terça-feira, 26 de fevereiro de 2008

Evolução dos logotipos de marcas famosas

Conheça um pouco da história da evolução dos logotipos de algumas marcas famosas.









Comecemos pelos automóveis. No site Neatorama, você poderá conhecer mais sobre a história de logos de marcas como:

Alfa Romeo
Audi
BMW
Cadillac
Fiat
Ford
Mercedes-Benz
Renault
E outras marcas não listadas acima.

Você sabia, por exemplo, que o logo da Volkswagen foi idéia de Hitler?!

Essas e outras histórias interessantes você vai encontrar por lá.

Também tem uma lista muito interessante com a evolução dos logotipos de empresas de tecnologia como:

Adobe
Apple
Google
IBM
Microsoft
Mozilla Firefox
Xerox









fonte: Realidade Subjetiva

Animais e seus significados

águia: iluminação, a visão interior, invocada para poderes xamânicos,
coragem e elevação do espírito a grandes alturas

beija-flor: mensageiro da cura, amor romântico,
claridade, graça, sorte e suavidade

coelho: fertilidade, medo, abundância, crescimento, agilidade e prosperidade

coruja: habilidade oculta, ver na escuridão, a vigília, a sombra e sabedoria antiga

cavalo: poder interior, liberdade de espírito, viagem xamânica, força e clarividência

cachorro: lealdade, habilidade para amar incondicionalmente e estar a serviço

cobra: transmutação, cura, regeneração, sabedoria, psiquismo e sensualidade

elefante: longevidade, inteligência e memória ancestral

falcão: precisão, mensageiro, olhar a volta, abertura a distância e oportunidades

gato: mistérios, poderes mágicos, sensualidade,independência, visões místicas e limpeza

golfinho: pureza, iluminação do ser, sabedoria, paz, amor, harmonia e comunicação

leão: poder, força, majestade, prosperidade,nobreza, coragem, saúde, liderança, segurança e autoconfiança

macaco: inteligência, bom humor, alegria,agilidade, perícia, irreverência e amizade

puma: força, mistério, silêncio, sobrevivência, velocidade, graça, liderança e coragem

pombo: paz, comunicação e mensagem

sapo: evolução, limpeza, transformação, mistérios e humor

tartaruga: estabilidade, organização, longevidade, paciência, resistência, proteção, experiência e sabedoria

tigre: aproximação lenta, preparação cuidadosa e aproveitamento de oportunidades

touro: fertilidade, sexualidade, poder, liderança, proteção e potência V&A

Os significados misticos dos animais

Quando criamos um logotipo, além de cores e símbolos geométricos, temos que estar atentos aos significados de muitas coisas como religião, meio ambiente e por exemplo o significados dos animais.

Gosto muito de utilizá-los em minhas apresentações pois além de ser apaixonada por qualquer tipo de animal (especialmente gatos e felinos) também acredito no poder e significado que um logotipo bem montado com animais passa.

Apesar de não ser ligada a misticismo ou espiritualismo, muitos clientes são, portanto, como este é um espaço aberto a todos, segue abaixo o texto completo retirado do site: http://www.casadebruxo.com.br/ :

Os Animais de Poder

Desde a antiguidade, segundo registros, existem rituais onde os homens e animais se faziam presentes. Hoje os encontramos em nosso dia a dia na astrologia, na alquimia, nas cartas de tarô entre outros. Existem algumas maneiras de se descobrir o animal que está presente em nosso interior, seja através de ritual, concentração ou mesmo da intuição. Conhecido como Animal de Poder, Espírito Protetor, Totem ou Animal Guardião, estão mais próximos da Fonte Divina. Quando tomamos a consciência de sua existência, fortificamos os poderes que estão escondidos em nosso interior, pois há um aumento de nossa resistência a doenças e de nossa auto-confiança. Cada animal traz uma essência espiritual e, através dela, cada um com seu próprio modo ou estilo de vida, com sua própria medicina, nos leva a crescer e transmite-nos a sua sabedoria.


Existem algumas maneiras de se descobrir o animal que está presente em nosso interior, seja através de ritual, concentração ou mesmo da intuição. Conhecido como Animal de Poder, Espírito Protetor, Totem ou Animal Guardião, estão mais próximos da Fonte Divina. Quando tomamos a consciência de sua existência, fortificamos os poderes que estão escondidos em nosso interior, pois há um aumento de nossa resistência a doenças e de nossa auto-confiança. Cada animal traz uma essência espiritual e, através dela, cada um com seu próprio modo ou estilo de vida, com sua própria medicina, nos leva a crescer e transmite-nos a sua sabedoria.

Os animais estão mais próximos do que nós da Fonte Divina por serem míticos, oníricos. Ao compartilharmos de sua consciência animal transcendemos o tempo e o espaço, as leis de causa e efeito. A relação entre homem e animal é puramente espiritual, pois nosso instinto animal é mais forte e menos racional por serem manifestações dos poderes arquétipos do ser humano. Fortificam o vigor físico e mental, aumentando a disposição e o conhecimento, auxiliando ainda no diagnóstico de doenças e na realização de desafios.

Existem rituais, auxiliados pelo tambor que auxiliam na conecção com o animal, onde também são realizadas as Danças do Animal, que é uma forma de invocação. Cada animal possui uma essência, e assim cada um possui sua própria medicina e sabedoria. Relaciono abaixo alguns dos animais (incluindo os místicos) com seus significados:

Águia - Iluminação, a visão interior, invocada para poderes xamânicos, coragem, elevação do espírito a grandes alturas;
Aranha - Criatividade, a teia da vida, manifestação da magia de tecer nossos sonhos;
Abelha - Comunicação, trabalho árduo com harmonia, néctar da vida, organização.
Alce - Resistência, auto-confiança, competição, abundância, responsabilidade.
Antílope - Cautela, silêncio, consciência mística através da meditação, calma, ação.
Baleia - Registros da Mãe Terra, sons que equilibram o corpo emocional, origens;
Beija-flor - Mensageiro da cura, amor romântico, claridade, graça, sorte, suavidade;
Borboleta - Auto-transformação, clareza mental, novas etapas, liberdade;
Búfalo - Sabedoria ancestral, esperança, espiritualidade, preces, paz, tolerância;
Cabra/cabrito - Determinação para ir ao topo, nutrição, brincadeiras.
Camelo - Conservação, resistência, tolerância.
Canguru - Proteção maternal, coragem para seguir em frente nas fraquezas.
Castor - Novos canais de pensamentos, construção, segurança, conforto, paciência.
Cisne - Graça, fidelidade, ritmo do Universos, ver o futuro, poderes intuitivos, fé.
Coiote - Malicia, artifício, criança interior, adaptabilidade, confiança, humor.
Coelho - Fertilidade, medo, abundância, crescimento, agilidade, prosperidade.
Condor - Idem a águia, é um dos filhos do Sol no Peru, representa o Mundo Superior.
Coruja - Habilidades ocultas, ver na escuridão, a vigília, a sombra, sabedoria antiga.
Corvo - Guardião da magia, mistério, predições, mensageiro, dualidade, assistência.
Cavalo - Poder interior, liberdade de espírito, viagem xamânica, força ,clarividência;
Cachorro - Lealdade, habilidade para amar incondicionalmente, estar a serviço;
Cobra - Transmutação, cura, regeneração, sabedoria, psiquismo, sensualidade;
Coiote - Malícia, artifício, criança interior, adaptabilidade, confiança, humor.;
Coruja - Habilidades ocultas, ver na escuridão, a vigília, a sombra, sabedoria antiga;
Doninha - Poderes ocultos, vivencia, poder de esconder, observações, segredos.
Elefante - Longevidade, inteligência, memória ancestral, ancestrais enterrados.
Esquilo - Divertimento, planos futuros, reunião, observar o óbvio.
Esturjão - Determinação, sexualidade, consistência, profundidade, ensinamento.
Falcão - Precisão, mensageiro, olhar a volta, abertura a distância, oportunidades.
Formiga - Comunidade perfeita, paciência, trabalho duro, força, resistência, agressividade.
Gaivota - Voar através da vida com calma e esforço para alcançar objetivos.
Gambá - Campo de proteção, reputação, repelir quem não o respeita, respeito.
Gato - mistérios, poderes mágicos, sensualidade, independência, visões místicas, limpeza.
Galo - Sexualidade, fertilidade, oferendas, cerimônias, altivez.
Girafa - Calma, inspiração para se atingir grandes alturas, suavidade, doçura.
Golfinho - Pureza, iluminação do ser, sabedoria, paz, amor, harmonia, comunicação.
Gorila - Sabedoria, inteligência, adaptabilidade, guardião da terra, habilidade.
Guaxinim - Bom humor, limpeza, sobrevivência, tenacidade, inteligência, folia.
Hipopótamo - Desenvolvimento psíquico, intuição, ligação água-terra, aterramento.
Jacaré - Instinto de sobrevivência, o inconsciente profundo, o caos que precede a criação.
Jaguar - A busca em águas da consciência, mensageiro, interação mente e alma.
Javali - Comunicação entre pares, expressividade, inteligência.
Lagarto - Otimismo, adaptabilidade, regeneração, sonhos, renovação, transformação.
Leão - Poder, força, majestade, prosperidade, nobreza, coragem, saúde, liderança, segurança, auto-confiança.
Leopardo - Conhecimento do subconsciente, compreender aspectos sombrios, rapidez.
Lince - Segredos, conhecimento oculto, tradição, ouvir para o crescimento.
Libélula - Ilusão, ventos da mudança, comunicação com o mundo elemental.
Lobo - Amor, relacionamentos saldáveis, fidelidade, generosidade, ensinamento.
Macaco - Inteligência, bom humor, alegria, agilidade, perícia, irreverência, amizade.
Minhoca - Regeneração, resistência, auto-cura, transformação.
Morcego - Renascimento, iniciação, reencarnação, habilidades mágicas.
Onça - Espreita, proteção de espaço, silencio, observação. Precisão.
Pantera - Mistério, sensualidade, sexualidade, beleza, sedução, força, flexibilidade.
Pato - Desenvolvimento de energia maternal, fidelidade, nutrição energética.
Peru - Dar e receber, transcendência, dádivas, celebração.
Porco-Espinho - Fé, confiança, inocência, inspiração para realizações, dentro da essência.
Puma - Força, mistério, silêncio, sobrevivência, velocidade, graça, liderança, coragem.
Pica-Pau - Regeneração, limpeza, comunicação, proteção, unido aos Espíritos do trovão.
Pingüim - Viver em comunidade, fidelidade, lealdade nos romances.
Pombo - No cristianismo simboliza o Espírito Santo, paz, comunicação, mensagem.
Raposa - Habilidade, esperteza, camuflagem, observação, integração, astúcia.
Rato - versatilidade, alerta, introspecção, percepção, satisfação, aceitação.
Salmão - Força, perseverança, nadar contra a maré, determinação, coragem.
Sapo - Evolução, limpeza, transformação, mistérios, humor, ligado a chuva.
Tartaruga - Estabilidade, organização, longevidade, paciência, resistência, proteção, experiência, sabedoria, Mãe-Terra.
Tatu - Limites, doas dá a armadura, limites emocionais, protege a saúde.
Texugo - Agressividade, coragem, formar, alianças, persistência, agir em crise.
Tigre - Aproximação lenta, preparação cuidadosa, aproveitar oportunidades.
Touro - fertilidade, sexualidade, poder, liderança, proteção, potencia.
Urso - Introspecção, intuição, cura, consciência, ensinamentos, curiosidade.
Vaga-Lume - Iluminação, entendimento, força de vida, luz e escuridão, maravilhas.
Veado - Delicadeza, sensitividade, graça, alerta, adaptabilidade, coração/espírito, gentileza.

