderá exatamente o que eu disse?
Imagine o problema causado dentro de um escritório de design quando o chefe manda o funcionário aplicar urgentemente a logomarca do patrocinador no cartaz e mandar para gráfica o arquivo para impressão. E se a “logomarca” do funcionário não for a mesma “logomarca” do chefe, de quem é a culpa? Antes de dizer se logomarca existe ou não, e se o seu termos é correto ou não, qual o seu significado?
4. “Logomarca existe e está no dicionário
Outro ponto argumentado pelos defensores do termo quanto à sua validade é a presença de “logomarca” em diferentes dicionários. Neste ponto, temos que parar um pouco a discussão e trazer em conjunto um segundo argumento dos defensores do termo: o de que na língua portuguesa, quando um palavra nova é introduzida no cotidiano, ela passa a existir… E isso é verdade!
Não são os dicionários que dizem o que existe ou não, eles apenas funcionam como uma forma de validação do que já entrou no dia-a-dia do brasileiro. Portanto, felizmente ou infelizmente, “logomarca” existe, o que encerra este ponto da discussão, não porque o dicionário disse, mas porque está no cotidiano do brasileiro.
No entanto, o que não está encerrado é a discussão do seu significado.
Comparando os dicionários Michaelis, Aurélio, Houaiss e o da Academia Brasileira de Letras, encontramos os exatos mesmos problemas que vemos nos autores que defendem o uso do termo e seu uso no dia-a-dia: diferentes significados.
Cada dicionário dá um significado diferente, ou como símbolo, ou logotipo, ou como uma forma genérica para designar a forma visual de uma marca.
Ou seja, voltamos sempre à questão do que “logomarca” significa. E, para piorar, uma rápida leitura de “logotipo” no dicionário também mostrará as mesmas diferentes leituras; afinal no cotidiano do brasileiro logotipo também virou um termo genérico tanto para a forma gráfica quanto tipográfica de uma marca.
Poderíamos, enquanto profissionais, afirmar que no caso de “logotipo” alguns dos dicionários estão errados. Afinal de contas para quem trabalha com marcas, logotipo inequivocamente é um sinal tipográfico, não importa o que o dicionário diga, ou mesmo o que os leigos usem.
Novamente voltamos ao mesmo ponto. O que significa ou o que convencionaremos por “logomarca”, independente do que esteja no dicionário ou no dia-a-dia popular?
5. Termos leigos ou profissionais?
Quer queira, quer não, nossa profissão é ainda muito jovem. Na engenharia, medicina e direito, já houve o período de tempo necessário para a consolidação de termos e significados. Em alguns momentos, estas definições se deram provavelmente pela freqüência no seu uso de uma determinada forma dentro das academias, e em outros casos por convenção. Estas definições são estabelecidas e adotadas dentro de cada profissão. Não importa o seu uso popular ou o que digam os dicionários. E não há conflito.
Como leigos, podemos dizer OCULISTA enquanto o correto seria OFTALMO. Podemos perguntar a VOLTAGEM de uma tomada enquanto o correto seria TENSÃO. Em diferentes áreas existirá sempre uma diferença entre o uso popular e o profissional.
Para concluir
Talvez toda essa discussão não devesse focar em palavras que existem ou não, mas sim nos termos que queremos ou não queremos adotar. E que significados exatos estas palavras terão quando as adotarmos, independente do uso popular ou do que os dicionários ou diferentes autores possam dizer.
A definição de uma terminologia oficial no design, independente do seu uso popular, é mais uma fase no caminho do amadurecimento e reconhecimento de nossa profissão. E se esta terminologia incluir “logomarca”, que assim seja! Qual o problema?
Mas se e somente se houver um significado único claro para todos. Até lá, preferirei ficar com o que temos de definido e inequívoco: símbolo, logotipo, assinatura. [Webinsider]
por: Guilherme Sebastiany
fonte: http://webinsider.uol.com.br
É correto dizer logomarca? Não seria logotipo?
Por Juliana Galati
No dia-a-dia trabalhando em uma agência de marketing, me deparo muito com o termo logomarca usado por profissionais de diversas áreas de comunicação. Na escola aprendemos que logotipo seria mais correto.
Mas, por que se importar tanto com uma palavra? Não é importante apenas o entendimento do que queremos expressar?
Agora vai a minha opinião de jovem profissional: a maioria dos brasileiros compreende quando o termo logomarca é utilizado; a palavra já se encontra em dicionários e nos manuais das grandes empresas. Mas isso não justifica a falta de coerência que encontramos na palavra logomarca.
Nos estudos de design aprendemos a projetar, conceituar e executar da melhor maneira possível. Já passamos por muitos desentendimentos em nossa área, sobre o que fazemos e como fazemos. Então não podemos permitir que outras áreas e profissões definam os termos certos a serem utilizados!
Claro que não podemos exigir que leigos e pessoas de outras áreas entendam tudo sobre significados e origens de palavras, mas quem trabalha com comunicação leva a profissão a sério e se diferencia de amadores e micreiros.
Assim, nosso dever enquanto profissionais é sempre buscar os significados corretos e transmiti-los para nosso clientes, colegas de trabalho e faculdade.
Em um artigo para o site designGráfico, Gilberto Alves Jr. analisa os termos mais usados da logotipia, buscando nos significados das palavras que estruturam o termo qual a forma correta de utiliza-los e ainda esclarece a dúvida para designers, publicitários e interessados.
Descendo à raiz das palavras, o termo logotipo é aceito como correto. Seria o símbolo visível de um conceito. Já logomarca seria um termo redundante: o significado do significado.
Mas e você, o que pensa disso?
acha que tanto faz o termo, pois o importante é a comunicação e um trabalho bem feito
acha importante buscar sempre a maneira mais correta de se expressar
acha que a língua é viva e nem sempre passível de controle
Comentários são bem-vindos. [Webinsider]
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fonte: http://webinsider.uol.com.br/
Sobre o autor
Juliana Galati (julianagalati@gmail.com) cursa o 8º semestre de Desenho Industrial.
quinta-feira, 31 de julho de 2008
Branding blogs: a gestão de marcas como nos blogs
Por Fábio Sousa
Os blogs são ágeis, flexíveis, mutantes e sabem bailar como ninguém, mas um aspecto fascinante é o paralelo que podemos traçar com o mundo das marcas (ou “branding” para os mais chegados).
Quanto maior a marca, maior o tombo
Um coisa que toda marca almeja (ou pelo menos deveria) é se relacionar de forma cada vez mais íntima com os seus -correntes e futuros - consumidores. Muitas delas buscam concretizar isso através de produtos personalizados, comunidades de marca e neo-religiões. Particularmente vejo que essas soluções estão muito aquém do que poderia ser feito.
Façamos um exercício de reflexão: você fica maravilhado com um produto e está louco para comprá-lo. Sua felicidade é tamanha que você começa a espalhar para os seus amigos sua intenção de compra, quando repentinamente aquele seu amigo do coração diz “não compra que isso não presta! Tinha um e vivia dando pau…”. Desiludido e desacreditado, você deixa de comprar o determinado produto.
Por mais que uma empresa invista em divulgação e propaganda, basta um comentário negativo de uma pessoa próxima a você para derrubar toda aquela aura de magia e bling-blings. Cifras de pesquisa e desenvolvimento não são páreo para um comentário. Um simples comentário. O que fazer?
Olhando além do umbigo
Qualquer marca está suscetível ao acontecimento descrito anteriormente. Mas por que isso ocorre? Nós temos uma tendência natural a desacreditar nas marcas, pelo simples fato de existir por trás delas empresas ávidas pelo nosso parco dinheirinho - logo presumimos que serão capazes de tudo por ele.
Quando uma pessoa nos provê informações necessárias que corroborem com essa presunção, não existe departamento de marketing ou campanha de publicidade que resolva o estrago.
Nós, Homo comsumus, ainda valorizamos a entidade por trás das palavras grafadas em negrito; nós valorizamos o contato humano - o contato pessoa-pessoa. Isso significa que se uma marca quer falar diretamente (e ser compreendida e entendida), ela precisa necessariamente destes seres de carne, osso e muitas idéias na cachola. É aqui que surgem os blogs.
O eu-blog e o eu-marca
Até onde eu sei, blogs são criados e mantidos por pessoas. É preciso pelo menos uma pessoa para manter um blog; menos que isso é bolo sem recheio. A vida de um blog está intimamente ligada ao seu progenitor. Ele é a mola mestra; a verdadeira entidade por detrás da marca que singra os textos dos seus artigos.
Posso arriscar com muita segurança, mas não deve haver um único blog que seja encarado como algo em terceira pessoa. É sempre o blog do fulano ou do sicrano. Se essa pessoa toma uma decisão considerada errada, os usuários reclamarão de sua atitude e não sobre a postura etéria da marca do blog. É exatamente aqui que se encontra a minha reflexão sobre marcas e blogs.