Animais Místicos

Cavalo Alado - Elevação, transmutação, beleza, viagem astral,aventuras, mistério, fascínio.
Centauro - Instinto animal, ligação homem-animal, anarquia, sexualidade, fertilidade, cura.
Dragão - Potência e força viril, proteção Kundalini, calor, mensageiro da felicidade, senhor da chuva, fecundação, força vital.
Elefante Branco - Força, bondade, escolha de caminhos, ligações extraterrestres, mistério.
Fênix - Renascimento, fascínio, animal do Sol, imortalidade da alma, elevação, purificação.
Sátiro - Libertinagem, divertimento, impulso sexual, instintos, fantasias sexuais.
Unicórnio - Rapidez, mansidão, pureza, salvação, espiritualidade, inofensivo.

sábado, 23 de fevereiro de 2008

As 11 leis imutáveis de criação de marcas da internet - segundo Al Ries e Laura Ries

Segundo Al Ries e Laura Ries existem 11 leis que devem ser tidas em conta na criação de uma marca de êxito na internet, que são as seguintes:

1. LEI DE UM OU OUTRO

A internet pode ser um negócio ou um meio de comunicação, mas não ambos

O mero acto de colocar uma marca num site web não a converte numa marca de internet. Existem marcas e existem marcas de internet, e as duas são bastante distintas. Para se criar uma marca de internet, não se deve considerar a internet como um meio de comunicação, mas sim como um negócio.

2. LEI DA INTERACTIVIDADE


Sem ela, o seu site web e a sua marca não irão a lado nenhum

Desde o começo da televisão, no início dos anos 50, que não assistimos a uma revolução tecnológica como a da internet. Durante algum tempo, o uso da internet duplicava literalmente todos os meses. Existe uma relação entre a internet e a televisão. E não há nada à face da terra que possa influenciar tantas pessoas de uma forma tão poderosa como a introdução de um novo meio de comunicação social.


Se a internet vai ocupar um lugar junto dos outros importantes meios de comunicação, será porque apresenta uma qualidade completamente nova. Acreditamos que a história colocará a internet como o mais importante meio de comunicação. O motivo é simples. A internet é o único meio de comunicação social que permite interactividade. Na internet, uma marca vive ou morre numa era interactiva. A longo prazo, a interactividade definirá o que funciona e o que não funciona na internet. O segredo para criar uma marca na internet depende da nossa capacidade para apresentar a marca de tal forma que os clientes e potenciais clientes possam interagir com a nossa mensagem. Teremos de descartar muitas das formas tradicionais de criar marcas.

3. LEI DO NOME COMUM


O beijo da morte para uma marca de internet é o nome comum

A decisão de marketing mais importante que temos de tomar é escolher o nome a dar ao produto. Na época do posicionamento o nome era importante. Na era da internet, o nome é essencial. Existem motivos para que assim seja. Na era anterior à internet, a marca tinha sempre uma componente visual. Embora o nome fosse um elemento importante, o aspecto visual tinha igualmente influência na compra da marca. A internet exclui o elemento visual. Para aceder a um site web, escreve-se uma palavra. Não existem imagens, não existem cores, não existe impressão, não existe aspecto e não existe localização.

4. LEI DO NOME PRÓPRIO


O seu nome está apenas na internet, é conveniente ter um bom nome

A abundância de nomes comerciais genéricos na internet transmite esperança às empresas que chegaram depois. Se for capaz de lançar um site web com uma boa ideia e uma boa marca, está numa boa posição. Pode esperar até que os nomes de sites genéricos desapareçam de vista de depois lançar-se e vencer. Não cometa erros relacionados com esta questão. O seu nome está apenas na internet e é, em oposição, o seu agente mais valioso. esta é uma das princiais diferenças entre a internet e o mundo real. Abaixo 8 conselhos para tornar eficaz um nome:
- O nome deve ser curto
- O nome deve ser simples
- O nome deve ser indicativo da categoria
- O nome deve ser único
- O nome deve ser aliterado
- O nome deve ser pronunciável
- O nome deve ser atractivo
- O nome deve fazer alusão a uma pessoa

5. LEI DA SINGULARIDADE


Deve ser evitado a todo o custo ser o segundo na sua categoria

Existe uma enoprme diferença entre criar uma marca na internet e criar uma marca no mundo real. No mundo real há sempre espaço para uma segunda marca. Há uma razão que explica o facto de duas marcas poderem ter uma vida rendível fora da internet, no mundo real. A existência de duas marcas deve-se a uma necessidade, não só do consumidor, mas também do comércio. O terminal aéreo, o supermercado, a drogaria, qa empresa que explora o centro comercial, inclusivamente o promotor imobiliário, interpõem-se entre o cliente e a marca. Estes intermediários ou, se preferir, o comércio, precisam muito das segundas marcas. Não se trata de uma necessidade de produto. Trata-se de uma necessidade de poder. Na internet nada se interpõe entre o cliente e a marca. Não há intermediários, não há comércio, não há promotores imobiliários, não há necessidade de ter poder frente ao líder. Como consequência, a internet parece mais um jogo de futebol ou um debate político. É a lei da singularidade. Não há lugar para o segundo.

6. LEI DA PUBLICIDADE


A publicidade fora da rede será muito maior que a publicidade na rede

Na internet o nome é tudo. Um meio sonoro como a rádio é perfeito para introduzir um nome de internet na mente. A publicidade pode ter uma importância crucial para conduzir os potenciais clientes até ao nosso website, mas depois de lá terem chegado, podemos esquecer-nos de os utilizar como forragem humana para as nossas mensagens publicitárias. Na internet a interactividade é a rainha. A publicidade é algo que os potenciais clientes suportam, não algo que procuram. A interactividade dá-lhes a oportunidade de escolher e, na nossa opinião, a maioria das pessoas utilizará esta oportunidade para eliminar a publicidade e aumentar a informação.
Se deseja criar uma marca na rede, não tente atrair publicidade para o seu website. Faça com que a sua marca seja uma fonte de informação que os potenciais clientes não consigam encontrar em nenhum outro site. Ou um lugar para comprar coisas a preços que não podem descobrir em nenhum outro lugar. Não utilize o seu website como uma desculpa para colocar publicidade que as pessoas já viram em jornais e revistas ou que ouviram na rádio ou na televisão. A internet é um novo meio de comunicação revolucionário interactivo. E quando as pessoas interagem com a publicidade, normalmente é para a eliminarem.

7. LEI DA GLOBALIZAÇÃO


A internet derrubará todas as barreiras, todos os limites, todas as fronteiras

Qual é a principal mensagem do meio internet? Na nossa opinião, a mensagem é "globalização". No final, a internet conduzirá os cidadãos do mundo a uma economia mundial interligada - "a aldeia global" segundo McLuhan. É muito provável que a principal tendência do século XXI seja a globalização. O que a internet produziu com grande esforço foi a aldeia global. O meio é a mensagem.

8. LEI DO TEMPO


Actue. Tem de ser rápido. Tem de ser o primeiro. Tem de centrar a sua atenção

A pressa dá origem a falhas, mas as falhas são muito frequentemente o ingrediente mais importante de um lançamento na internet. Se deseja ter êxito nos negócios... na criação da marca... na vida... tem de se tornar o primeiro nas mentes. Repare que afirmámos "mentes", não "mercado". O facto de chegar em primeiro lugar ao mercado não chega para conseguir tornar-se o primeiro nas mentes. Se desperdiçar esta oportunidade, preocupando-se excessivamente em conseguir que todos os pormenores estejam perfeitos, nunca voltará a ter outra (a perfeição conseguida num plano infinito não vale de nada).

9. LEI DA VAIDADE


O maior erro que se pode cometer é pensar que se é capaz de fazer tudo.

O êxito da empresa pode ser apreciado não só na parte inferior da conta de resultados, nos lucros; mas também na parte superior. O êxito da empresa aumenta o ego dos altos dirigentes. As empresas que têm um êxito enorme pensam que lhes é possível fazer tudo. Podem lançar qualquer produto em qualquer mercado ou realizar qualquer fusão. É apenas uma questão de ter força de vontade e recursos para concretizar a tarefa. A história não respeitou muito este tipo de mentalidade. A maior parte dos desastres de marketing das últimas décadas foram fruto de direcções que tinham uma confiança desmesurada em si próprias.

10. LEI DA DIVERGÊNCIA


Todos falam de convergência, quando o que está a acontecer é precisamente o contrário

Cada vez que surge um novo meio de comunicação, ouve-se o grito: "convergência, convergência!. Como é que se vai convergir este novo meio?"
Quando a televisão foi introduzida, surgiram por todo o lado artigos sobre a convergência da televisão com revistas e jornais. Caso isso tivesse acontecido, já não receberíamos as nossas revistas por correio. Quando quiséssemos um número de telefone, carregaríamos num botão no aparelho de televisão e o número surgiria no nosso ecrã. Quando a internet chegou, apareceu o mesmo tipo de artigos. Agora pode navegar na net enquanto vê televisão. Muitas empresas tentaram combinar a televisão, o computador pessoal e a internet. Tal nunca acontecerá. As tecnologias não convergem. Divergem.

11. LEI DA TRANSFORMAÇÃO


A revolução da internet transformará todos os aspectos das nossas vidas

A internet influenciará a sua empresa quer se lance na rede ou não. Que mudanças introduzirá a internet na nossa empresa e na nossa vida? O futuro é sempre incerto, mas seguem-se algumas previsões:


- As publicações em papel estão condenadas ao fracasso
- Os catálogos de papel enfrentam um futuro incerto
- Os sofisticados folhetos a cores tornar-se-ão extraordinariamente caros
- Os anúncios classificados passarão para a rede
- O serviço de correios não distribuirá tantas cartas
- Os serviços financeiros de todo o tipo passarão para a rede
- O negócio de entrega de encomendas aumentará de forma virtiginosa
- A venda retalhista na internet converter-se-á num jogo de preços
- A vantagem retalhista fora da rede converter-se-á num jogo de serviços
- Os motores de busca da internet perderão importância
- A internet mudará muitos aspectos do sector telefónico
- Na internet haverá limites de velocidade


fonte: Boost!

Revista da GAD Design sobre design e branding.

Gad Design 2 Branding





Revista da GAD Design sobre design e branding.


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Metodologia para Criação de Identidade Visual

A identidade visual é o conjunto de elementos gráficos que constituem a personalidade visual de um nome, idéia, produto ou serviço. Estes elementos devem informar à primeira vista, estabelecendo com quem os vê um nível ideal de comunicação. Basicamente são quatro estes elementos institucionais: símbolo, logotipo, cores e alfabeto.

Etapas:

Demanda – A necessidade do serviço por parte do cliente

Briefing – A necessidade do cliente é passada ao prestador do serviço (o designer). Neste momento todos os detalhes são discutidos bem como os requisitos básicos. Um briefing bem feito garante maior eficiência e rapidez no processo, evitando o trabalho ter de ser refeito em situações do tipo: “Não é bem isso, muda tudo...”.

Pesquisa – Nesse momento, é feito um levantamento da identidade visual dos concorrentes, bem como análise de imagens e aspectos interessantes e que venham acrescentar algo ao projeto.

Análise do ambiente – Deve se levar em consideração o ambiente no qual está inserido o produto, definido durante o briefing: público-alvo, posição no mercado, níveis de consumo, políticas internas do cliente, aplicações.

Geração de Idéias – Com todas as informações coletadas e organizadas, a equipe ou indivíduo inicia um processo para gerar idéias e conceitos a serem trabalhados, por um lado mais criativo e menos racional. Nesta etapa poderá ser feito um brainstorming para iniciar o processo criativo.

Definição do Conceito – Após o brainstorming, ocorre uma filtragem do que será utilizado e desenvolvido, ou seja, um conceito a ser trabalhado será definido nesta etapa.

Desenvolvimento do Conceito (Layout) – Inicia-se o processo de desenvolvimento do conceito escolhido, preferencialmente através de esboços em papel, para depois serem finalizados em computador.

Apresentação – Com a finalização da idéia, deve ser feita uma apresentação da solução através de pranchas impressas (conforme anexo). Na apresentação é relevante constar uma prancha com a solução, e uma prancha com as aplicações ( reduções, preto e branco, negativo, opções de cores), explicação do conceito trabalhado, fontes e cores utilizadas. No caso de mais de uma solução, devem ser feitas pranchas indivíduais e apresentadas separadamente. Nesta etapa o cliente irá aprovar a solução, e solicitar as alterações se necessárias.

Correções – Nesta etapa, se necessário serão feitas as modificações e adaptações solicitadas pelo cliente.

Apresentação Final – Uma nova apresentação, nos moldes da primeira, será feita. Novas correções podem ser solicitadas ou não. Se aprovada a solução apresentada, o projeto está pronto a ser finalizado.

Finalização – Após a aprovação da solução, deve ser desenvolvido um manual de aplicação da identidade visual, onde constarão todas as regras e condições de aplicação dos elementos gráficos. Neste momento, o projeto está pronto para ser encaminhado para registro, se necessário. A partir daqui podem ser desenvolvidos todas os projetos que dependem da identidade visual, como papelaria, sinalização, aplicação em veículos, homepage, etc.

Por: Guilherme Borchert

fonte: supernovastudio

Basta de Marcas!

Gilberto Strunck, sócio-diretor da DIA Comunicação de Marketing (www.diacm.com.br) apresenta neste artigo um roteiro básico de como criar identidades visuais para marcas de sucesso. Gilberto é professor e autor de diversos livros no campo do design.

Cansei!

Chega desta vida onde as marcas dominam o meu dia-a-dia.

Onde sou julgado pelas marcas que visto, pelas que me transportam ou viajo.

Pelas de onde me hospedo. Pelas que como, bebo e me higiênizo. Pelas que uso para escrever, telefonar, micrar. Por aquelas dos lugares que freqüento para trabalhar ou me divertir.

Chega desse pré-julgamento que faço dos outros, e de como sou visto pelos outros, em função dos símbolos que exponho de mim.

Chega disso! Quero viver numa sociedade onde eu seja apenas o que sou, sem dar nenhuma “pista” sobre os meus valores. Onde para ser conhecido, tenha que ser “descoberto”, “experimentado”.

Utopia Improvável

Mas isto seria possível?

Num mundo onde a única certeza que temos é a que amanhã tudo vai ser diferente?

No qual a quantidade de conhecimento disponível cresce exponencialmente, propiciando o lançamento diário de novos produtos e serviços, que nos encantam e aumentam a qualidade de nossas vidas?

Como fazer negócios numa sociedade sem marcas?

Onde nossa percepção de tempo é cada vez mais acelerada, cujo ritmo de vida deixaria nossos avós sem fôlego? Onde a briga não é mais entre grandes e pequenos, mas sim entre lerdos e rápidos, aqueles que sabem identificar tendências e mudam continuamente para se perpetuar no mercado.

Num cenário como esse, feroz e muito competitivo, de grandes investimentos e de alta mortalidade de empresas, as marcas servem como aceleradoras dos processos de conhecimento e decisão. Em nossa economia não existem marcas só com uma função um valor de uso. Todas têm também uma representação, que nos é transmitida pela experiência de seu consumo, por suas ações de comunicação, pela indicação de amigos. Vivências que imersas em nossos inconscientes, irão ser lembradas sempre que virmos os signos que as representam.

Como criar identidades visuais para marcas de sucesso
O principal desafio de quem cria identidades visuais é sintetizar, em poucos elementos, a personalidade da marca, expressar graficamente seus valores.

E isso, num desenho original, legível, pregnante e com possibilidades de aplicação de idéias em várias mídias.

Enfim, com trabalho para profissionais.

Para facilitar o entendimento deste processo, vão aqui cinco pontos capitais para que o sucesso seja alcançado.

1. Posse da Marca

A marca é um nome. Antes de se iniciar um projeto de identidade visual, é capital assegurar sua propriedade. A marca deve ser registrada em uma ou mais das 43 classes relacionadas, tipo de negócios no qual será usada, junto ao INPI – Instituto Nacional de Propriedade Industrial. É bom também garantir a posse do seu domínio, para a construção do seu site, junto a FAPESP – Fundação de Amparo à Pesquisa do Estado de São Paulo.

2. Posicionamento

É a síntese da personalidade da marca. Sem um posicionamento bem definido, a marca é uma mercadoria. E mercadorias são escolhidas somente com base em seus preços. O posicionamento deve expressar os diferenciais, atributos e benefícios, enfim, a “alma” da marca, que deverá ser representada visualmente.

3. Público-alvo

As pessoas visadas como as principais consumidoras da marca. Aqui vale à pena ressaltar que: identificá-las como pertencentes às classes A2 ou C, não é suficiente para que seus valores sejam entendidos. O ideal é ser ter um perfil comportamental. Sexo, idade, escolaridade, onde moram, como se transportam, o que fazem como lazer, onde se vestem, seus programas de TV. Estes dados são muito mais fáceis de serem interpretados para serem representados.

4. Concorrência

Quais os principais concorrentes hoje e quais os prováveis concorrentes de amanhã, quando a marca se desenvolve e passa a competir em novos patamares?

O mesmo deve ser investigado do ponto de vista geográfico. Será uma marca regional, nacional ou internacional? Estas questões delimitam o tamanho da pesquisa iconográfia que deverá ser realizada para que não sejam desenvolvidas soluções que se assemelham a identidades já existentes.

5. “Parentescos”

É muito comum que novas marcas sejam criadas como extensões de outras. Uma nova empresa fará parte de um grupo existente e isto deverá ficar explícito no projeto. Extensões, verticais ou horizontais, de linhas de produtos e serviços que já estão no mercado. São casos em que a nova marca pega uma “carona” nas outras, diminuindo os investimentos para torná-las conhecidas e atraindo para si os valores já relacionados às originais.

Nestes casos, o desafio é estabelecer a dosagem exata entre similaridade e particularidade, de forma que a nova identidade seja entendida com o grau de “parentesco” que se deseja transmitir.

Invista.... e ganhe

Na maior parte dos casos, os donos das empresas gastam milhões na sua montagem.

Instalações, móveis, equipamentos, sistemas, processos etc. e, na hora de criar sua identidade visual ou a de seus produtos e serviços, ainda insistem em “comprar” preço e não talento e experiência, esquecendo questões fundamentais, como:

No Brasil, menos de 5% das empresas fazem qualquer tipo de publicidade. Assim, sua marca exposta nas embalagens, folhetos, fachadas, uniformes, viaturas..., será a sua única ação de comunicação. O principal sinalizador de tudo que representa.

As vendas por auto-serviço são uma tendência irreversível, em praticamente todos os tipos de negócio. Mais uma vez, a exposição da marca em uma embalagem, catálogo ou display, será fundamental para atrair o consumidor em meio às concorrentes, direcionar sua escolha e levá-lo a compor o que é oferecido.

Finalizando, a identidade visual é a “bandeira” dos processos de branding.

O sinalizador que irá resgatar nos consumidores suas experiências sobre as marcas, levando-os às ações pretendidas.

fonte: Supernovastudio

Logotipos de Impacto para Logistas (e não logistas também)

A primeira impressão que uma loja nos transmite, geralmente, prende-se à imagem de um cliente saindo dela segurando uma sacola, um anúncio inserido no jornal do local, ou mesmo um panfleto enviado por mala direta, meios que deveriam, sem exceção, exibir o logotipo da sua loja, logotipo esse que pode desempenhar um papel de tremenda importância na formação da imagem da loja nas mentes dos clientes.

Passos para a criação do logotipo

Procure entrevistar vários projetistas gráficos antes de você escolher o profissional com quem você pretenda trabalhar. Para mostrar os tipos de letras, os formatos, as ilustrações e as cores que lhe agradam, experimente obtê-los cortando-os de jornais e revistas.

Caso seu orçamento não tenha previsto a remuneração a ser paga ao projetista de criação gráfica, você conta com a possibilidade de executar um projeto do logotipo através de letras-decalque disponíveis nas lojas de artigos de artes, que são passadas, uma de cada vez, à superfície de um papel liso. As ilustrações destinadas a combinar com o logotipo podem ser obtidas através de fontes que contenham estampas para recorte, isto é, livretos repletos de arte e isentos de direitos de propriedade, abrangendo relevos, silhuetas e demais padrões de arte de diversos assuntos, desde gêneros alimentícios a flores. Os relevos, adornos, figuras pontilhadas e estrelas constituem uma excelente fórmula para criar um logotipo.