Se uma marca fosse edificada como um blog, sendo sempre próxima, sincera e atenciosa com o seu público, será que os seus erros e acertos seriam tratados de forma diferente? É uma questão pertinente, com tantos pontos claros e escuros que você possa imaginar.
Acredito que o modelo branding blog possa funcionar perfeitamente com pequenas empresas, pois o contato com “os cabeças” da companhia é muito mais direto e simplificado como num blog. É muito gostoso você descobrir que após usar um formulário de contato ou deixar um comentário, o blogueiro(a) te responde da forma mais humana possível, sem nada daqueles “prezado Sr(a) Cliente…) - é ali mesmo cara-a-cara, ao redor da mesinha de um bar.
O que você acha? Puxe uma cadeira e vamos prosear um pouco… [Webinsider]
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Sobre o autor
Fábio Sousa (faso@marcamaria.com) é empresário, blogueiro e bonequeiro. Está a frente do .marcamaria, empresa de criação de personagens e brinquedos e mantém o blog/projeto social .mundesign.
terça-feira, 1 de julho de 2008
Como ter uma marca de luxo?
O que leva alguém a desembolsar 2.350 reais por uma calça Diesel quando poderia pagar vinte vezes menos por um jeans semelhante? Ou 450 reais por um guarda-chuva da inglesa Burberry que lembra aqueles que vemos aos montes nas prateleiras das lojas coreanas? Ou 1.800 reais por uma camiseta de malha (sem mangas) da Christian Dior? Isso mesmo, 1.800 reais.
A explicação está nas etiquetinhas ou nas etiquetonas que esses produtos carregam. Elas são capazes de hipnotizar uma legião de consumidores. Gente que não está necessariamente atrás de uma bolsa, de um relógio ou de uma gravata de qualidade, e sim de uma idéia, de um comportamento, de um estilo de vida, de um símbolo de sucesso e poder.
Mas como algumas marcas conseguem se impor como imprescindíveis, transpor a lógica econômica e fazer com que homens e principalmente mulheres saquem sem dó seus cartões de crédito?
Nenhuma delas, é óbvio, nasce poderosa. Empresas gastam milhões e milhões para que você adquira aquele tênis com o logotipo de bumerangue de 500 reais, aquela bolsa com o monograma LV de 15.000 reais ou aquele carro com o cavalinho no capô de 1,5 milhão de reais. Tudo isso com prazer e emoção.
Sem muito – ou nenhum – drama de consciência. "As pessoas não consomem grifes só por uma questão de projeção social, por causa da mensagem que elas transmitem aos outros", afirma José Roberto Martins, consultor da GlobalBrands e autor do livro O Império das Marcas. "Trata-se também de auto-satisfação, de recompensa pessoal."
A marca é o principal ativo de uma empresa que vende luxo. Ativo, diga-se, na maioria das vezes intangível. Especialistas afirmam que o nome do fabricante aumenta em no mínimo 40% o valor de um produto. Mas esse porcentual pode atingir 60%, caso da Nike, da Louis Vuitton e de outras tantas. A cada ano a Nike desembolsa 1,3 bilhão de dólares em publicidade e contratação de atletas renomados como garotos-propaganda – isso corresponde a 11% de seu faturamento anual, que é de 12,2 bilhões de dólares.
O golfista Tiger Woods, por exemplo, ganha 80,3 milhões de dólares por ano, e o piloto de Fórmula 1 Fernando Alonso fatura quase 90 milhões. Ao associar sua imagem à de estrelas de diferentes esportes, a empresa quer dizer que todos nós podemos ser atletas, desenvolver aquele espírito competitivo retratado em suas campanhas publicitárias e, quem sabe, chegar lá um dia. E sem graaaandes esforços. Lembra-se? "Just do it."
As melhores marcas, pregam os entendidos no assunto, são aquelas que compreendem as motivações humanas. "Elas fazem o consumidor sentir-se melhor, diferente, maior, mais contente, mais confortável, mais confiante", escreveram os ingleses Des Dearlove e Stuart Crainer em O Livro Definitivo das Marcas.
"Só atributos emocionais explicam um indivíduo entrar numa fila para pagar 5.500 reais por uma bolsa. As pessoas não estão comprando um produto, mas um comportamento." Carlos Ferreirinha - Consultor do mercado de luxo e que coordena em São Paulo um MBA especializado no mercado do luxo."
terça-feira, 26 de fevereiro de 2008
Evolução dos logotipos de marcas famosas
Comecemos pelos automóveis. No site Neatorama, você poderá conhecer mais sobre a história de logos de marcas como:
Alfa Romeo
Audi
BMW
Cadillac
Fiat
Ford
Mercedes-Benz
Renault
E outras marcas não listadas acima.
Você sabia, por exemplo, que o logo da Volkswagen foi idéia de Hitler?!
Essas e outras histórias interessantes você vai encontrar por lá.
Também tem uma lista muito interessante com a evolução dos logotipos de empresas de tecnologia como:
Adobe
Apple
IBM
Microsoft
Mozilla Firefox
Xerox
fonte: Realidade Subjetiva
Animais e seus significados
coragem e elevação do espírito a grandes alturas
beija-flor: mensageiro da cura, amor romântico,
claridade, graça, sorte e suavidade
coelho: fertilidade, medo, abundância, crescimento, agilidade e prosperidade
coruja: habilidade oculta, ver na escuridão, a vigília, a sombra e sabedoria antiga
cavalo: poder interior, liberdade de espírito, viagem xamânica, força e clarividência
cachorro: lealdade, habilidade para amar incondicionalmente e estar a serviço
cobra: transmutação, cura, regeneração, sabedoria, psiquismo e sensualidade
elefante: longevidade, inteligência e memória ancestral
falcão: precisão, mensageiro, olhar a volta, abertura a distância e oportunidades
gato: mistérios, poderes mágicos, sensualidade,independência, visões místicas e limpeza
golfinho: pureza, iluminação do ser, sabedoria, paz, amor, harmonia e comunicação
leão: poder, força, majestade, prosperidade,nobreza, coragem, saúde, liderança, segurança e autoconfiança
macaco: inteligência, bom humor, alegria,agilidade, perícia, irreverência e amizade
puma: força, mistério, silêncio, sobrevivência, velocidade, graça, liderança e coragem
pombo: paz, comunicação e mensagem
sapo: evolução, limpeza, transformação, mistérios e humor
tartaruga: estabilidade, organização, longevidade, paciência, resistência, proteção, experiência e sabedoria
tigre: aproximação lenta, preparação cuidadosa e aproveitamento de oportunidades
touro: fertilidade, sexualidade, poder, liderança, proteção e potência V&A
Os significados misticos dos animais
Gosto muito de utilizá-los em minhas apresentações pois além de ser apaixonada por qualquer tipo de animal (especialmente gatos e felinos) também acredito no poder e significado que um logotipo bem montado com animais passa.
Apesar de não ser ligada a misticismo ou espiritualismo, muitos clientes são, portanto, como este é um espaço aberto a todos, segue abaixo o texto completo retirado do site: http://www.casadebruxo.com.br/ :
Os Animais de Poder
Desde a antiguidade, segundo registros, existem rituais onde os homens e animais se faziam presentes. Hoje os encontramos em nosso dia a dia na astrologia, na alquimia, nas cartas de tarô entre outros. Existem algumas maneiras de se descobrir o animal que está presente em nosso interior, seja através de ritual, concentração ou mesmo da intuição. Conhecido como Animal de Poder, Espírito Protetor, Totem ou Animal Guardião, estão mais próximos da Fonte Divina. Quando tomamos a consciência de sua existência, fortificamos os poderes que estão escondidos em nosso interior, pois há um aumento de nossa resistência a doenças e de nossa auto-confiança. Cada animal traz uma essência espiritual e, através dela, cada um com seu próprio modo ou estilo de vida, com sua própria medicina, nos leva a crescer e transmite-nos a sua sabedoria.
Existem algumas maneiras de se descobrir o animal que está presente em nosso interior, seja através de ritual, concentração ou mesmo da intuição. Conhecido como Animal de Poder, Espírito Protetor, Totem ou Animal Guardião, estão mais próximos da Fonte Divina. Quando tomamos a consciência de sua existência, fortificamos os poderes que estão escondidos em nosso interior, pois há um aumento de nossa resistência a doenças e de nossa auto-confiança. Cada animal traz uma essência espiritual e, através dela, cada um com seu próprio modo ou estilo de vida, com sua própria medicina, nos leva a crescer e transmite-nos a sua sabedoria.
Os animais estão mais próximos do que nós da Fonte Divina por serem míticos, oníricos. Ao compartilharmos de sua consciência animal transcendemos o tempo e o espaço, as leis de causa e efeito. A relação entre homem e animal é puramente espiritual, pois nosso instinto animal é mais forte e menos racional por serem manifestações dos poderes arquétipos do ser humano. Fortificam o vigor físico e mental, aumentando a disposição e o conhecimento, auxiliando ainda no diagnóstico de doenças e na realização de desafios.
Existem rituais, auxiliados pelo tambor que auxiliam na conecção com o animal, onde também são realizadas as Danças do Animal, que é uma forma de invocação. Cada animal possui uma essência, e assim cada um possui sua própria medicina e sabedoria. Relaciono abaixo alguns dos animais (incluindo os místicos) com seus significados:
Águia - Iluminação, a visão interior, invocada para poderes xamânicos, coragem, elevação do espírito a grandes alturas;
Aranha - Criatividade, a teia da vida, manifestação da magia de tecer nossos sonhos;
Abelha - Comunicação, trabalho árduo com harmonia, néctar da vida, organização.
Alce - Resistência, auto-confiança, competição, abundância, responsabilidade.
Antílope - Cautela, silêncio, consciência mística através da meditação, calma, ação.
Baleia - Registros da Mãe Terra, sons que equilibram o corpo emocional, origens;
Beija-flor - Mensageiro da cura, amor romântico, claridade, graça, sorte, suavidade;
Borboleta - Auto-transformação, clareza mental, novas etapas, liberdade;
Búfalo - Sabedoria ancestral, esperança, espiritualidade, preces, paz, tolerância;
Cabra/cabrito - Determinação para ir ao topo, nutrição, brincadeiras.
Camelo - Conservação, resistência, tolerância.
Canguru - Proteção maternal, coragem para seguir em frente nas fraquezas.
Castor - Novos canais de pensamentos, construção, segurança, conforto, paciência.
Cisne - Graça, fidelidade, ritmo do Universos, ver o futuro, poderes intuitivos, fé.
Coiote - Malicia, artifício, criança interior, adaptabilidade, confiança, humor.
Coelho - Fertilidade, medo, abundância, crescimento, agilidade, prosperidade.
Condor - Idem a águia, é um dos filhos do Sol no Peru, representa o Mundo Superior.
Coruja - Habilidades ocultas, ver na escuridão, a vigília, a sombra, sabedoria antiga.
Corvo - Guardião da magia, mistério, predições, mensageiro, dualidade, assistência.
Cavalo - Poder interior, liberdade de espírito, viagem xamânica, força ,clarividência;
Cachorro - Lealdade, habilidade para amar incondicionalmente, estar a serviço;
Cobra - Transmutação, cura, regeneração, sabedoria, psiquismo, sensualidade;
Coiote - Malícia, artifício, criança interior, adaptabilidade, confiança, humor.;
Coruja - Habilidades ocultas, ver na escuridão, a vigília, a sombra, sabedoria antiga;
Doninha - Poderes ocultos, vivencia, poder de esconder, observações, segredos.
Elefante - Longevidade, inteligência, memória ancestral, ancestrais enterrados.
Esquilo - Divertimento, planos futuros, reunião, observar o óbvio.
Esturjão - Determinação, sexualidade, consistência, profundidade, ensinamento.
Falcão - Precisão, mensageiro, olhar a volta, abertura a distância, oportunidades.
Formiga - Comunidade perfeita, paciência, trabalho duro, força, resistência, agressividade.
Gaivota - Voar através da vida com calma e esforço para alcançar objetivos.
Gambá - Campo de proteção, reputação, repelir quem não o respeita, respeito.
Gato - mistérios, poderes mágicos, sensualidade, independência, visões místicas, limpeza.
Galo - Sexualidade, fertilidade, oferendas, cerimônias, altivez.
Girafa - Calma, inspiração para se atingir grandes alturas, suavidade, doçura.
Golfinho - Pureza, iluminação do ser, sabedoria, paz, amor, harmonia, comunicação.
Gorila - Sabedoria, inteligência, adaptabilidade, guardião da terra, habilidade.
Guaxinim - Bom humor, limpeza, sobrevivência, tenacidade, inteligência, folia.
Hipopótamo - Desenvolvimento psíquico, intuição, ligação água-terra, aterramento.
Jacaré - Instinto de sobrevivência, o inconsciente profundo, o caos que precede a criação.
Jaguar - A busca em águas da consciência, mensageiro, interação mente e alma.
Javali - Comunicação entre pares, expressividade, inteligência.
Lagarto - Otimismo, adaptabilidade, regeneração, sonhos, renovação, transformação.
Leão - Poder, força, majestade, prosperidade, nobreza, coragem, saúde, liderança, segurança, auto-confiança.
Leopardo - Conhecimento do subconsciente, compreender aspectos sombrios, rapidez.
Lince - Segredos, conhecimento oculto, tradição, ouvir para o crescimento.
Libélula - Ilusão, ventos da mudança, comunicação com o mundo elemental.
Lobo - Amor, relacionamentos saldáveis, fidelidade, generosidade, ensinamento.
Macaco - Inteligência, bom humor, alegria, agilidade, perícia, irreverência, amizade.
Minhoca - Regeneração, resistência, auto-cura, transformação.
Morcego - Renascimento, iniciação, reencarnação, habilidades mágicas.
Onça - Espreita, proteção de espaço, silencio, observação. Precisão.
Pantera - Mistério, sensualidade, sexualidade, beleza, sedução, força, flexibilidade.
Pato - Desenvolvimento de energia maternal, fidelidade, nutrição energética.
Peru - Dar e receber, transcendência, dádivas, celebração.
Porco-Espinho - Fé, confiança, inocência, inspiração para realizações, dentro da essência.
Puma - Força, mistério, silêncio, sobrevivência, velocidade, graça, liderança, coragem.
Pica-Pau - Regeneração, limpeza, comunicação, proteção, unido aos Espíritos do trovão.
Pingüim - Viver em comunidade, fidelidade, lealdade nos romances.
Pombo - No cristianismo simboliza o Espírito Santo, paz, comunicação, mensagem.
Raposa - Habilidade, esperteza, camuflagem, observação, integração, astúcia.
Rato - versatilidade, alerta, introspecção, percepção, satisfação, aceitação.
Salmão - Força, perseverança, nadar contra a maré, determinação, coragem.
Sapo - Evolução, limpeza, transformação, mistérios, humor, ligado a chuva.
Tartaruga - Estabilidade, organização, longevidade, paciência, resistência, proteção, experiência, sabedoria, Mãe-Terra.
Tatu - Limites, doas dá a armadura, limites emocionais, protege a saúde.
Texugo - Agressividade, coragem, formar, alianças, persistência, agir em crise.
Tigre - Aproximação lenta, preparação cuidadosa, aproveitar oportunidades.
Touro - fertilidade, sexualidade, poder, liderança, proteção, potencia.
Urso - Introspecção, intuição, cura, consciência, ensinamentos, curiosidade.
Vaga-Lume - Iluminação, entendimento, força de vida, luz e escuridão, maravilhas.
Veado - Delicadeza, sensitividade, graça, alerta, adaptabilidade, coração/espírito, gentileza.
Animais Místicos
Cavalo Alado - Elevação, transmutação, beleza, viagem astral,aventuras, mistério, fascínio.
Centauro - Instinto animal, ligação homem-animal, anarquia, sexualidade, fertilidade, cura.
Dragão - Potência e força viril, proteção Kundalini, calor, mensageiro da felicidade, senhor da chuva, fecundação, força vital.
Elefante Branco - Força, bondade, escolha de caminhos, ligações extraterrestres, mistério.
Fênix - Renascimento, fascínio, animal do Sol, imortalidade da alma, elevação, purificação.
Sátiro - Libertinagem, divertimento, impulso sexual, instintos, fantasias sexuais.
Unicórnio - Rapidez, mansidão, pureza, salvação, espiritualidade, inofensivo.
sábado, 23 de fevereiro de 2008
As 11 leis imutáveis de criação de marcas da internet - segundo Al Ries e Laura Ries
Segundo Al Ries e Laura Ries existem 11 leis que devem ser tidas em conta na criação de uma marca de êxito na internet, que são as seguintes:1. LEI DE UM OU OUTRO
A internet pode ser um negócio ou um meio de comunicação, mas não ambos
O mero acto de colocar uma marca num site web não a converte numa marca de internet. Existem marcas e existem marcas de internet, e as duas são bastante distintas. Para se criar uma marca de internet, não se deve considerar a internet como um meio de comunicação, mas sim como um negócio.