Fatores a considerar na criação do logotipo

Não importa se a criação do logotipo caiba a um profissional do ramo, ou que você mesmo decida executa-lo; certifique-se, porém, de que o logotipo seja dotado das seguintes características:

- Possibilite fácil interpretação. Se uma pessoa for obrigada pensar demais tentando entender o logotipo, ou mesmo observá-lo por um longo tempo, você pode ter a certeza de que ele não trará o êxito que dele se espera. Nomes desenhados, em especial, precisam ser testados quanto à sua ilegibilidade, antes de prosseguir para a etapa seguinte que envolve o projeto final.

- Desenhado de modo a permitir a sua reprodução em inúmeras variedades. Sugestão: O logotipo de sua loja deve proporcionar ótimas produções em preto e branco, já que é provável que você deseje obter fotocópias dele, ou mesmo usá-lo em um anúncio em preto e branco.

- Adaptável a uma variedade de técnicas de confecções de cartazes, tais como néon de exposição, madeira esculpida ou letras em vinil.

- Projetado de modo a poder ter configurações diferentes, isto é, horizontais, verticais, circulares e retangulares, a fim de preencher os requisitos de layout diversos na arte de confecção de cartazes e sinalizações e de layout de anúncios.

- Um reflexo exato da imagem de sua loja, quer ela tenha um toque de jovialidade, de romance, ou seja voltada ao esporte, etc.

Utilização correta do logotipo da loja

- Os cartões de visita podem ser impressos mostrando o logotipo, endereço e o número do telefone da loja.

- Os cartões de presente podem ser confeccionados através da fotocópia do logotipo gravado sobre a superfície colorida de um cartão de um estoque, com um furo em um dos cantos, e fixados ao artigo ou à embalagem.

- Os cartões menores contendo informações sobre a mercadoria podem ser confeccionados mostrando o logotipo na parte inferior ou superior, inserido-se as informações via letras-decalque.

- O logotipo pode ser impresso em adesivos, por sua vez fixados às sacolas de papel destinadas às compras dos clientes, ou fabricado sob a forma de um carimbo de borracha e estampado sobre as sacolas para dar aquele toque especial.

Reproduzido com a aprovação de The Retail Challenge, do International Council of Shopping Centers, New York, N.Y. The Retail Challenge entrevistou Diane Yokom, presidente da "Yokom Design Consultant Inc.", especializada em imagem do lojista.

www.pmkt.com.br

fonte: Supernovastudio

Como construir uma marca para sua empresa

A personalidade de sua empresa tem que brilhar através de seu logo, cartão de visita e papel carta. A Supernova possui a tecnologia e o conhecimento para construir uma identidade corporativa para sua empresa com o impacto necessário.

Nós iremos usar uma abordagem de "full-service" para fazer com que sua identidade corporativa e seus elementos trabalhem com uma variedade de mídias.

Depois, nós iremos trabalhar seu novo logo ou logo já existente em todos os cartões de visitas, papéis carta, e envelopes/etiquetas, brochuras e capas de apresentações.

Finalmente, nós iremos trabalhar seu novo tema de cores e editorá-lo em seu website e atualizar suas apresentações em multimídia.

Como construir uma marca para sua empresa:

Papéis Timbrados - Tenha certeza de que seu papel
de carta inclui todas as informações apropriadas: nomes, endereços, fone, fax,
e-mail e endereço da web.

Cartões de Visita - Dependa de seus cartões de visita não somente para manter-se em contato com seus clientes, fornecedores mas também como uma forma de propaganda. Não deixe acabar.

Catálogos - Quando voce não puder representar sua empresa em pessoa, confie nos seus catálogos e brochuras de vendas.

Logos - Seu logo tem que dizer muito sobre a personalidade de sua companhia em um rápido olhar. Deve ficar bom colorido ou preto e branco, em uma variedade de tamanhos e em todos os tipos de materiais.

E, seu logo deve durar ao longo dos anos, crescendo com sua empresa.

fonte: supernovastudio - criação de logotipos, logomarcas

Cor, elemento fundamental

Para iniciar, nada seria melhor do que entender um pouco sobre as cores e até onde elas podem nos ajudar.

Significados: Quando falamos das cores e de seus significados, devemos ter dois focos para abordar: o que elas representam para nós e o que podem representar para os outros.

É importante ressaltar que as cores, cada uma com sua característica, têm influência sobre todos nós. Porém, dependendo da experiência positiva ou negativa relacionada a cada uma delas, canalizam de forma diferente nossas emoções. As cores tanto servem para acalmar, quanto para estimular. As quentes (vermelha e laranja) podem trazer estímulos e ânimo às pessoas. Já as frias (azul e verde) podem acalmar e trazer leveza. Mas tudo isso depende de como as pessoas reagem a essas cores.

As cores quentes devem ser usadas em menor escala e misturadas às demais cores frias. Assim, o equilíbrio entre a vitalidade e a tranqüilidade será firmado.

Consultando um dicionário de símbolos encontramos definições estabelecidas para as cores, tais como:

Verde - Cor de equilíbrio, entre a frieza da lógica e a efervescência das emoções. Transmite paz. Integra emoção e razão de uma forma hábil, tão necessária ao equilíbrio de nossa psique. Produz um ambiente calmo e com muita energia ao mesmo tempo.

Azul - Cor da lógica e ponderação. Amplia nossos horizontes, o que resulta em uma visão maior sobre os assuntos que estão a nossa volta. Estimula à razão, a verdade, a lógica, de forma fria (decidida). Cor adequada à locais de conflito presente.

Amarelo - Estimula atenção, afiada e ágil, o amarelo deixa essa situação ao alcance. Ele abre os espaços do conhecimento. Cor de ambição e liderança, simpatia e alegria. Pode abrir o apetite, sendo atualmente muito usada em restaurantes.

Laranja - Cor que envolve a busca de algo novo e curioso. É ideal para quem precisa criar e também para os que querem retirar os medos de críticas e de ir em frente. Cor da liberdade, concentração e independência.

Vermelho - Vínculo afetivo, profundidade nas relações, efervescência, dinamismo, calor, força e agressão. Ela pertence à eternidade dos afetos. Proporciona vitalidade, aumenta a pressão sangüínea sendo excelente para dar mais ânimo e crédito a si mesmo. É a cor que traz em si o poder feminino da sedução.

Preto - Cor do mistério e mantém as intenções no anonimato. Instiga a curiosidade das pessoas, ao mesmo tempo em que se consegue passar despercebido com ela, que camufla as verdades ao exterior. Capta o que acontece sem dizer a que veio. Protege das cargas negativas, mas por outro lado não deixa fluir a energia e, assim, não renova a carga energética do ser humano.

Branco - Vibrante e estimulante por ser a união de todas as cores. Como cada uma das pessoas já carrega uma determinada vibração, é bom saber dosar o uso dessa cor. Produz troca de energia e capta bem a energia solar. Favorece a clareza, trazendo a verdade. Pode tornar um ambiente monótono, levando à dispersão.

Como utilizar:

Estes padrões, ditos como "significados das cores" podem limitar o artista no que diz respeito a criação. Procure agregar seus próprios conceitos à essas informações. Tente focar pontos positivos e negativos para as cores com simples palavras. Você irá sentir que seu significado pode trazer mais possibilidades criativas.

Teremos como exemplo a cor preta:

ponto negativo - Morte, medo e
mentira.

ponto positivo - Equilíbrio, força e curiosidade.

Para muitos a cor preta pode trazer a sensação de medo e mentiras, principalmente quando temos em foco os adolescentes góticos. Mas no ambiente empresarial podemos representar o equilíbrio e força, com homens em ternos pretos.

Posso dizer que fica complicado usar uma cor como o marrom, ou qualquer outra, sem ter em mente o que ela pode representar.

Podemos também citar outros pontos:

Cor Branca - Noiva, limpeza, vazio, solidão...

Cor Amarela - Luz,
riqueza, sol...

Marrom - Terra (pé no chão), madeira, enjôo.



Você pode reparar que nesses casos, temos links concretos como a noiva, o sol, e a madeira. Inconscientemente vamos trazendo mais possibilidades simbólicas para nosso trabalho, auxiliando então no processo de criação.

As cores Magenta, Púrpura, Escarlate e Marrom não são visíveis no arco-íris, mas vibram de forma intermediária entre uma cor e outra. Essas cores podem não soar muito bem em materiais infantis... a menos que você esteja convicto de sua importância para o mesmo.

Podemos também entender que crianças enxergam melhor as cores vibrantes como o vermelhão, amarelão, azulão, etc. Quanto mais velhos ficamos, mais nossos olhos captam as cores, a escala de cinza é melhor compreendida e podemos até dizer que o mundo vai ficando cada vez mais triste, conforme envelhecemos.

Bom, as regras poderão ser rompidas de acordo com nossos ideais, sempre levando em consideração, a representação da cor no mundo real e seu significado.

Para melhor auxílio, a dica é adquirir um bom dicionário de símbolos. Ele passará a ser seu livro de cabeceira. Não confie em qualquer dicionário, você está procurando um guia para sua aventura interior onde irá resgatar coisas que estão presas em você, coisas que já conhecia mas estavam perdidas.

Retirado do Imasters

fonte: supernovastudio

quinta-feira, 21 de fevereiro de 2008

A identidade de uma empresa pode mudar?

Já me perguntaram isso um montão de vezes e, já tendo pensado muito a respeito,
tinha uma resposta que considerava convincente. Mas esses dias, lendo o excelente
“Convite à filosofia” da Marilena Chaui, fez-se a luz para mim (é para isso mesmo
que serve a flosofia, não é?).

Pois então. A Marilena, citando os clássicos com uma elegância e simplicidade que
poucos conseguem, explicou-me que todas as coisas têm atributos essenciais e
acidentais. Os atributos essenciais são aqueles que, como o próprio nome diz,
ajudam a definir a essência da coisa. Já os acidentais, apesar da nobre tarefa de
ajudar a definir a coisa, não contribuem para definir a sua essência. Bingo!!!!
Como é que eu não pensei nisso antes? Na identidade corporativa, é a mesma coisa!
Há os atributos essenciais e os acidentais.

Como sempre, gosto de usar pessoas como analogia. O cabelo, o corpo e a roupa
contribuem para definir a pessoa. Mas, ao longo dos anos, isso tudo muda muito. É
só comparar você com uma foto sua de dez anos atrás. Era muito mais cabelo e
muito menos quilos, e a roupa, que desastre… Mas você cotinua sendo você, não é?
Mesmo bem diferente, ainda dá para reconhecer a mesma pessoa. Você também era
imaturo, inexperiente, volúvel. Agora, dois casamentos e três filhos depois, está
muito mais assertivo. Mas, que paradoxo, continua sendo a mesma pessoa!!! Como
é que se explica?

São os tais atributos. Essa casca, essa parte que muda com o tempo, são os
atributos acidentais. Ajudam, mas não são imprescindíveis na definição de quem é
você. Já o seu senso de justiça, a sua honestidade, o seu amor pelos animais, a sua
mãe mesmo já disse: você sempre foi assim. Mudou muito pouco. É que esses são
os atributos essenciais. São o que tornam você especial. Pode ver, não é qualquer
lipo ou silicone que mudam uma identidade!