2. LEI DA INTERACTIVIDADE
Sem ela, o seu site web e a sua marca não irão a lado nenhum
Desde o começo da televisão, no início dos anos 50, que não assistimos a uma revolução tecnológica como a da internet. Durante algum tempo, o uso da internet duplicava literalmente todos os meses. Existe uma relação entre a internet e a televisão. E não há nada à face da terra que possa influenciar tantas pessoas de uma forma tão poderosa como a introdução de um novo meio de comunicação social.
Se a internet vai ocupar um lugar junto dos outros importantes meios de comunicação, será porque apresenta uma qualidade completamente nova. Acreditamos que a história colocará a internet como o mais importante meio de comunicação. O motivo é simples. A internet é o único meio de comunicação social que permite interactividade. Na internet, uma marca vive ou morre numa era interactiva. A longo prazo, a interactividade definirá o que funciona e o que não funciona na internet. O segredo para criar uma marca na internet depende da nossa capacidade para apresentar a marca de tal forma que os clientes e potenciais clientes possam interagir com a nossa mensagem. Teremos de descartar muitas das formas tradicionais de criar marcas.
3. LEI DO NOME COMUM
O beijo da morte para uma marca de internet é o nome comum
A decisão de marketing mais importante que temos de tomar é escolher o nome a dar ao produto. Na época do posicionamento o nome era importante. Na era da internet, o nome é essencial. Existem motivos para que assim seja. Na era anterior à internet, a marca tinha sempre uma componente visual. Embora o nome fosse um elemento importante, o aspecto visual tinha igualmente influência na compra da marca. A internet exclui o elemento visual. Para aceder a um site web, escreve-se uma palavra. Não existem imagens, não existem cores, não existe impressão, não existe aspecto e não existe localização.
4. LEI DO NOME PRÓPRIO
O seu nome está apenas na internet, é conveniente ter um bom nome
A abundância de nomes comerciais genéricos na internet transmite esperança às empresas que chegaram depois. Se for capaz de lançar um site web com uma boa ideia e uma boa marca, está numa boa posição. Pode esperar até que os nomes de sites genéricos desapareçam de vista de depois lançar-se e vencer. Não cometa erros relacionados com esta questão. O seu nome está apenas na internet e é, em oposição, o seu agente mais valioso. esta é uma das princiais diferenças entre a internet e o mundo real. Abaixo 8 conselhos para tornar eficaz um nome:
- O nome deve ser curto
- O nome deve ser simples
- O nome deve ser indicativo da categoria
- O nome deve ser único
- O nome deve ser aliterado
- O nome deve ser pronunciável
- O nome deve ser atractivo
- O nome deve fazer alusão a uma pessoa
5. LEI DA SINGULARIDADE
Deve ser evitado a todo o custo ser o segundo na sua categoria
Existe uma enoprme diferença entre criar uma marca na internet e criar uma marca no mundo real. No mundo real há sempre espaço para uma segunda marca. Há uma razão que explica o facto de duas marcas poderem ter uma vida rendível fora da internet, no mundo real. A existência de duas marcas deve-se a uma necessidade, não só do consumidor, mas também do comércio. O terminal aéreo, o supermercado, a drogaria, qa empresa que explora o centro comercial, inclusivamente o promotor imobiliário, interpõem-se entre o cliente e a marca. Estes intermediários ou, se preferir, o comércio, precisam muito das segundas marcas. Não se trata de uma necessidade de produto. Trata-se de uma necessidade de poder. Na internet nada se interpõe entre o cliente e a marca. Não há intermediários, não há comércio, não há promotores imobiliários, não há necessidade de ter poder frente ao líder. Como consequência, a internet parece mais um jogo de futebol ou um debate político. É a lei da singularidade. Não há lugar para o segundo.
6. LEI DA PUBLICIDADE
A publicidade fora da rede será muito maior que a publicidade na rede
Na internet o nome é tudo. Um meio sonoro como a rádio é perfeito para introduzir um nome de internet na mente. A publicidade pode ter uma importância crucial para conduzir os potenciais clientes até ao nosso website, mas depois de lá terem chegado, podemos esquecer-nos de os utilizar como forragem humana para as nossas mensagens publicitárias. Na internet a interactividade é a rainha. A publicidade é algo que os potenciais clientes suportam, não algo que procuram. A interactividade dá-lhes a oportunidade de escolher e, na nossa opinião, a maioria das pessoas utilizará esta oportunidade para eliminar a publicidade e aumentar a informação.
Se deseja criar uma marca na rede, não tente atrair publicidade para o seu website. Faça com que a sua marca seja uma fonte de informação que os potenciais clientes não consigam encontrar em nenhum outro site. Ou um lugar para comprar coisas a preços que não podem descobrir em nenhum outro lugar. Não utilize o seu website como uma desculpa para colocar publicidade que as pessoas já viram em jornais e revistas ou que ouviram na rádio ou na televisão. A internet é um novo meio de comunicação revolucionário interactivo. E quando as pessoas interagem com a publicidade, normalmente é para a eliminarem.
7. LEI DA GLOBALIZAÇÃO
A internet derrubará todas as barreiras, todos os limites, todas as fronteiras
Qual é a principal mensagem do meio internet? Na nossa opinião, a mensagem é "globalização". No final, a internet conduzirá os cidadãos do mundo a uma economia mundial interligada - "a aldeia global" segundo McLuhan. É muito provável que a principal tendência do século XXI seja a globalização. O que a internet produziu com grande esforço foi a aldeia global. O meio é a mensagem.
8. LEI DO TEMPO
Actue. Tem de ser rápido. Tem de ser o primeiro. Tem de centrar a sua atenção
A pressa dá origem a falhas, mas as falhas são muito frequentemente o ingrediente mais importante de um lançamento na internet. Se deseja ter êxito nos negócios... na criação da marca... na vida... tem de se tornar o primeiro nas mentes. Repare que afirmámos "mentes", não "mercado". O facto de chegar em primeiro lugar ao mercado não chega para conseguir tornar-se o primeiro nas mentes. Se desperdiçar esta oportunidade, preocupando-se excessivamente em conseguir que todos os pormenores estejam perfeitos, nunca voltará a ter outra (a perfeição conseguida num plano infinito não vale de nada).
9. LEI DA VAIDADE
O maior erro que se pode cometer é pensar que se é capaz de fazer tudo.
O êxito da empresa pode ser apreciado não só na parte inferior da conta de resultados, nos lucros; mas também na parte superior. O êxito da empresa aumenta o ego dos altos dirigentes. As empresas que têm um êxito enorme pensam que lhes é possível fazer tudo. Podem lançar qualquer produto em qualquer mercado ou realizar qualquer fusão. É apenas uma questão de ter força de vontade e recursos para concretizar a tarefa. A história não respeitou muito este tipo de mentalidade. A maior parte dos desastres de marketing das últimas décadas foram fruto de direcções que tinham uma confiança desmesurada em si próprias.
10. LEI DA DIVERGÊNCIA
Todos falam de convergência, quando o que está a acontecer é precisamente o contrário
Cada vez que surge um novo meio de comunicação, ouve-se o grito: "convergência, convergência!. Como é que se vai convergir este novo meio?"
Quando a televisão foi introduzida, surgiram por todo o lado artigos sobre a convergência da televisão com revistas e jornais. Caso isso tivesse acontecido, já não receberíamos as nossas revistas por correio. Quando quiséssemos um número de telefone, carregaríamos num botão no aparelho de televisão e o número surgiria no nosso ecrã. Quando a internet chegou, apareceu o mesmo tipo de artigos. Agora pode navegar na net enquanto vê televisão. Muitas empresas tentaram combinar a televisão, o computador pessoal e a internet. Tal nunca acontecerá. As tecnologias não convergem. Divergem.
11. LEI DA TRANSFORMAÇÃO
A revolução da internet transformará todos os aspectos das nossas vidas
A internet influenciará a sua empresa quer se lance na rede ou não. Que mudanças introduzirá a internet na nossa empresa e na nossa vida? O futuro é sempre incerto, mas seguem-se algumas previsões:
- As publicações em papel estão condenadas ao fracasso
- Os catálogos de papel enfrentam um futuro incerto
- Os sofisticados folhetos a cores tornar-se-ão extraordinariamente caros
- Os anúncios classificados passarão para a rede
- O serviço de correios não distribuirá tantas cartas
- Os serviços financeiros de todo o tipo passarão para a rede
- O negócio de entrega de encomendas aumentará de forma virtiginosa
- A venda retalhista na internet converter-se-á num jogo de preços
- A vantagem retalhista fora da rede converter-se-á num jogo de serviços
- Os motores de busca da internet perderão importância
- A internet mudará muitos aspectos do sector telefónico
- Na internet haverá limites de velocidade
Metodologia para Criação de Identidade Visual
Etapas:
Demanda – A necessidade do serviço por parte do cliente
Briefing – A necessidade do cliente é passada ao prestador do serviço (o designer). Neste momento todos os detalhes são discutidos bem como os requisitos básicos. Um briefing bem feito garante maior eficiência e rapidez no processo, evitando o trabalho ter de ser refeito em situações do tipo: “Não é bem isso, muda tudo...”.
Pesquisa – Nesse momento, é feito um levantamento da identidade visual dos concorrentes, bem como análise de imagens e aspectos interessantes e que venham acrescentar algo ao projeto.
Análise do ambiente – Deve se levar em consideração o ambiente no qual está inserido o produto, definido durante o briefing: público-alvo, posição no mercado, níveis de consumo, políticas internas do cliente, aplicações.
Geração de Idéias – Com todas as informações coletadas e organizadas, a equipe ou indivíduo inicia um processo para gerar idéias e conceitos a serem trabalhados, por um lado mais criativo e menos racional. Nesta etapa poderá ser feito um brainstorming para iniciar o processo criativo.
Definição do Conceito – Após o brainstorming, ocorre uma filtragem do que será utilizado e desenvolvido, ou seja, um conceito a ser trabalhado será definido nesta etapa.
Desenvolvimento do Conceito (Layout) – Inicia-se o processo de desenvolvimento do conceito escolhido, preferencialmente através de esboços em papel, para depois serem finalizados em computador.
Apresentação – Com a finalização da idéia, deve ser feita uma apresentação da solução através de pranchas impressas (conforme anexo). Na apresentação é relevante constar uma prancha com a solução, e uma prancha com as aplicações ( reduções, preto e branco, negativo, opções de cores), explicação do conceito trabalhado, fontes e cores utilizadas. No caso de mais de uma solução, devem ser feitas pranchas indivíduais e apresentadas separadamente. Nesta etapa o cliente irá aprovar a solução, e solicitar as alterações se necessárias.
Correções – Nesta etapa, se necessário serão feitas as modificações e adaptações solicitadas pelo cliente.
Apresentação Final – Uma nova apresentação, nos moldes da primeira, será feita. Novas correções podem ser solicitadas ou não. Se aprovada a solução apresentada, o projeto está pronto a ser finalizado.
Finalização – Após a aprovação da solução, deve ser desenvolvido um manual de aplicação da identidade visual, onde constarão todas as regras e condições de aplicação dos elementos gráficos. Neste momento, o projeto está pronto para ser encaminhado para registro, se necessário. A partir daqui podem ser desenvolvidos todas os projetos que dependem da identidade visual, como papelaria, sinalização, aplicação em veículos, homepage, etc.
Por: Guilherme Borchert
fonte: supernovastudio
Logotipos de Impacto para Logistas (e não logistas também)
Passos para a criação do logotipo
Procure entrevistar vários projetistas gráficos antes de você escolher o profissional com quem você pretenda trabalhar. Para mostrar os tipos de letras, os formatos, as ilustrações e as cores que lhe agradam, experimente obtê-los cortando-os de jornais e revistas.
Caso seu orçamento não tenha previsto a remuneração a ser paga ao projetista de criação gráfica, você conta com a possibilidade de executar um projeto do logotipo através de letras-decalque disponíveis nas lojas de artigos de artes, que são passadas, uma de cada vez, à superfície de um papel liso. As ilustrações destinadas a combinar com o logotipo podem ser obtidas através de fontes que contenham estampas para recorte, isto é, livretos repletos de arte e isentos de direitos de propriedade, abrangendo relevos, silhuetas e demais padrões de arte de diversos assuntos, desde gêneros alimentícios a flores. Os relevos, adornos, figuras pontilhadas e estrelas constituem uma excelente fórmula para criar um logotipo.
Fatores a considerar na criação do logotipo
Não importa se a criação do logotipo caiba a um profissional do ramo, ou que você mesmo decida executa-lo; certifique-se, porém, de que o logotipo seja dotado das seguintes características:
- Possibilite fácil interpretação. Se uma pessoa for obrigada pensar demais tentando entender o logotipo, ou mesmo observá-lo por um longo tempo, você pode ter a certeza de que ele não trará o êxito que dele se espera. Nomes desenhados, em especial, precisam ser testados quanto à sua ilegibilidade, antes de prosseguir para a etapa seguinte que envolve o projeto final.
- Desenhado de modo a permitir a sua reprodução em inúmeras variedades. Sugestão: O logotipo de sua loja deve proporcionar ótimas produções em preto e branco, já que é provável que você deseje obter fotocópias dele, ou mesmo usá-lo em um anúncio em preto e branco.
- Adaptável a uma variedade de técnicas de confecções de cartazes, tais como néon de exposição, madeira esculpida ou letras em vinil.
- Projetado de modo a poder ter configurações diferentes, isto é, horizontais, verticais, circulares e retangulares, a fim de preencher os requisitos de layout diversos na arte de confecção de cartazes e sinalizações e de layout de anúncios.
- Um reflexo exato da imagem de sua loja, quer ela tenha um toque de jovialidade, de romance, ou seja voltada ao esporte, etc.
Utilização correta do logotipo da loja
- Os cartões de visita podem ser impressos mostrando o logotipo, endereço e o número do telefone da loja.
- Os cartões de presente podem ser confeccionados através da fotocópia do logotipo gravado sobre a superfície colorida de um cartão de um estoque, com um furo em um dos cantos, e fixados ao artigo ou à embalagem.
- Os cartões menores contendo informações sobre a mercadoria podem ser confeccionados mostrando o logotipo na parte inferior ou superior, inserido-se as informações via letras-decalque.
- O logotipo pode ser impresso em adesivos, por sua vez fixados às sacolas de papel destinadas às compras dos clientes, ou fabricado sob a forma de um carimbo de borracha e estampado sobre as sacolas para dar aquele toque especial.
Reproduzido com a aprovação de The Retail Challenge, do International Council of Shopping Centers, New York, N.Y. The Retail Challenge entrevistou Diane Yokom, presidente da "Yokom Design Consultant Inc.", especializada em imagem do lojista.
www.pmkt.com.br
fonte: Supernovastudio
Como construir uma marca para sua empresa
Nós iremos usar uma abordagem de "full-service" para fazer com que sua identidade corporativa e seus elementos trabalhem com uma variedade de mídias.
Depois, nós iremos trabalhar seu novo logo ou logo já existente em todos os cartões de visitas, papéis carta, e envelopes/etiquetas, brochuras e capas de apresentações.
Finalmente, nós iremos trabalhar seu novo tema de cores e editorá-lo em seu website e atualizar suas apresentações em multimídia.
Como construir uma marca para sua empresa:
Papéis Timbrados - Tenha certeza de que seu papel
de carta inclui todas as informações apropriadas: nomes, endereços, fone, fax,
e-mail e endereço da web.
Cartões de Visita - Dependa de seus cartões de visita não somente para manter-se em contato com seus clientes, fornecedores mas também como uma forma de propaganda. Não deixe acabar.
Catálogos - Quando voce não puder representar sua empresa em pessoa, confie nos seus catálogos e brochuras de vendas.
Logos - Seu logo tem que dizer muito sobre a personalidade de sua companhia em um rápido olhar. Deve ficar bom colorido ou preto e branco, em uma variedade de tamanhos e em todos os tipos de materiais.E, seu logo deve durar ao longo dos anos, crescendo com sua empresa.
sábado, 2 de fevereiro de 2008
Leia o Livro "O Efeito Multiplicador do Design" no Google Books
“O símbolo e o logotipo são formas de grafar a marca, de torná-la visualmente tangível. É comum as pessoas se referirem ao símbolo como marca. Diz-se freqüentemente: a marca da Coca-Cola ou da Fiat, quando, na verdade, a intenção é a referência ao logotipo da Coca-Cola ou da Fiat. Da mesma maneira, símbolos também são chamados de marcas e também é comum se ouvir referência à marca da Volkswagen ou da Mercedes-Benz, quando a designação correta seria símbolo (...).
Logos em grego quer dizer conhecimento, e também palavra. Typos quer dizer padrão e também grafia. Portanto, grafia-da-palavra ou palavra-padrão.”
Ana Luiza Escorel - "O Efeito Multiplicador do Design"
Leia o livro aqui ("O Efeito Multiplicador do Design" no books Google)
sexta-feira, 1 de fevereiro de 2008
Logomarca ?
Na verdade, logomarca é uma dessas criações tipicamente brasileiras que, assim como a compulsão para inventar nomes próprios, por exemplo, definiriam o brasileiro como um indivíduo imaginoso, pouco afeito à convenções. No entanto, convertamos, a capacidade de inventar, por si só, não encerra mérito nenhum. Não se vai para o paraíso só porque se é inventivo. Mesmo porque, ao que tudo indica, o diabo sempre se mostrou extremamente engenhoso.