Em uma empresa também. O fato dela estar passando por dificuldades financeiras, a
sua inexperiência, a expectativa com o lançamento de um novo produto, tudo isso é
apenas acidental. No ano que vem já vai ser diferente. Mas se ela é essencialmente
conservadora, não vai virar vanguarda nem em 50 anos. Se ela é realmente ética,
não tem governo nem partido que mude isso. Se ela respeita mesmo o cliente, não
tem plano econômico que consiga estragar a relação.

Identidade é isso aí. Atributos essenciais que mudam quase nada, e atributos
acidentais que vivem causando surpresas.

Se a empresa se concentrar em traduzir os atributos essenciais em ações e dar
menos importância aos acidentais, vai dar tudo certo, pode crer.
Valeu, viu, Marilena?

Fonte: Lígia Fascioni

quarta-feira, 20 de fevereiro de 2008

O poder do vermelho e do cinza

Estou aqui analisando o resultado das entrevistas que fiz com os usuários do site da minha Universidade e fiquei impressionad com o impacto que o vermelho teve na memória deles. Abre o site da UFPR, veja as cores do layout e depois veja a discrepância com o resultado da pergunta:

Que cores você consegue lembrar que tem no site da federal? (múltipla escolha)



Eu sabia que vermelho é potente e que deve ser usado só em casos extremos porque atrai muito a atenção. Mas que ele é tão marcante assim eu não sabia! Pô, de vermelho na página da UFPR só tem num banner que pisca a cada 3 segundos. Tem mais alguns banners estáticos lá pra baixo, mas menos destacados. O laranja está praticamente na mesma proporção, mas não foi tão lembrado.


O mais engraçado é que quando perguntados o que existe na coluna central, ou respondiam que tinha banners irritantes ou simplesmente não se lembravam deles, confirmando a teoria da cegueira de banner. Ao invés de chamar a atenção, o banner acaba fazendo o contrário: esconde a informação que carrega. Dia desses escrevo um post só sobre isso.

Quem olhou com atenção o gráfico e a página da universidade deve estar se perguntando: "onde é que está o cinza que esse pessoal lembrou?" Tenho duas hipóteses ousadas: ou a cor do navegador (cinza por padrão no Windows 95/98) é invocada quando o usuário se lembra de uma página, ou então a cor cinza já foi tão usada em combinação com azul e branco que o usuário reconhece como padrão. O que vocês acham?

Fonte: Usabilidoido

Psicodinâmica das Cores em Comunicação

Apesar do significado das cores serem diferentes em culturas diferentes, elas podem ser usadas para transmitir uma determinada mensagem. O livro faz um apanhado do uso das cores nos mais diferentes segmentos, desde arquitetura até embalagem de remédio.

A primeira lição do livro é que o significado das cores depende do seu contexto. Se você for evangélico, talvez já saiba a relação entre o significado do vermelho da Coca-Cola com o significado do vermelho do Diabo. Se você não for, provavelmente isso não faz o menor sentido. Para cada pessoa, numa determinada ocasião, num determinado objeto, o significado das cores pode ser diferente, veja:


Mas porquê será que a Coca-Cola e o Diabo foram pintados com a cor vermelha? Para responder a essa pergunta sobre o significado das cores, basta procurar o contexto em que esses símbolos estão inseridos. No Ocidente, a cor vermelha chama muito mais a atenção do que no Oriente porquê lá eles tinham fontes naturais para extrair pigmentos vermelhos há muito mais tempo. Lembre-se de que os portugueses deram o nome de Brasil para nosso país porque aqui crescia naturalmente árvores de Pau-Brasil, de onde se extraia um líquido vermelho para tingir tecidos.

Nessa época, só os nobres podiam vestir vermelho. O significado da cor representava riqueza, ostentação. Hoje em dia, o significado do vermelho já não é mais o mesmo, pois surgiram outras fontes de pigmentos muito mais baratas, permitindo que todos vestissem vermelho se quisessem. Na cidade em que moro, Curitiba, raramente alguém sai na rua todo vestido de vermelho, com exceção das prostitutas. Curitiba é uma cidade fria e por isso as pessoas preferem usar roupas escuras, que retém mais o calor (o pigmento preto é o que retém mais a luz do sol). Se você morar numa cidade mais quente, provavelmente será outra realidade.

Até aqui você já deve ter percebido que o significado das cores é muito relativo. Isso não significa que não podemos fazer uma relação entre o significado do vermelho da Coca-Cola e do vermelho do Diabo. Como pode-se observar na figura acima, em todos os casos o vermelho adquire o significado de chamar a atenção, entre outros significados. Se o Diabo é a tentação personificada e a Coca-Cola é a tentação engarrafada, então eles precisam chamar a atenção.

É esse tipo de significado das cores compartilhado que explora esta sequência de animações sobre o significado das cores de Maria Claudia Cortes. Aliás, essas animações representam bem o que Modesto Farina vai explicar no livro Psicodinâmica das Cores em Comunicação sobre o significado das cores.

Ao contrário do pouco material que você encontra na Internet, o livro está repleto de pesquisas históricas, físicas e biológicas que explicam os significado das cores dentro de vários contextos (paredes de um hospital, embalagem de produto, logomarca, sinalização de trânsito e etc). Em português, é o melhor livro sobre o significado das cores.

Fonte: Usabilidoido

sábado, 16 de fevereiro de 2008

Simbologia do Mal - Quando o design trabalha para o lado obscuro.

A linguagem dos monstros

Durante a Inquisição, época terrível em que Torquemada e seus seguidores matavam e torturavam qualquer judeu, homossexual e herege em nome de Deus com uma criatividade negra que os faziam parecer como os cenobitas, de “Hellraiser”. Tive a oportunidade estranha de visitar o Museu da Tortura, em Portugal, e você fica impressionado com a variedade e engenhosidade das máquinas de tortura, algumas tão cruéis que fazem “O Albergue” parecer a irmã mais nova de “A Noviça Rebelde”.



Uma das que mais deixam seus olhos arregalados como ovos fritos é “A Roda”. Um instrumento de madeira onde a cada movimento da roda quebravam vários ossos do condenado (chegando ao requinte no final dos membros ficarem entrelaçados como lençois de motel). Libertado da roda, o condenado era besuntado de azeite e jogado em praça pública, sem nenhum osso inteiro e agonizando, segundo os inquisitores, “de maneira semelhante a uma grande lesma rosada, expiando seus pecados a céu aberto”.

Felizmente nos dias de hoje a maior tortura que sofremos são os impostos, a violência na cidade e a assistência técnica da Speedy.

Porém, na opinião deste humilde servo, existem três crimes cujos praticantes mereceriam passar pela “Roda” sem dó nem piedade: aqueles que praticam violência contra crianças, animais e idosos, tipo de crimes que causam mais repulsa que os efeitos do dito instrumento de tortura. Violência contra quem não pode se defender é um ato cuspível, que como disse aquele político que esqueci o nome, faz aflorar meus instintos mais primitivos.

Pois bem, essa informação eu já tinha há algum tempo, mas não sabia se era verdade. Mas ela saiu essa semana na revista “Superinteressante”, o que dá credibilidade à ela.

Pedófilos criaram uma simbologia pra representar seus mais aviltantes desejos, como uma forma de comunicação e de expressão. Se até seres como pepino-do-mar possuem um sistema de comunicação, não poderia ser mais diferente de criaturas ainda mais inferiores. É de embrulhar o estômago com lixa de pedreiro.



Os triângulos representam homens que adoram meninos (o detalhe cruel é o triângulo mais fino, que representam homens que gostam de meninos bem pequenos); o coração são homens (ou mulheres) que gostam de meninas e a borboleta são aqueles que gostam de ambos. De acordo com a revista, são informações coletadas pelo FBI durantes suas vasculhadas. A idéia dos triângulos e corações concêntricos é a da figura maior envolvendo a figura menor, numa genialidade pervertida de um conceito gráfico.

Existe um requinte de crueldade, pois esses seres fazem questão de se exibirem em código para outros, fazendo desses símbolos bijuterias, moedas, troféus, adesivo e o escambau. Infelizmente, é o design gráfico a serviço do mal.


(fonte desta imagem)

A Roda é pouco pra eles.

Fonte: Blog Hiro

Logotipo pra derreter as retinas

“Alguns logotipos são como filhos muito feios. Apesar de feitos com amor e carinho, são tão horripilantes que só a mãe pode achar bonito.”

Quando escrevi isso ainda não tinha visto o logotipo das Olimpíadas de Londres de 2012.

Essa frase encaixa direitinho para esse logo. Só não sei se tem a parte do “amor e carinho”.



Confesso que quando vi o logotipo pela primeira vez ele era tão estranho, tão esquisito, tão feio que pensei: “Peraí, deve ter alguma sacada de design nesse logotipo que o burrão aqui não percebeu”. Afinal, ele tem tantas micreirices (logotipo totalmente reto e cheio de pontas, o símbolo e o nome da cidade pequeninos e em caixa baixa numa tipologia estranha, e o uso de cores primárias de gráfica, cyan e magenta 100%, além de ser uma agressão visual e principalmente, num consigo ver um conceito nesse monte de caco de porcelana) que isso deve ser um conceito gráfico totalmente novo. Afinal, esse logotipo custou US$800.000,00, não pode ser algo tão primitivo (e primata) desse jeito. Mas parece que é. Ponto para os micreiros, que poderiam fazer esse logo por dérreau!

48 horas depois de ser anunciado o mundo caiu em cima do logo. Designers, ilustradores, cidadãos comuns, principalmente os ingleses, especificamente os londrinos. É um fenômeno, nunca vi um logotipo ser linchado publicamente desse jeito.

E esse trabalho nasceu pra ser cagado. Além de machucar a estética e bom gosto, saiu no Drawn que o filme de apresentação do logotipo tem trechos que podem causar ataques epiléticos em algumas pessoas! Igual ao desenho do Pokémon há alguns anos!

E agora autoridades, o prefeito, e gente graúda de outros países estão na lista do linchamento. Gente, isso virou uma história melhor que os episódios de “24″.

Alguém enterrou um sapo com um urubu na garagem do escritório de design que fez esse logo. Não é possível.
Será que é devido à crença de algumas seitas e religiões que o mundo vai acabar em 2012 que eles já foram chutando a barraca por antecipação?

Por mais que os organizadores e os criadores do logotipo tentem explicar - e quando você precisa explicar um logo é justamente porque ele não funciona - a verdade é que vai ter cabeça rolando aí por esses dias.

Fico imaginando como foram os bastidores da aprovação desse logo. Que tipo de diálogo bizarro deve ter rolado quando esse treco foi apresentado pela primeira vez? Pois esse é um caso de um crime com cúmplice, dos designers e do cliente.