Mas, voltando à mania nacional de inventar nomes próprios, há quem veja nela inquestionável tendência poética ou mesmo propensão á rebeldia. Provavelmente não se trata nem de uma coisa nem de outra. Não somos um povo de índole guerreira. À parte algumas exceções sangrentas, impostas pela classe dominante Àqueles em que se habituou mandar, a nossa tem sido uma história de contemporizações. Quanto à veia poética, não parece que no Brasil ela seja mais vigorosa do que em qualquer outro país, só porque inventamos os desfiles de escola de samba. Dar ao filho o nome de Guiomar, do pai Otacílio e da mãe Maria; Augari, do pai Ariosto e da mãe Augusta; Auny do pai Nyvaldo e da mãe Áurea ou ainda destiná-lo a carregar pela vida afora achados engenhosos, como Odalina, anilado ao contrário, soa mais como manifestação de gosto duvidoso.
Ou talvez traduza a necessidade de individualização, através do prenome, num país onde os sobrenomes de origem portuguesa são escassos e, porta nto, pouco distintivos. Seja como for, o uso intensivo que vem se fazendo da palavra logomarca parece se inserir nesse contexto de compulsão criativa a qualquer preço.
Significado real Colocada a questão nesse plano, examinemos o sentido dos termos símbolo, logotipo, logomarca e marca, para tentar definir seu verdadeiro significado com mais precisão. Símbolo Gráfico é o sinal a cujos conceitos se chega através de associações sucessivas. Símbolos gráficos são diferentes de signos gráficos. O Signo Gráfico é um sinal que possui apenas um conceito ou significado. Uma seta indicativa de direção não traduz senão a direção para a qual aponta. Já simbolos gráficos, como a cruz, a suástica, o símbolo da Volkswagen ou da IBM remetem a uma série de significados que se superpõem, num longo encadeamento.
A cruz remete à Jesus, à cristianismo, perseguição, martírio, cruzadas, poder religioso, estado do Vaticano, etc. A suástica remete a nazismo, anti-semitismo, Hitler, campo de concentração, participação da Alemanha na Segunda Guerra, massacre, potência bélica etc. O símbolo da Volkswagen remete à indústria alemã, qualidade, resistência, e, no caso do Brasil, à assistência técnica garantida em praticamente qualquer ponto do país. O símbolo da IBM remete á tecnologia de ponta, à indústria da informática, a computador pessoal, a Paul Rand etc.
Esse caráter polisêmico e aberto está na base da definição de qualquer símbolo, seja qual for sua natureza. O logotipo, por sua vez, é um símbolo constituído por uma palavra graficamente particularizada que, portanto, também gera associações sucessivas.
Em Design Gráfico, símbolo e logotipo pertencem à mesma categoria e cumprem a mesma função através de possibilidades formais diferentes. O primeiro através de estruturas abstratas, pictogramas, ideogramas ou fonogramas. O segundo através de uma palavra à qual se confere tratamento gráfico especial, de maneira a tomá-la única entre tantas. E, um e outro, despertam associações sucessivas dado à natureza de sua estrutura.
Marca é o nome da empresa ou do produto, a designação que define uma personalidade, um conjunto de ações de comunicação junto a públicos internos e externos. O símbolo e o logotipo são formas de grafar a marca, de torná-la visualmente tangível.É comum as pessoas se referirem ao símbolo como marca. Diz-se freqüentemente: a marca da Coca-Cola ou da Fiat,quando na verdade,a intenção é a referência ao logotipo da Coca-Cola oi da Fiat. Da mesma maneira, símbolos também são chamados de marcas e também é comum se ouvir referência á marca da Volkswagen ou da Mercedes-Benz, quando a designação correta seria símbolo, já que o primeiro é um fonograma e o segundo um símbolo abstrato.
E logomarca? Qual seria o sentido dessa genuína invenção brasileira? Logomarca quer dizer absolutamente nada. É possível que seu genial inventor estivesse, ao criá-la, querendo dar conta daquelas situações em que o núcleo da identidade visual da empresa repousa num sinal misto, no qual um símbolo e um Iogotipo se combinam na veiculação de uma dada imagem, O fato é que se por acaso foi essa a origem do termo, atualmente, no Brasil, todo sinal gráfico que pretenda identificar uma empresa ou um produto é chamado de logomarca, independente de ser símbolo, logotipo ou sinaI misto.
Logos em grego quer dizer conhecimento, e também palavra. Typos quer dizer padrão e também grafia Portanto, grafia-da-palavra ou palavra-padrão. Agora palavra-marca ou conhecimento-marca quer dizer o quê? Coisa nenhuma. E é espantosa a desenvoltura com que cerca de dois terços da população ligada à comunicação gráfica no Brasil usa e veicula essa coisa nenhuma, com a segurança de estar brandindo um termo de alto teor técnico e expressivo.
Curioso que áreas tão afeitas à moda e á terminologia usada internacionalmente para tudo o que diz respeito aos assuntos do setor, como a publicidade, o marketing e mesmo o desiqn gráfico, desprezem as designações corretas, presentes nos artigos publicados pelas revistas especializadas do primeiro mundo. Nelas as palavras logotype, logo ou symbol pontuam cada página, para lembrar apenas os países de língua inglesa. “Logomark” ou sucedâneos, jamais.
autora: Ana Luiza Escorel - Em “O Efeito Multiplicador do Design” - Editora Senac,pág. 56
fonte: http://www.osuniversitarios.com.br/
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Origem: Wikipédia, a enciclopédia livre.
Logomarca é um neologismo usado de forma empírica e genérica, para designar logotipo, símbolo ou marca, sem que haja consenso nem precisão absoluta ao que ele se refere, se apenas ao símbolo, ao logotipo ou à marca (enquanto combinação de ambos). O seu uso está popularizado no Brasil. No entanto, Tecnicamente o termo é considerado inadequado por não possuir a necessária precisão.
Em seu livro “O Efeito Multiplicador do Design”, a designer Ana Luísa Escorel discute os problemas do termo logomarca. Ela lembra que a palavra logos, vem do grego significando conhecimento e também palavra. Portanto, logomarca significaria “palavra-marca” o que não faz sentido.
“Curioso que áreas tão afeitas à moda e à terminologia usada internacionalmente
para tudo o que diz respeito aos assuntos do setor, como a publicidade, o
marketing e mesmo o design gráfico, desprezem as designações corretas, presentes
nos artigos publicados pelas revistas especializadas do primeiro mundo. Nelas as
palavras logotype, logo ou symbol pontuam cada página, para lembrar apenas os
países de língua inglesa. ” (Ana Luísa Escorel - Em “O Efeito Multiplicador do
Design” - Editora Senac, pág. 56)
Logotipo, ou logótipo, refere-se à forma particular como o nome da marca é representado graficamente, pela escolha ou desenho de uma tipografia específica. É um dos elemento gráficos de composição de uma marca, algumas vezes é o único, tornando-se a principal representação gráfica da mesma.
A marca Sony ao grafar a sua marca, utiliza apenas a forma particular como o nome da marca é representado graficamente - o logotipo, prescindindo da utilização de qualquer outro elemento gráfico adicional (símbolo) para compor a marca. Ao contrário da SONY, a Wikipédia, utiliza simultaneamente um Símbolo e um Logotipo para grafar a sua marca.
“O símbolo e o logotipo são formas de grafar a marca, de torná-la visualmente
tangível. É comum as pessoas se referirem ao símbolo como marca. Diz-se
freqüentemente: a marca da Coca-Cola ou da Fiat, quando, na verdade, a intenção
é a referência ao logotipo da Coca-Cola ou da Fiat. Da mesma maneira, símbolos
também são chamados de marcas e também é comum se ouvir referência à marca da
Volkswagen ou da Mercedes-Benz, quando a designação correta seria símbolo (…).
Logos em grego quer dizer conhecimento, e também palavra. Typos quer dizer
padrão e também grafia. Portanto, grafia-da-palavra ou palavra-padrão.” Ana
Luiza Escorel - “O Efeito Multiplicador do Design” - Editora Senac, pág. 56
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Trabalho do Augusto Soares da Silva da Universidade Católica - Faculdade de Filosofia de Braga (Portugal) “Logomarca”. www.facfil.ucp.pt, aqui vai um pequeno trecho do trabalho :
Um tipo particularmente interessante de modelos culturais é o que se baseia em observações informais, crenças tradicionais ou mesmo superstições sobre fenómenos do mundo.
São verdadeiras “teorias populares” ou “modelos populares” sobre, por exemplo, a medicina, o casamento, os astros, a mente humana, a linguagem humana, os sentimentos e as emoções, o comportamento dos animais, etc. (cf. Holland & Quinn eds. 1987).