Também fico imaginando os mandachuvas da Wolf Ollins, o estúdio que fez essa ofensa gráfica, sentados atrás da mesa pensando se dão um tiro na cabeça ou se jogam pela janela. Que montanha russa, subir aos céus e descer ao inferno em questão de horas. E pelo visto ninguém vai ver a cor do dindim. Adeus férias no Caribe, adeus carro novo, adeus carreira.

Amantes do bom design, acessem a página pra assinar uma petição pra mudar esse logo vindo da novela Dancin’ Days.

Sim, existem causas mais nobres e importantes em que deveriam ser gastos mais energia e disposição, mas não é todo dia que aparece um logotipo horripilante e milionário de um evento global gigantesco com a opção de espancá-lo em público e com apoio das autoridades de vários países.Não é sempre que um logotipo vira uma piñata.Issa!

A Inglaterra triunfa!

Fonte: Blog Hiro Art

Beijing 2008

A gente aqui desce o pau na China sobre assuntos como pirataria, design ruim, inglês sofrível ou violação dos direitos humanos.

Mas faça-se justiça, isso é a parte ruim da China. Existem coisas boas que devem ser mencionadas, além do rolinho primavera e do traseiro da Chun Li.

Depois do logotipo das Olimpíadas de Londres de 2012 (que já estão dizendo que todo esse banzé foi uma estratégia viral pra divulgar a marca, e se foi mesmo, foi um dos piores marketings de guerrilha criados até agora), ficou faltando um tapinha nas costas do pessoal que criou o logotipo das Olimpíadas de 2008, de Beijing.



Ponto para a China, esse logotipo tem conceito baseado em algo sólido, no caso a cultura antiga chinesa, e não em “fish and chips” coloridos.



Toda a programação visual foi baseada em ideogramas arcaicos chineses, os primeiros ideogramas que existiram há mais de 3.000 anos.

Esses pictogramas são de tirar o boné, uma sacada muito bem feita. Quem entender um pouco de ideogramas vai perceber algumas “inversões” capciosas de símbolos, como esse pictograma de natação, onde eles usam o trigrama “fogo” no lugar do ideograma e trigrama “água”:



Esses ideogramas eram feitos talhados na pedra ou em madeira, não eram pintados, por isso a uniformidade dos traços. Depois eles foram evoluindo até chegar na versão conhecida até hoje, que deram origem aos ideogramas japoneses.

Essa tabela são ideogramas arcaicos chineses que eu fiz para meus estudos de filosofia da China antiga, são os ideogramas dos 64 hexagramas do I Ching, pra ver a semelhança com os pictogramas acima:




Outra peça digna de nota é a tocha olímpica. O design foi criado pela Lenovo, e se chama “Nuvem da Promessa”, puxando o design pros símbolos arcanos de nuvens (as nuvens são o lugar onde moram e escondem os dragões, que representam as forças que criam todas as coisas no mundo).

O design é até interessante, mas não deixa de ter um quê de um badulaque que você pode comprar em uma daquelas lojinhas da Liberdade que vendem balinhas de melão.



Fonte: Blog hiro Art

segunda-feira, 11 de fevereiro de 2008

A força das cores no mundo dos negócios

As cores exercem grande influência no mundo dos negócios e na vida dos seres humanos. Elas são fortes ferramentas de marketing e produzem verdadeiras induções de identificação com o objetivo de transformar sonhos em realidades.

Pode parecer filosófico, mas vejamos: todos nós temos um grupo de cores da nossa preferência. Dentro desse grupo, sempre exaltamos uma ou, no máximo, duas cores de maior valor, que definimos como as cores da nossa preferência absoluta. Quando compramos uma roupa ou um automóvel, ou pintamos um ambiente, buscamos cores que traduzam, através desta identificação, uma condição de diferenciação e que gerem ainda a sensação de bem-estar.

O setor têxtil é, provavelmente, um dos setores mais versáteis, pois necessita efetuar duas campanhas de mudança de cores a cada ano: uma baseada na coleção primavera-verão e outra na coleção outono–inverno. Assim, as cores nascem com uma antecedência de dois ou três anos, antes mesmo que sejam lançadas no mercado. As cores para 2008, por exemplo, já estavam sendo trabalhadas em 2004/2005, da mesma maneira que as tonalidades para 2010/2011 já estão em pleno andamento.

As cores possuem ainda uma periodicidade cíclica, gerada através de um espaço de tempo – que compreende um intervalo entre o lançamento e seu retorno, de um período correspondente em média entre 20 e 30 anos. Assim, as cores retornam com uma nova roupagem, um novo apelo, uma nova proposta.

Este movimento dinâmico iniciado pela indústria têxtil e seguido pela maioria dos outros segmentos é influenciado também por outros fatores como: movimentos artísticos e culturais, apelos e ou identidades visuais, novas linhas de produtos, relançamentos e campanhas publicitárias.

Alguns segmentos dependem da cor como ferramenta para simbolizar a mudança. Como exemplo, podemos citar os artigos eletro-eletrônicos,cujos tons prata deverão ser em breve substituídos por tons dourados claros, também denominados de leves e discretos, assim como tonalidades claras e médias de grafites.

As geladeiras e os produtos da chamada “linha branca” estão sendo lançados em novas linhas coloridas, dentro de um conceito atual, embora já utilizado na década de 70. Até na telefonia celular podemos observar aparelhos coloridos como sendo propostas cada vez mais comuns neste segmento de mercado, da mesma forma o iPod.

No segmento decorativo e arquitetural, anualmente são direcionadas novas cores, visando criar uma nova identificação entre o mercado e os consumidores. A utilização cada vez mais freqüente pelo consumidor de identificação das cores pessoais com as inúmeras propostas contidas nos sistemas tintométricos vem alavancando o uso de novas tonalidades de cores.

Neste segmento, nos deparamos com uma nova realidade principalmente na cidade de São Paulo. Em função da nova legislação sobre a identidade visual das fachadas, todos buscam criar uma nova identidade visual para os seus imóveis com a aplicação e combinações de cores contrastantes que permitam um impacto visual. Essa postura poderá ser adotada em outras capitais, conforme vêm anunciando as autoridades de várias localidades.

Vários estudos e avaliações são projetados e efetuados pelos principais produtores de tintas para este segmento. Os fabricantes levam em conta as tendências de cores, conforme as observações de vários profissionais que participam também do processo de seleção das novas cores. Eventos como a Casa Cor são utilizados como um tipo de laboratório para permitir que os consumidores tenham uma visão mais realística das utilizações das cores dentro de ambientes diferenciados.

Em alguns mercados, como o automotivo, a cor é diretamente ligada ao design do produto, chegando até mesmo a traduzir estilos. As cores vermelhas sólidas, por exemplo, possuem um apelo mais esportivo do que os vermelhos azulados; o marrom não é bem aceito pelos brasileiros como cor para veículos; já as cores escuras, sobretudo o preto, refletem uma certa simbologia de status em quase todos os artigos.

Hoje, quando todos correm em busca de resultados cada vez melhores e mais rápidos, as cores têm um papel ainda mais importante como ferramenta de marketing. Dentro do conceito onde o estudo virou trabalho e o trabalho virou estudo, é fundamental selecionar uma paleta de cores correta, levando em conta o máximo de informações, tendências, design do produto e público-alvo, entre outros fatores.

A globalização tornou essa disputa ainda mais acirrada e, assim, as cores seguem exercendo um poder diferenciador na cadeia dos consumidores. As cores passaram a ser um item qualificador, com um papel extremamente importante para alavancar as vendas. As cores seguem exercendo grande influência no mundo dos negócios, pois possuem o poder de despertar emoções na alma, no senso, na imaginação, na inspiração, na motivação e no desejo de todo ser humano.

Por: Marcos Luiz Ziravello Quíndici é membro do Conselho Técnico Cientifico da Associação Pró-Cor do Brasil

Fonte: www.procor.com.br

domingo, 10 de fevereiro de 2008

Cores na roupa

Este site cria paletas de cores de acordo com o visual de pessoas que andam por aí.
Se voce está cansado da usar azul, vermelho, preto e amarelo em suas criações, de uma olhada, quem sabe não se inspire. Mas não esqueça, logotipo não deve seguir modismos, o design de um bom logotipo dura pelo menos 10 anos.

Wear Palettes

Marcando o consumidor ( literalmente )



A Dunlop lançou uma promoção que, para muitos, seria um fracasso total, mas o resultado foi exatamente o oposto. A ação foi lançada para sacudir um evento do SEMA (Specialty Equipment Market Association), que aconteceu no início de novembro, em Las Vegas. A marca oferecia seu melhor jogo de pneus, de graça, para os consumidores que aceitassem fazer uma tatuagem para promover a marca (logo da empresa). As filas começaram cedo e a espera chegava a uma hora, todos querendo ganhar uma tatuagem e pneus de graça.

O que é uma marca?



A marca, em seu sentido mais amplo, é um símbolo que identifica rapidamente a propriedade e os produtos da empresa. A marca gráfica favorece a analogia espontânea, contendo um alto nível de associação de idéias e força visual, enquanto a marca verbal está vinculada, normalmente, ao nome da empresa.
Pode-se afirmar que os requisitos de uma marca são:

1. Funcionais:

Legibilidade a grande velocidade;
Capacidade de ser memorizada;
Originalidade para se distinguir;
Versatilidade para ser utilizada em diversas condições de reprodução e cor.

2. Semânticos:

Valorizar a cadeia que associa a marca aos produtos da empresa, serviços e qualidade dos mesmos. Deve, pois, ater-se à política de comunicação geral;
Não exigir impossíveis, isto é, conotações concretas que, às vezes, são extremamente difíceis ou excessivamente óbvias.

3. Formais:

Compatibilidade do estilo com o da empresa;
Qualidade estéticas.

Fonte: Blog Kaneoya

A cor magenta tem dono

A empresa alemã Telekom decidiu registrar a cor corporativa de sua empresa T-mobile, impedindo desta forma que outras empresas holandesas utilizassem o código visual mais potente: o magenta. É claro que esta proibição não é para "todas" as empresas do país mas somente as que pertencem ao mesmo ramo de atividade...






Caso queira protestar por uma ação tão unilateral pode mostrar toda sua indignação no site: freemagenta

Magenta, aguente !!! Te salvaremos !!!

Já pensou se a moda pega ????




Fonte: 4ºD

Crie o logo da Copa 2014

O site Brainstorm 9 criou uma campanha para que quem estiver insatisfeito com o logo criado para a candidatura do Brasil à Copa de 2014.



Bom, vejam os modelos enviados:

ver logotipos

sábado, 2 de fevereiro de 2008

Leia o Livro "O Efeito Multiplicador do Design" no Google Books




“O símbolo e o logotipo são formas de grafar a marca, de torná-la visualmente tangível. É comum as pessoas se referirem ao símbolo como marca. Diz-se freqüentemente: a marca da Coca-Cola ou da Fiat, quando, na verdade, a intenção é a referência ao logotipo da Coca-Cola ou da Fiat. Da mesma maneira, símbolos também são chamados de marcas e também é comum se ouvir referência à marca da Volkswagen ou da Mercedes-Benz, quando a designação correta seria símbolo (...).


Logos em grego quer dizer conhecimento, e também palavra. Typos quer dizer padrão e também grafia. Portanto, grafia-da-palavra ou palavra-padrão.”

Ana Luiza Escorel - "O Efeito Multiplicador do Design"

Leia o livro aqui ("O Efeito Multiplicador do Design" no books Google)

Criando Logomarcas e Logotipos

Para criar uma logomarca de sucesso não basta boa vontade. É preciso algum conhecimento técnico e principalmente conhecer a fundo o conteúdo do seu site. Desta forma, será possível traduzir a essência da webpage (oude sua empresa) em um símbolo gráfico. Um bom logo prende o olhar - deixa o observador curioso ou ligado, mesmo que somente por um curto instante … um instante em que uma imagem e a existência de sua empresa inseridas na mente, ao invés de serem filtradas junto com outros milhões de estímulos.Criar um logo é sempre um processo - embora diferentes designers tenham seus próprios métodos. Muitos designers começam fazendo rascunhos ou brincando com uma forma na tela do computador, até que algo “estale”, e daí seguem este caminho para ver até onde podem chegar.

Os primeiros passos

Uma boa maneira de começar é selecionar uma forma que represente o conceito da empresa e começar a jogar com ela. A idéia é trabalhar com o algo interessante ou inteligente, seja um ponto de vista diferente, ou uma combinação inusitada de formas. Muitos designers preferem criar logos feitos inteiramente de texto. Experimentando com tipologias, tamanho, forma, eles buscam encontrar uma maneira interessante de representar a empresa usando apenas as formas das letras. A simplicidade também é extremamente importante. Este não é o momento de usar tipologias decorativas ou extravagantes. Sozinho ou combinado com elementos gráficos, o texto em um logo deve ser facilmente lido em pequenos tamanhos.

Cores e Contrastes

Uma vez que a forma básica para o logo foi definida, é hora de levar o item cor em consideração. Mais uma vez, a cor para um logo deve permanecer simples. Você pode sempre viajar um pouco mais quando se trata de uma marca para a web, mas um logo bom deve funcionar bem em apenas uma cor e gradientes desta cor. A cor deve ter um sentido, ela deve colaborar na criação do conceito de identidade visual que se pretender criar. O contraste é um outro conceito poderoso na criação dos logos - você pode contrastar o tamanho, cor, tipologias, texturas - para criar um interesse visual. Uma logomarca deve ser simples e abstrata, e não complicada ou confusa, e uma vez mais, todos os elementos devem ser discerníveis quando reproduzidos em tamanhos pequenos.

Simplicidade sempre

Um bom logotipo funciona da forma mais simples. Com o advento da Web, é comum ver logos que contêm gradientes exagerados, 3D, animação, e diversos outros efeitos visuais. Mas se o logo não puder ser reduzido também em a uma versão simples de uma única cor para o uso em fax e originais fotocopiados, este logo é funcionalmente inútil. Por mais tentador que seja criar um logo delirante, um designer deve sempre considerar todas as maneiras que a identidade da empresa será disseminada. Uma vez que isto seja realizado com sucesso, você pode sempre sofisticar um pouco mais a versão web de seu logo mais tarde.

Tipos e Tamanhos

Há três tipos básicos de logos, que podem ser usados sozinhos ou combinados dentro de um projeto:

1. Logos ilustrativos - um logo que ilustre claramente o que sua empresa faz;
2. Logos gráficos - um logo que inclui um gráfico, freqüentemente uma abstração, sobre o que sua empresa faz;
3. Logos baseados em tipologia - um tratamento do texto que represente sua empresa.

O tamanho é um ponto crítico ao se projetar um logo. Uma dica útil é que se um logo funcionar bem no tamanho para um cartão de visita, provavelmente ele ficará bom em escalas maiores.

Faça um teste: certifique-se que seu projeto de logo é visualmente agradável e interessante em diversas escalas antes de dedicar-se à sua finalização. A web e as peças impressas são duas mídias inteiramente diferentes. Se você estiver projetando um logo pela primeira vez, é melhor que você projete seu logo primeiro para as peças impressas e depois para a web. O que pode parecer grande e legível na tela do computador, impresso do tamanho de um selo postal pode ficar totalmente confuso.

Mais algumas dicas

Ao escolher uma cor para seu logo, você talvez deva considerar usar a paleta de 216 cores seguras, que são exibidas de forma consistente em todos os browsers. Isto lhe garantirá que as cores de sua identidade visual podem ser mostradas de forma correta online, sem que se precise ter mais trabalho. Por outro lado, a web lhe permite pegar um logo simples de uma ou duas cores e fazer coisas mais audaciosas com ele, sem que isto lhe custe um monte de dinheiro extra como seria na mídia impressa. Mas lembre-se …. simplicidade sempre funciona melhor! Não exagere!

Fonte: Revista The Web Master (Retirado do Blog do Professor Leo)

sexta-feira, 1 de fevereiro de 2008

Logomarca ?

Qual seria o sentido dessa genuína invenção brasileira? Logomarca quer dizer absolutamente nada.”No Brasil, de uns anos para cá, o termo logomarca passou a galvanizar o universo da identidade visual e muitos dos envolvidos em sua dinâmica. Nesses meios, logomarca passou a ser sinônimo de símbolo e de logotipo, designações que as primeiras gerações de designers aprenderam a usar e que ainda vale para qualquer país em que a atividade tenha atuação significativa.

Na verdade, logomarca é uma dessas criações tipicamente brasileiras que, assim como a compulsão para inventar nomes próprios, por exemplo, definiriam o brasileiro como um indivíduo imaginoso, pouco afeito à convenções. No entanto, convertamos, a capacidade de inventar, por si só, não encerra mérito nenhum. Não se vai para o paraíso só porque se é inventivo. Mesmo porque, ao que tudo indica, o diabo sempre se mostrou extremamente engenhoso.

Mas, voltando à mania nacional de inventar nomes próprios, há quem veja nela inquestionável tendência poética ou mesmo propensão á rebeldia. Provavelmente não se trata nem de uma coisa nem de outra. Não somos um povo de índole guerreira. À parte algumas exceções sangrentas, impostas pela classe dominante Àqueles em que se habituou mandar, a nossa tem sido uma história de contemporizações. Quanto à veia poética, não parece que no Brasil ela seja mais vigorosa do que em qualquer outro país, só porque inventamos os desfiles de escola de samba. Dar ao filho o nome de Guiomar, do pai Otacílio e da mãe Maria; Augari, do pai Ariosto e da mãe Augusta; Auny do pai Nyvaldo e da mãe Áurea ou ainda destiná-lo a carregar pela vida afora achados engenhosos, como Odalina, anilado ao contrário, soa mais como manifestação de gosto duvidoso.

Ou talvez traduza a necessidade de individualização, através do prenome, num país onde os sobrenomes de origem portuguesa são escassos e, porta nto, pouco distintivos. Seja como for, o uso intensivo que vem se fazendo da palavra logomarca parece se inserir nesse contexto de compulsão criativa a qualquer preço.

Significado real Colocada a questão nesse plano, examinemos o sentido dos termos símbolo, logotipo, logomarca e marca, para tentar definir seu verdadeiro significado com mais precisão. Símbolo Gráfico é o sinal a cujos conceitos se chega através de associações sucessivas. Símbolos gráficos são diferentes de signos gráficos. O Signo Gráfico é um sinal que possui apenas um conceito ou significado. Uma seta indicativa de direção não traduz senão a direção para a qual aponta. Já simbolos gráficos, como a cruz, a suástica, o símbolo da Volkswagen ou da IBM remetem a uma série de significados que se superpõem, num longo encadeamento.

A cruz remete à Jesus, à cristianismo, perseguição, martírio, cruzadas, poder religioso, estado do Vaticano, etc. A suástica remete a nazismo, anti-semitismo, Hitler, campo de concentração, participação da Alemanha na Segunda Guerra, massacre, potência bélica etc. O símbolo da Volkswagen remete à indústria alemã, qualidade, resistência, e, no caso do Brasil, à assistência técnica garantida em praticamente qualquer ponto do país. O símbolo da IBM remete á tecnologia de ponta, à indústria da informática, a computador pessoal, a Paul Rand etc.

Esse caráter polisêmico e aberto está na base da definição de qualquer símbolo, seja qual for sua natureza. O logotipo, por sua vez, é um símbolo constituído por uma palavra graficamente particularizada que, portanto, também gera associações sucessivas.

Em Design Gráfico, símbolo e logotipo pertencem à mesma categoria e cumprem a mesma função através de possibilidades formais diferentes. O primeiro através de estruturas abstratas, pictogramas, ideogramas ou fonogramas. O segundo através de uma palavra à qual se confere tratamento gráfico especial, de maneira a tomá-la única entre tantas. E, um e outro, despertam associações sucessivas dado à natureza de sua estrutura.

Marca é o nome da empresa ou do produto, a designação que define uma personalidade, um conjunto de ações de comunicação junto a públicos internos e externos. O símbolo e o logotipo são formas de grafar a marca, de torná-la visualmente tangível.É comum as pessoas se referirem ao símbolo como marca. Diz-se freqüentemente: a marca da Coca-Cola ou da Fiat,quando na verdade,a intenção é a referência ao logotipo da Coca-Cola oi da Fiat. Da mesma maneira, símbolos também são chamados de marcas e também é comum se ouvir referência á marca da Volkswagen ou da Mercedes-Benz, quando a designação correta seria símbolo, já que o primeiro é um fonograma e o segundo um símbolo abstrato.

E logomarca? Qual seria o sentido dessa genuína invenção brasileira? Logomarca quer dizer absolutamente nada. É possível que seu genial inventor estivesse, ao criá-la, querendo dar conta daquelas situações em que o núcleo da identidade visual da empresa repousa num sinal misto, no qual um símbolo e um Iogotipo se combinam na veiculação de uma dada imagem, O fato é que se por acaso foi essa a origem do termo, atualmente, no Brasil, todo sinal gráfico que pretenda identificar uma empresa ou um produto é chamado de logomarca, independente de ser símbolo, logotipo ou sinaI misto.

Logos em grego quer dizer conhecimento, e também palavra. Typos quer dizer padrão e também grafia Portanto, grafia-da-palavra ou palavra-padrão. Agora palavra-marca ou conhecimento-marca quer dizer o quê? Coisa nenhuma. E é espantosa a desenvoltura com que cerca de dois terços da população ligada à comunicação gráfica no Brasil usa e veicula essa coisa nenhuma, com a segurança de estar brandindo um termo de alto teor técnico e expressivo.