Particularmente em domínios técnicos e científicos, as teorias populares dos leigos são inexactas ou mesmo erradas à luz do conhecimento científico dos especialistas. Por exemplo, a maior parte das pessoas têm concepções sobre o movimento semelhantes às da teoria física pré-newtonina: nomeadamente, consideram que os objectos que são postos em movimento por um agente externo recebem uma força interna ou “ímpeto” que os conserva em movimento até esse ímpeto gradualmente se dissipar.
Esta teoria popular do movimento fundamenta-se na observação cotidiana do movimento de certos objectos, tais como bolas de futebol ou de ténis. Acontece, porém, que em muitos casos, não obstante a teoria popular ser cientificamente errada, ela permite chegar a resultados funcionais correctos: por exemplo, apesar de várias pessoas entenderem o mecanismo de um termostato em termos de uma válvula (quanto maior for a abertura maior será o fluxo, tal como numa boca de gás), e não como um mecanismo autoregulador que mantém uma temperatura uniforme, são capazes de fazer projecções correctas no controlo da temperatura (da sua casa, por exemplo). O que quer dizer que, para a sua vida cotidiana, as pessoas não precisam de modelos cientificamente correctos, mas de modelos funcionalmente efectivos.
Pra quem não entendeu muito bem o q foi trascrito acima José Carlos P. deu uma concluida maravilhosa:
“…tecnicamente impreciso ou errado, o termo “Logomarca”, serve para designar de forma empírica; marca, símbolo, logotipo, sem que haja consenso nem precisão absoluta ao que ele se refere, se apenas ao símbolo, ao logotipo ou à marca (enquanto combinação de ambos).
Mas o que não deixa margem para duvidas, é que ele se refere a um elemento de “Identidade/ signo distintivo”, genericamente falando. Se Logomarca fosse um termo absolutamente preciso, então ele não seria talvez um referencial empírico, e sim um termo técnico.
Tecnicamente nunca escreveria Logomarca, mas empiricamente já o fiz, até porque a comunicação escrita e oral para ser eficaz, efetiva, deve-se adequar sempre ao receptor, ao tempo da mensagem e ás circunstancias. Nem sempre há tempo e “abertura” para explicar aos interlocutores, ou até corrigi-los, sobre os termos que estes usam e entendem como “corretos” num primeiro contato, numa primeira abordagem.
Desta forma, estamos fadados a ter de conviver com “Logomarca” e devemos sempre que possível, esclarecer e explicar que não se trata de um termo técnico, que o correto é A, B ou C conforme o caso.
Retirado do Blog IFD.
terça-feira, 29 de janeiro de 2008
Logotipos Estilo Web 2.0
http://www.nicora.net/yh/webtoodotoh/default.html
segunda-feira, 28 de janeiro de 2008
O seu negócio é uma parte importante da sua vida.
Toda grande empresa nasceu pequena.
Pense na maior empresa que você consegue lembrar.Naquela que está instalada em dezenas de países, empregando milhares de pessoas e movimentando bilhões de dólares. Pois essa empresa, como todas as outras, maiores ou menores, teve um momento determinante para a sua existência: o momento em que foi imaginada, em que alguém sonhou com ela e seu futuro. E que, em seguida, resolveu colocar esse sonho em prática, convencendo outras pessoas, buscando recursos, juntando familiares e amigos para trabalhar dia e noite, sete dias por semana, por muitos anos. Exatamente como ocorre com a sua empresa. A dedicação ao trabalho, a responsabilidade na condução dos negócios e a atenção à qualidade da produção estabelecem o traço comum que desenhou o sucesso das mais importantes marcas do mundo e que vai desenhar o futuro da sua. Hoje, o seu negócio pode ser pequeno porque é novo, mas certamente um dia ele será tão grande quanto o seu sonho de fazê-lo grande.
Marca, marca, marca.
Afinal, por que marca é tão importante?
Imagine se cada vez que você colocasse um produto para vender tivesse que contar toda a história dele de novo ou a cada dia que abrisse a porta da sua loja fosse como no primeiro dia, ninguém conhecesse. Ou seja, sem marca você está sempre recomeçando, por melhor que você trabalhe, por melhores que sejam as suas propostas. Nada do que você faz de positivo vai somando para a construção da sua imagem, fica tudo disperso. Porque é a marca bem trabalhada quem resume, num único símbolo, a reputação que você constrói todos os dias. Cuidada com profissionalismo, ela vai acumulando conceitos de qualidade e virando uma referência para as pessoas. Por isso, com uma marca forte, tudo fica mais fácil, rápido e econômico para você.
Quem agrega valor à marca cresce mais rápido.O que você tem feito para isso?
Quando abrimos um negócio somos movidos, antes de tudo, pela confiança de que temos capacidade de fazer bem aquilo a que nos propomos fazer. Isso é fundamental, mas não é tudo o que vai garantir o sucesso de um produto ou serviço. Afinal, muitos outros profissionais podem tera mesma idéia que nós tivemos e ser também capazes de fazer as coisas bem feitas. É aí que entra uma palavrinhachave para ganharmos a atenção do consumidor: diferencial. Quando nossas atitudes empresariais são guiadas pelo conceito de fazer as coisas de maneira diferenteda concorrência, promovemos um movimento criativo em nossa força produtiva. A verdade é que nenhum negócio vai em frente se não prestar bastante atenção no mercado. É preciso saber com clareza onde estamos atuando, se estamos em dia com a expectativa das pessoas sobre o que produzimos, se nos destacamos da concorrência ou se produzimos exatamente a mesma coisa que a concorrência, e, nesse caso, é preciso saber se conseguimos produzir a um custo menor e oferecer um preço mais conveniente. Sim, são exemplos de questões que, intuitivamente,muitas vezes já passaram pela sua cabeça. Mas que precisam ser organizadas para promover ações sistemáticas e efetivas dentro do seu negócio, com o objetivo de despertar no consumidor uma percepção de valor naquilo que produzimos. Isso se chama agregar valor e éo que faz o consumidor “comprar” a nossa marca, antes mesmo da aquisição efetiva do que estamos vendendo.
Você já conhece todo o tamanho do seu mercado?
Você sabia que há outros consumidores que também poderiam ser seus?
Nenhum negócio é aberto para vender tudo para todo mundo. Mas pode apostar: a maioria dos negócios vende para bem menos gente do que poderia. Inclusive o seu. E o motivo é a falta de se fazer algumas perguntinhas básicas: por que algumas pessoas compram minha marcae outras compram a do meu concorrente? Ou: por que o meu concorrente vende mais do que eu? E ainda: por que alguns clientes meus estão mudando para meu concorrente? Por que eu não consigo atrair os clientes do meu concorrente? Não há negócio que não se confronte comquestões como essas, seja grande, médio ou pequeno. A grande verdade é que você não precisa mais continuar vivendo esses dilemas. Existem técnicas capazes não apenas de detectar e antecipar-se aos movimentos dos consumidores como de evitar que eles ocorram. Um bomprograma de fidelização, por exemplo, pode inverter toda uma tendência de mudança de marca. O desenvolvimento de novas versões de seus produtos ou serviços pode fazer sua marca avançar muito sobre novos mercados. Mas, sejam quais forem as atitudes a serem tomadas e as ferramentas a serem utilizadas, nada disso pode ser feito aleatoriamente, na base do palpite. Qualquer decisão necessita, antes, de um estudo sério da real situação da sua marca no mercado e de quais as tendências desse mercado; de uma definição técnica sobre quem são os seus clientes e quem são seus clientes potenciais; do comportamento de seus concorrentes e das inovações que a atividade em que você atua vemdesenvolvendo e utilizando no mundo. É a organização desses dados que ajuda a otimizar o seu negócio, criando condições de produzir de maneira mais racional e, assim, viabilizar preços mais competitivos e margens mais interessantes. Enfim, ganhar mercado e crescer.
Qual é o limite da sua área geográfica de atuação?
Mas existem mesmo limites?
Você abriu o seu negócio acreditando no potencial de mercado do bairro ou dos bairros que compõem uma determinada região. E isso pode funcionar bem por algum tempo. Mas se você aposta unicamente no fato de ter sido pioneiro ou de não ter concorrentes está correndoum sério risco. A concorrência vem, sim, e o seu pioneirismo não vai significar muito se você não tratou de criar uma marca suficientemente forte para manter seus clientes, além de atrair outros, vindos de mais longe em busca da sua fama de qualidade. As pessoas estão sempre dispostas a buscar produtos ou serviços onde percebem que vão obter vantagens com isso. Assim é o mercado: da mesma forma como a concorrência persegue o consumidor da região em que você está, cabe a você fazer a mesma coisa em outras regiões. A verdade é que a criatividade na construção da marca não conhece limites geográficos e procura os clientes potenciais onde eles estiverem.
Você está seguro sobre quem são, realmente,seus concorrentes?