Curioso que áreas tão afeitas à moda e á terminologia usada internacionalmente para tudo o que diz respeito aos assuntos do setor, como a publicidade, o marketing e mesmo o desiqn gráfico, desprezem as designações corretas, presentes nos artigos publicados pelas revistas especializadas do primeiro mundo. Nelas as palavras logotype, logo ou symbol pontuam cada página, para lembrar apenas os países de língua inglesa. “Logomark” ou sucedâneos, jamais.

autora: Ana Luiza Escorel - Em “O Efeito Multiplicador do Design” - Editora Senac,pág. 56
fonte: http://www.osuniversitarios.com.br/


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Origem: Wikipédia, a enciclopédia livre.

Logomarca é um neologismo usado de forma empírica e genérica, para designar logotipo, símbolo ou marca, sem que haja consenso nem precisão absoluta ao que ele se refere, se apenas ao símbolo, ao logotipo ou à marca (enquanto combinação de ambos). O seu uso está popularizado no Brasil. No entanto, Tecnicamente o termo é considerado inadequado por não possuir a necessária precisão.

Em seu livro “O Efeito Multiplicador do Design”, a designer Ana Luísa Escorel discute os problemas do termo logomarca. Ela lembra que a palavra logos, vem do grego significando conhecimento e também palavra. Portanto, logomarca significaria “palavra-marca” o que não faz sentido.


“Curioso que áreas tão afeitas à moda e à terminologia usada internacionalmente
para tudo o que diz respeito aos assuntos do setor, como a publicidade, o
marketing e mesmo o design gráfico, desprezem as designações corretas, presentes
nos artigos publicados pelas revistas especializadas do primeiro mundo. Nelas as
palavras logotype, logo ou symbol pontuam cada página, para lembrar apenas os
países de língua inglesa. ” (Ana Luísa Escorel - Em “O Efeito Multiplicador do
Design” - Editora Senac, pág. 56)

Logotipo, ou logótipo, refere-se à forma particular como o nome da marca é representado graficamente, pela escolha ou desenho de uma tipografia específica. É um dos elemento gráficos de composição de uma marca, algumas vezes é o único, tornando-se a principal representação gráfica da mesma.

A marca Sony ao grafar a sua marca, utiliza apenas a forma particular como o nome da marca é representado graficamente - o logotipo, prescindindo da utilização de qualquer outro elemento gráfico adicional (símbolo) para compor a marca. Ao contrário da SONY, a Wikipédia, utiliza simultaneamente um Símbolo e um Logotipo para grafar a sua marca.


“O símbolo e o logotipo são formas de grafar a marca, de torná-la visualmente
tangível. É comum as pessoas se referirem ao símbolo como marca. Diz-se
freqüentemente: a marca da Coca-Cola ou da Fiat, quando, na verdade, a intenção
é a referência ao logotipo da Coca-Cola ou da Fiat. Da mesma maneira, símbolos
também são chamados de marcas e também é comum se ouvir referência à marca da
Volkswagen ou da Mercedes-Benz, quando a designação correta seria símbolo (…).
Logos em grego quer dizer conhecimento, e também palavra. Typos quer dizer
padrão e também grafia. Portanto, grafia-da-palavra ou palavra-padrão.” Ana
Luiza Escorel - “O Efeito Multiplicador do Design” - Editora Senac, pág. 56


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Trabalho do Augusto Soares da Silva da Universidade Católica - Faculdade de Filosofia de Braga (Portugal) “Logomarca”. www.facfil.ucp.pt, aqui vai um pequeno trecho do trabalho :

Um tipo particularmente interessante de modelos culturais é o que se baseia em observações informais, crenças tradicionais ou mesmo superstições sobre fenómenos do mundo.

São verdadeiras “teorias populares” ou “modelos populares” sobre, por exemplo, a medicina, o casamento, os astros, a mente humana, a linguagem humana, os sentimentos e as emoções, o comportamento dos animais, etc. (cf. Holland & Quinn eds. 1987).

Particularmente em domínios técnicos e científicos, as teorias populares dos leigos são inexactas ou mesmo erradas à luz do conhecimento científico dos especialistas. Por exemplo, a maior parte das pessoas têm concepções sobre o movimento semelhantes às da teoria física pré-newtonina: nomeadamente, consideram que os objectos que são postos em movimento por um agente externo recebem uma força interna ou “ímpeto” que os conserva em movimento até esse ímpeto gradualmente se dissipar.

Esta teoria popular do movimento fundamenta-se na observação cotidiana do movimento de certos objectos, tais como bolas de futebol ou de ténis. Acontece, porém, que em muitos casos, não obstante a teoria popular ser cientificamente errada, ela permite chegar a resultados funcionais correctos: por exemplo, apesar de várias pessoas entenderem o mecanismo de um termostato em termos de uma válvula (quanto maior for a abertura maior será o fluxo, tal como numa boca de gás), e não como um mecanismo autoregulador que mantém uma temperatura uniforme, são capazes de fazer projecções correctas no controlo da temperatura (da sua casa, por exemplo). O que quer dizer que, para a sua vida cotidiana, as pessoas não precisam de modelos cientificamente correctos, mas de modelos funcionalmente efectivos.

Pra quem não entendeu muito bem o q foi trascrito acima José Carlos P. deu uma concluida maravilhosa:

“…tecnicamente impreciso ou errado, o termo “Logomarca”, serve para designar de forma empírica; marca, símbolo, logotipo, sem que haja consenso nem precisão absoluta ao que ele se refere, se apenas ao símbolo, ao logotipo ou à marca (enquanto combinação de ambos).

Mas o que não deixa margem para duvidas, é que ele se refere a um elemento de “Identidade/ signo distintivo”, genericamente falando. Se Logomarca fosse um termo absolutamente preciso, então ele não seria talvez um referencial empírico, e sim um termo técnico.

Tecnicamente nunca escreveria Logomarca, mas empiricamente já o fiz, até porque a comunicação escrita e oral para ser eficaz, efetiva, deve-se adequar sempre ao receptor, ao tempo da mensagem e ás circunstancias. Nem sempre há tempo e “abertura” para explicar aos interlocutores, ou até corrigi-los, sobre os termos que estes usam e entendem como “corretos” num primeiro contato, numa primeira abordagem.

Desta forma, estamos fadados a ter de conviver com “Logomarca” e devemos sempre que possível, esclarecer e explicar que não se trata de um termo técnico, que o correto é A, B ou C conforme o caso.


Retirado do Blog IFD.

Logotipos - Cores e seus significados psicológicos

As cores influenciam psicológicamente os seres humanos de várias maneiras, e são mais ligadas à emoção do que propriamente à forma. Se várias figuras coloridas forem mostradas a um grupo de pessoas, essas pessoas se lembrarão mais facilmente das cores do que das formas dessas figuras.

Quando escolhemos uma cor para elaborarmos nossos trabalhos, sejam trabalhos de design, ilustração, anúncios ou qualquer outro tipo de trabalho visual, devemos ter em mente que estamos lidando com um elemento de estímulo imediato, e que essa cor escolhida provocará diversas reações em seus observadores, reações essas que podem ser positivas ou negativas, dependendo da sua utilização.

Por isso, é extremamente importante estarmos atentos à psicologia das cores e seus significados, para melhor aplicarmos essas cores em nossos trabalhos. É imprescindível que qualquer pessoa que trabalhe com comunicação conheça as terias básicas da cor, para saber como estas se complementam e interagem umas com as outras.

É realmente muito interessante, verificar como a psicologia das cores são utilizadas atualmente, principalmente pelas grandes empresas.

Marcas conhecidas mundialmente, fazem uso constante deste conhecimento para chamar a atenção, ou simplesmente, vender mais seus produtos.
Empresas como a Coca-Cola, que utiliza o vermelho na maior parte de seus produtos, remetendo ao calor, mas este calor sendo "quebrado" pelo frescor que representam as bolhas d'àgua desenhadas nas latas.

Também o caso do Mc'Donalds, com as cores amarelo e vermelho. O amarelo forte é usado para gerar ansiedade, o vermelho para dar fome e os dois juntos, presente em grande quantidade dentro das lanchonetes desta empresa, estimulam seus clientes a comerem em demasia e rapidamente, pois a presença destas cores geram um certo desconforto se visualizadas por muito tempo.

Abaixo, um resumo com o significado de algumas cores:

- Branco: Sugere pureza. Cria uma impressão de vazio e de infinito. Evoca
frescor e limpeza, principalmente quando combinado com o azul. Ex: Ordem, simplicidade, luz, paz, higiene, casamento, hospital, neve,
harmonia.

- Preto: Silêncio. Morte. Quando brilhante, confere nobreza, distinção e elegância. Cor preponderantemente masculina. Ex: Noite, nobreza, pessimismo, tristeza, dor.

- Cinza: É a expressão de um estado de alma duvidosa e neutra. Símbolo da indecisão e da ausência de energia. Quanto mais sombrio, mais conota desânimo, monotonia. Ex: Chuva, máquinas, seriedade, velhice, desânimo, sabedoria.

- Vermelho: Significa força, virilidade, masculinidade, dinamismo. É uma cor
exaltante e até enervante. Impõe-se sem discrição. É uma cor essencialmente
quente, transbordante de vida e de agitação. Ex: Cereja, morango, sangue, desejo, sexo, agressividade, fogo, fome, perigo, guerra, força, energia, fúria, dinamismo, paixão.

- Laranja: Transborda irradiação e expansão. É acolhedor, quente, íntimo.
Ex: Outono, pôr-do-sol, festa, comida, movimento.

- Amarelo: É uma cor luminosa e muito forte para atrair a atenção, seja sozinho ou em conjunto com outras cores. É feliz, vibrante, vivo.
Ex: Luz, angústia, esperança, atenção.

- Verde: Cor universal da natureza. Tem frescor, harmonia e equilíbrio. Cor calma, que não se dirige para nenhuma direção nem encerra algum elemento de alegria, tristeza ou paixão. O verde mais amarelado sugere uma força ativa, um aspecto ensolarado. O verde, seja em tons mais claros ou escuros, é sempre indiferente e calmo. Ex: Floresta, natureza, bem estar, tranqüilidade, juventude, umidade, saúde, tapete de jogos.

- Marrom: Emana a impressão de algo maciço, denso, compacto. Sugere segurança e solidez. Ex: Terra, outono, chocolate.

- Rosa: É de pouca vitalidade e sugere feminilidade e afeição. É uma cor íntima, de doçura melosa e romântica.
Ex: Feminilidade, delicadeza.


Fonte: O Grito Magazine - Fabrício Alves
WWF-Brasil. Cuidando do ambiente onde o bicho vive. O bicho-homem.