Você pode achar que seus concorrentes são aquelas empresas que fazem a mesma coisa que você faz. Mas esses são apenas os seus concorrentes diretos. Por serem concorrentes diretos, fica bem mais fácil identificá-los, medir o grau da ameaça que representam e estabelecer as ações necessárias para enfrentar sua concorrência. No entanto, há também os concorrentes indiretos. E estes costumam se apresentar de diversas maneiras, inclusive sob belos disfarces. Certos modismos que são lançados, propondo mudanças de determinado hábito de consumo, por exemplo, podem afetar o desempenho do seu negócio se você não estiver bem orientado para se adaptar às novas tendências. É preciso estar muito atento e bem assessorado tecnicamente para fazer os movimentos certos no mercado. Só assim saberemos fazer as coisas certas para enfrentar a concorrência com uma marca forte.
Depois de todas essas reflexões é hora de se perguntar:
o que a propaganda pode fazer pelo meu negócio?
Qual é o papel básico da propaganda na vida de um negócio? Dar sentido a ele, na medida em que as pessoas ficam sabendo da sua existência. Foi desse princípio, simples e lógico, que nasceu a propaganda. Da necessidade fundamental que cada negócio tem de vender o que produz. Na verdade, propaganda e vendas são irmãs inseparáveis. É a propaganda que transforma intenções de empresários em iniciativas de consumidores. É a propaganda que lembra e avisa o mercado de que seu negócio está fazendo alguma coisa realmente diferente, quetraz vantagens imperdíveis e que vai justificar o interesse de seus clientes potenciais. É a propaganda que associa sua marca a informações relevantes para esses mesmos clientes e consolida na mente do consumidor os conceitos adequados para construir uma marca realmente fortepara seu negócio. Enfim, é a propaganda que desperta o consumidor para a sua marca.
Propaganda custa caro?
Não.
Caro é investir em produção e ninguém ficar sabendo. Portanto, se propaganda ajuda a vender, fazer propaganda é um grande negócio. No entanto, você precisa ficar sabendo que existe uma diferença enorme de investimentos em propaganda entre os negócios pequenos e os grandes grupos que precisam vender, ao mesmo tempo, no país inteiro. Se este não é o seu caso, certamente o seu investimento não precisa ser o investimento que eles fazem. Eles gastam milhões para falar com milhões de pessoas. Você só precisa falar com o seu mercado, comseu público-alvo, portanto não precisa desperdiçar dinheiro com quem nunca vai ser seu cliente. Só aí jáexiste uma diferença considerável de investimento em propaganda. E tem outra coisa: mesmo no seu mercado, você não precisa começar por cima. Às vezes, ganha mais quem come pelas beiradas, avança aos poucos, vai devagar e sempre. Se você não pode dar um salto muito grande logo, comece pelo começo. Mas nãodeixe de dar o primeiro passo. Só assim você vai sair do lugar e seguir em frente.
Quer um conselho para ganhar mercadocom propaganda? Procure alguém do ramo.
Quando se fala em agência de propaganda, a primeira imagem que deve vir à sua cabeça é a de empresas que cobram muito caro, que trabalham com artistas famosos, com grandes verbas, e que nunca vão se interessar por um negócio pequeno como o seu. E, no caso de se interessarem,vão querer cobrar sempre mais do que você pode pagar. Isso, no fundo, é um mito que se criou, porque os publicitários, além de saber vender as marcas dos outros, também sabem se vender muito bem, já que vender imagem é o negócio deles. Mas, se você conseguir olhar para a propaganda sem nenhum preconceito e esquecer a espuma de glamour que envolve o negócio, vai descobrir um bocado de gente seriamente interessada em fazer a sua marca valer mais do que vale hoje e vender mais do que vende hoje. São empresas competentes e profissionalmente preparadas para atender clientes de todos os tamanhos. Você vai descobrir que, em propaganda, as coisas também são proporcionais. Em todos os mercados existe uma agência na dimensão exata para dar a você o atendimento que você necessita nas condições que a sua verba comporta. Faça essa experiência: procure uma agência associada à ABAP. Você vai ver que propaganda é um trabalho duro de gente séria.
Você é pequeno, hoje.
Quem apostar no seu crescimentocresce junto.
Você pode até se perguntar porque uma agência de propaganda estruturada e de qualidade se interessaria por uma verba pequena como asua. A resposta não é difícil de dar. Simplesmente porque um profissional de propaganda de visão é capaz de perceber todas as potencialidades de um negócio promissor tocado por alguém preparado para fazê-lo crescer. É isso mesmo: há negócios que estão prontos para crescer, sófalta propaganda. Não há novidade nenhuma nessa afirmação. São muitos os casos de grandes marcas internacionais que eram apenas uma boa idéia quando nasceram e que os investimentos em propaganda transformaram em negócios milionários. Hoje, quando a gente olha paracertas marcas dá até medo. Mas não esqueça de que qualquer um deles – Coca-Cola, McDonald’s e outros – já foram um dia exatamente do tamanho que você tem hoje. Isso quer dizer que você deve procurar uma boa agência de propaganda se realmente acredita que o seu negóciopoderá ser verdadeiramente grande um dia.
Basicamente, qual é o papel de uma agência de propaganda?
Em primeiro lugar, o papel de ajudar você a formular um plano de comunicação. Plano que vai contemplar tudo aquilo do que estivemos falando até agora. E que depois vai desenvolver as peças publicitárias que vão traduzir, criativamente, para o consumidor, as vantagens queo seu negócio tem para oferecer. É o poder criativo da sua agência a arma mais poderosa que você tem para enfrentar seus concorrentes. Além de criar, sua agência vai ter a função de controlar a qualidade da produção das peças publicitárias e a viabilização dos custos maisadequados, através de uma tomada de preços entre fornecedores confiáveis. Finalmente, a agência vai cuidar de colocar você na mídia da maneira mais conveniente, tanto em termos de custo como de audiência. Para isso, ela está capacitada para identificar os meios mais adequados para falar com o mercado que interessa ao seu negócio, evitando desperdícios e otimizando ao máximo o seu investimento. É assim que trabalha uma boa agência de publicidade. Seja qual for o seu tamanho, seja qual for o tamanho do cliente.
Como funciona, na prática,
a relação cliente-agência?
Você deve se relacionar com os profissionais de publicidade escolhidos para cuidar da sua comunicação da mesma forma como se relaciona com outros profissionais que cuidam de assuntos que são importantes para você, como a sua saúde e o seu dinheiro, por exemplo. Deve ser uma relação pautada pela absoluta transparência, inclusive no que se refere aos pontos fracos da sua marca e as vantagens das marcas concorrentes. Você deve falar claramente dos problemas identificados em seus produtos e serviços e dos motivos deles ocorrerem. É muito importante também que você aponte seus objetivos. Se isso tudo não está muito claro para você, fale também. Só assim a sua agência terá condições de preparar uma proposta adequada às suas necessidades e fazer as recomendações mais seguras para cumprir um plano de metas. E o que é muito importante: tudo o que for apresentado será discutido com você, ponto por ponto, para que você aprove todas as sugestões com absoluta segurança.
Como se paga os serviços da agênciae como saber que o pagamento é justo?
A remuneração de uma agência de propaganda é absolutamente clara e está prevista em lei, a Lei 4.680. É a sua agência quem planeja a presença da sua marca na mídia, reserva e compra, em seu nome, os espaços. A remuneração da agência se dá através de descontos concedidos pelos veículos de comunicação, descontos que só podem, legalmente, ser concedidos para as agências de publicidade. Na área de produção, a agência indica os fornecedores mais compatíveis em termos de custo e qualidade. Depois de apresentar e discutir os orçamentos com você, a agência, quando possível, volta a negociar os custos com os fornecedores, sem prejuízo da qualidade. Na produção, a agência se remunera com uma taxa de 15% aplicada sobre o custo final apresentado pelo fornecedor. E a agência fica responsável pelo acompanhamento do trabalho até o final, garantindo o melhor resultado para você. Os custos da agência, relativos a criação e finalização das peças publicitárias e outros serviços internos obedecem a uma tabela desenvolvida pela ABAP juntamente com os sindicatos e que deve ser apresentada a você antes que se comece a desenvolver qualquer trabalho. Como você vê, a remuneração da agência, em todas as áreas, é um assunto absolutamente transparente, regido por lei e acessível a qualquer momento por qualquer interessado. A melhor maneira de fazer com que seu investimento em publicidade ofereça o melhor custo/benefício é preparando se internamente para confirmar a expectativa que a campanha da sua marca vai criar no consumidor. Lembre-se: uma boa campanha de publicidade induz o consumidor à experimentação. Quem tem que fazer o consumidor gostar da experiência é você.
fonte: http://webserver.4me.com.br/wwwroot/abap/





